Crusoé
19.01.2026 Fazer Login Assinar
Crusoé
Crusoé
Fazer Login
  • Acervo
  • Edição diária
Edição Semanal
Pesquisar
crusoe

X

  • Olá! Fazer login
Pesquisar
  • Acervo
  • Edição diária
  • Edição Semanal
    • Entrevistas
    • O Caminho do Dinheiro
    • Ilha de Cultura
    • Leitura de Jogo
    • Crônica
    • Colunistas
    • Assine já
      • Princípios editoriais
      • Central de ajuda ao assinante
      • Política de privacidade
      • Termos de uso
      • Política de Cookies
      • Código de conduta
      • Política de compliance
      • Baixe o APP Crusoé
    E siga a Crusoé nas redes
    Facebook Twitter Instagram
    Diários

    Putin ainda exerce influência sobre a Venezuela?

    Guerra na Ucrânia enfraquece o poder de intervenção de Moscou em favor de aliados

    avatar
    João Pedro Farah
    3 minutos de leitura 19.01.2026 16:04 comentários 0
    Vladimir Putin. Foto: Gabril Grigorov/Tass
    • Whastapp
    • Facebook
    • Twitter
    • COMPARTILHAR

    O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, afirmou nesta segunda-feira, 19, que Moscou mantém contato constante por via diplomática com a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez.

    Peskov, porém, destacou que o ditador Vladimir Putin "não tem planos de conversar por telefone com Rodríguez nos próximos dias".

    "Mas se for necessário, isso certamente poderá ser arranjado", destacou.

    Falhas nos equipamentos russos

    Esta foi a primeira declaração oficial do Kremlin sobre Delcy Rodríguez desde a captura do ditador Nicolás Maduro, em 3 de janeiro, por forças americanas.

    A antiga relação entre os dois regimes agora aparenta esfriamento, motivado por uma combinação de fatores geopolíticos e militares.

    O jornalista Leonardo Coutinho, diretor-executivo do Center for a Secure Free Society, afirmou que os equipamentos de defesa russos, iranianos e chineses falharam na noite da captura de Maduro.

    "Os Estados Unidos demonstraram uma superioridade bélica e militar infinitamente maior do que a soma desses três sistemas. Não houve capacidade de acionamento. Esses sistemas simplesmente não são acionáveis”, disse.

    Grupo Wagner

    Além da troca comercial em armamentos, a Rússia sempre manteve agentes do Grupo Wagner - organização de mercenários russos - em solo venezuelano.

    A principal intervenção dos milicianos russos ocorreu em 2019, quando um contingente viajou para a capital venezuelana, com objetivo de conter os protestos após a decisão do TSJ (tribunal Superior de Justiça) de declarar inválida a junta parlamentar da Assembleia Nacional, que havia declarado Maduro como usurpador.

    Na ocasião, Juan Guaidó foi declarado presidente interino da Venezuela.

    O avião civil utilizado na operação pertencia a uma divisão da administração presidencial russa.

    Na ocasião, Peskov negou as informações afirmando que "o medo tem muita imaginação" e que "as informações pertencem ao terreno das teorias de comunicação".

    Nos meses seguintes, o regime chavista conseguiu conter os protestos e Maduro permaneceu no poder com apoio de Putin e do regime cubano.

    Além disso, outras aeronaves russas pousaram em Caracas transportando equipamentos de alta tecnologia.

    Guerra na Ucrânia

    Implicado diretamente na guerra da Ucrânia, Putin teve pouca margem de manobra para impedir a derrubada de Nicolás Maduro.

    O mesmo ocorreu na Síria, quando terroristas do Hay'at Tahrir al-Sham (HTS) depuseram a ditadura de Bashar Assad.

    A invasão russa à Ucrânia tem imposto custos elevados à economia russa, vidas humanas e equipamentos militares.

    Não que Putin se importe com isso.

    O cenário atual na Venezuela, no entanto, evidencia que Moscou já não dispõe da mesma capacidade de intervir em favor de aliados como em outros momentos.

    Gerenciamento do regime

    No momento, para Trump, a atual presidente interina atende parte de seus interesses.

    Delcy Rodríguez concordou em entregar entre 30 e 50 milhões de barris de petróleo bruto aos americanos.

