Crusoé
20.08.2026 Fazer Login Assinar
Crusoé
Crusoé
Fazer Login
  • Acervo
  • Edição diária
Edição Semanal
Pesquisar
crusoe

X

  • Olá! Fazer login
Pesquisar
  • Acervo
  • Edição diária
  • Edição Semanal
  • Entrevistas
  • O Caminho do Dinheiro
  • Ilha de Cultura
  • Leitura de Jogo
  • Poder
  • Colunistas
  • Assine já
    • Princípios editoriais
    • Central de ajuda ao assinante
    • Política de privacidade
    • Termos de uso
    • Política de Cookies
    • Código de conduta
    • Política de compliance
    • Baixe o APP Crusoé
E siga a Crusoé nas redes
Facebook Twitter Instagram

O que esperar da guerra entre Milei e a EBC argentina

O presidente da Argentina, Javier Milei, decidiu comprar uma briga com a imprensa e o sindicalismo a partir desta segunda-feira, 4 de março, com a suspensão temporária das atividades da agência de notícias pública Télam (foto). Os cerca de 700 funcionários do veículo estão suspensos por sete dias remunerados, segundo anúncio enviado ainda pela madrugada....

avatar
Caio Mattos, De Buenos Aires
4 minutos de leitura 05.03.2024 06:00 comentários 0
O que esperar da guerra entre Milei e a EBC argentina
Manifestantes protestam contra a suspensão das atividades da agência pública Télam, na sede do veículo, em Buenos Aires, Argentina - 04/03/2024. Foto: Crusoé/ Caio Mattos
  • Whastapp
  • Facebook
  • Twitter
  • COMPARTILHAR

O presidente da Argentina, Javier Milei, decidiu comprar uma briga com a imprensa e o sindicalismo a partir desta segunda-feira, 4 de março, com a suspensão temporária das atividades da agência de notícias pública Télam (foto).

Os cerca de 700 funcionários do veículo estão suspensos por sete dias remunerados, segundo anúncio enviado ainda pela madrugada.

Naquele mesmo momento, os empregados que estavam na sede principal da Télam, em Buenos Aires, foram orientados a liberar as dependências.

A Polícia da Cidade de Buenos Aires cerca o prédio, assim como outra dependência da agência na capital argentina, desde então. E, o site do veículo está fora do ar.

O que Milei vai fazer com a Télam?

 

Durante a campanha de 2023, o libertário prometeu privatizar a agência fundada na década de 1940

Não se sabe como se pretenderá liquidar a Télam.

O porta-voz do governo, Manuel Adorni, afirmou nesta segunda que os detalhes serão apresentados ao longo desta semana.

A Télam não pode falir nem ser privatizada sem aval do Legislativo enquanto ela for uma sociedade de Estado, como determina um decreto de 2002.

Entretanto, o decreto de necessidade e urgência (DNU) de dezembro, um dos principais fronts das reformas de Milei que se concretizou, autoriza a transformação da Télam em uma sociedade anônima.

Isso deve permitir uma privatização sem precisar do Legislativo, onde a oposição, tanto kirchnerista quanto dialoguista, barrariam qualquer proposta nesse sentido.

Um problema que surge, caso Milei opte por esse caminho, é a possibilidade de o Congresso derrubar o DNU.

O decreto de necessidade e urgência é semelhante à medida provisória, no Brasil, mas só caduca se ambas as Casas do Legislativo votarem pela rejeição do texto.

O trâmite do DNU iniciou ainda em fevereiro, quando o Congresso estava em regime de sessões extraordinárias.

Como os funcionários da Télam vão reagir?

 

Desde que a polícia cercou a sede principal da Télam, funcionários da agência e sindicalistas acampam nos arredores para fazer pressão.

Uma das principais lideranças dos manifestantes é Carla Gaudensi, jornalista da Télam desde 2009 e secretária-geral da Federação Argentina de Trabalhadores da Imprensa.

Redatora da rádio da Télam, ela estava na sede da agência à 1h desta segunda, quando foram expulsos da redação.

"Estamos vendo com nossos advogados como continuamos", diz Gaudensi a Crusoé.

No Poder Judiciário, Milei pode encontrar entraves.

Quando Mauricio Macri, hoje aliado e quase padrinho do libertário, estava na Casa Rosada, ele chegou a demitir 40% dos funcionários da Télam em 2018.

