Petista corre risco de ficar fora do Senado pelo Acre de novo
Jorge Viana apareceu em terceiro lugar na pesquisa Realtime Big Data divulgada nesta segunda-feira, 27
O petista Jorge Viana (foto) corre o risco de não se eleger, de novo, ao Senado pelo Acre, indica pesquisa Realtime Big Data divulgada nesta segunda-feira, 27.
Ele aparece em terceiro lugar, com 16% das intenções de voto, atrás do ex-governador Gladson Camelli (PP), que tem 25%; e do senador Márcio Bittar (PL), candidato à reeleição, com 20%.
Bittar e Viana estão tecnicamente empatados no limite da margem de erro do levantamento, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Mara Rocha (Republicanos) está em quarto lugar, com 13% dos votos, seguida por Sérgio Petecão (PSD) e Eduardo Velloso (Solidariedade), com 5% cada; Inácio Moreira (PSOL), 3%; Dr. Júnior Feitosa (DC), 1%.
Brancos, nulos e indecisos somam 12%.
Viana é apontado como o primeiro voto por 21% dos entrevistados e segundo voto por 10%.
A pesquisa ouviu 1.600 eleitores no Acre entre 22 e 25 de julho e foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número AC-01069/2026.
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As derrotas de Jorge Viana
Quando foi eleito para o Senado, em 2010, Jorge Viana recebeu 205.593 votos, o equivalente a 31,77% dos votos válidos no Acre.
Na ocasião, ele foi o candidato mais votado para uma das duas vagas em disputa.
Em 2018, o petista tentou a reeleição, mas não conseguiu renovar o mandato.
Ele ficou em terceiro lugar na disputa, com 117.200 votos, ou 14,74% dos votos válidos.
Márcio Bittar (MDB, à época) e Sérgio Petecão (PSD) foram eleitos naquele ano.
Em 2022, Jorge Viana foi candidato a governador do Acre, mas acabou em segundo lugar, com 103.265 votos, ou 24,21% dos votos válidos.
Gladson Cameli foi reeleito no primeiro turno, com 56,75% dos votos.
Como prêmio de consolação, Jorge Viana foi indicado para a presidência da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).
Ele ficou no posto até abril de 2026, quando se desincompatibilizou do cargo para se dedicar à disputa por uma vaga no Senado.
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