    Ela também se comprometeu em libertar os 811 presos do regime, o que foi elogiado por Karoline Leavitt, porta-voz da Casa Branca.

    Agora, recebeu o diretor da CIA na capital venezuelana, algo impensável até pouco tempo atrás.

    Manter Delcy no controle, uma tecnocrata do regime, também evita um conflito interno na Venezuela.

    Enquanto isso, a oposição venezuelana no exílio segue em busca de uma complexa transição democrática.

    Diários

    O foro privilegiado e as jabuticabas brasileiras

    Redação Crusoé Visualizar

    Trump vai tomar a Groenlândia a força?

    Redação Crusoé Visualizar

    Trump cria dilema para Itamaraty

    Duda Teixeira Visualizar

    Um ano de rei Trump

    Duda Teixeira Visualizar

    Por que Trump não se sente mais obrigado "a pensar apenas em paz"?

    Redação Crusoé Visualizar

    "Cuba é uma ditadura e Fidel foi um ditador", diz Boric

    Redação Crusoé Visualizar

    Mais Lidas

    A definição aloprada de Lula para inteligência artificial

    A definição aloprada de Lula para inteligência artificial

    Visualizar notícia
    A perseguição aos cristãos e as mentiras sobre Israel

    A perseguição aos cristãos e as mentiras sobre Israel

    Visualizar notícia
    Apagão burocrático na ONU?

    Apagão burocrático na ONU?

    Visualizar notícia
    "Cuba é uma ditadura e Fidel foi um ditador", diz Boric

    "Cuba é uma ditadura e Fidel foi um ditador", diz Boric

    Visualizar notícia
    Esquerda com o pé esquerdo

    Esquerda com o pé esquerdo

    Visualizar notícia
    Lula reage ao ser chamado de 'velhinho'

    Lula reage ao ser chamado de 'velhinho'

    Visualizar notícia
    O declínio estético do catolicismo

    O declínio estético do catolicismo

    Visualizar notícia
    Orçamento em disputa

    Orçamento em disputa

    Visualizar notícia
    Os sustentáculos das ditaduras

    Os sustentáculos das ditaduras

    Visualizar notícia
    "Se Maduro não quiser passar o resto da vida na prisão, vai ter que negociar"

    "Se Maduro não quiser passar o resto da vida na prisão, vai ter que negociar"

    Visualizar notícia

    Tags relacionadas

    Delcy Rodríguez

    grupo Wagner

    Rússia

    Venezuela

    Vladimir Putin

    < Notícia Anterior

    O foro privilegiado e as jabuticabas brasileiras

    19.01.2026 00:00 | 4 minutos de leitura
    Visualizar
    author

    João Pedro Farah

    Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

    Comentários (0)

    Torne-se um assinante para comentar

    Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

    Comentários (0)


    Notícias relacionadas

    O foro privilegiado e as jabuticabas brasileiras

    O foro privilegiado e as jabuticabas brasileiras

    Redação Crusoé
    19.01.2026 15:50 2 minutos de leitura
    Visualizar notícia
    Trump vai tomar a Groenlândia a força?

    Trump vai tomar a Groenlândia a força?

    Redação Crusoé
    19.01.2026 14:36 2 minutos de leitura
    Visualizar notícia
    Trump cria dilema para Itamaraty

    Trump cria dilema para Itamaraty

    Duda Teixeira
    19.01.2026 13:05 2 minutos de leitura
    Visualizar notícia
    Um ano de rei Trump

    Um ano de rei Trump

    Duda Teixeira
    19.01.2026 10:27 3 minutos de leitura
    Visualizar notícia
    Crusoé
    o antagonista
    Facebook Twitter Instagram

    Acervo Edição diária Edição Semanal

    Redação SP

    Av Paulista, 777 4º andar cj 41
    Bela Vista, São Paulo-SP
    CEP: 01311-914

    Acervo Edição diária

    Edição Semanal

    Facebook Twitter Instagram

    Assine nossa newsletter

    Inscreva-se e receba o conteúdo de Crusoé em primeira mão

    Crusoé, 2026,
    Todos os direitos reservados
    Com inteligência e tecnologia:
    Object1ve - Marketing Solution
    Quem somos Princípios Editoriais Assine Política de privacidade Termos de uso