O Judiciário reverteu a maioria das demissões.

"Resistimos a Macri e ganhamos, por isso a agência segue em pé. Sempre que tentaram silenciar a Télam, os trabalhadores a defenderam", afirma Gaudensi.

Em reunião pela tarde de segunda, os funcionários da agência decidiram publicar conteúdo em um portal alternativo, como fizeram na crise com Macri em 2018.

Foto: Crusoé/ Caio Mattos
Manifestantes protestam contra a suspensão das atividades da agência pública Télam, na sede do veículo, em Buenos Aires, Argentina – 04/03/2024. Foto: Crusoé/ Caio Mattos
Foto: Crusoé/ Caio Mattos
Carla Gaudensi, jornalista da Télam e sindicalista, em protesto contra a suspensão das atividades da agência pública Télam, na sede do veículo, em Buenos Aires, Argentina – 04/03/2024. Foto: Crusoé/ Caio Mattos
Foto: Crusoé/ Caio Mattos
Manifestantes protestam contra a suspensão das atividades da agência pública Télam, na sede do veículo, em Buenos Aires, Argentina – 04/03/2024. Foto: Crusoé/ Caio Mattos
Foto: Crusoé/ Caio Mattos
Manifestantes protestam contra a suspensão das atividades da agência pública Télam, na sede do veículo, em Buenos Aires, Argentina. Carla Gaudensi no microfone e Pablo Moyano de camiseta bege segurando um cartaz – 04/03/2024. Foto: Crusoé/ Caio Mattos
Foto: Crusoé/ Caio Mattos
Manifestantes protestam contra a suspensão das atividades da agência pública Télam, na sede do veículo, em Buenos Aires, Argentina – 04/03/2024. Foto: Crusoé/ Caio Mattos

Como o sindicalismo vai reagir?

 

O protesto na frente da sede da agência na segunda também contou com a presença de Pablo Moyano, líder de facto da Confederação Geral do Trabalho (CGT).

Maior central sindical da Argentina, a CGT foi quem coordenou a greve geral e protesto contra Milei em 24 de janeiro. Nesta segunda, Moyano flertou com a possibilidade de uma reprise no horizonte.

Ele afirmou no palanque da manifestação que a suspensão da Télam seria uma das políticas do governo nacional que “fortalecem ainda mais o apelo a uma greve geral ou a uma grande mobilização para os próximos dias”.

A situação da Télam, em si, não vai desencadear uma greve geral.

Mas, a guerra com a agência pública pode contribuir a uma série de outros desgastes políticos de Milei que viabilizariam uma greve à medida que interesse Moyano.

O motivo importante a curto prazo é o fato de o Ministério de Capital Humano se recusar a homologar um acordo de reajuste salarial firmado entre o sindicato dos caminhoneiros, base de Moyano, e empresários para os meses de março e abril.

Diários

PGR tenta tirar caso Lulinha do STF

Redação Crusoé Visualizar

O conselho literário de Marçal a Bolsonaro

Redação Crusoé Visualizar

Kim Jong-un tem 57 armas nucleares, diz Trump

Redação Crusoé Visualizar

Delcy Rodríguez abandona Maduro à própria sorte

João Pedro Farah Visualizar

Os possíveis crimes de Lulinha

Duda Teixeira Visualizar

Marçal não afeta Lula nas redes

Duda Teixeira Visualizar

Mais Lidas

Atacada na Bolívia, ex-namorada fala da relação com Cerimedo

Atacada na Bolívia, ex-namorada fala da relação com Cerimedo

Visualizar notícia
Com linfoma no duodeno, Zé Dirceu faz campanha de casa

Com linfoma no duodeno, Zé Dirceu faz campanha de casa

Visualizar notícia
Delcy Rodríguez abandona Maduro à própria sorte

Delcy Rodríguez abandona Maduro à própria sorte

Visualizar notícia
Drible em Mendonça vira gol contra de vazamento

Drible em Mendonça vira gol contra de vazamento

Visualizar notícia
Efeito Tiririca

Efeito Tiririca

Visualizar notícia
Janja só é carismática sem microfone

Janja só é carismática sem microfone

Visualizar notícia
Kim Jong-un tem 57 armas nucleares, diz Trump

Kim Jong-un tem 57 armas nucleares, diz Trump

Visualizar notícia
Marçal ressurge como linha auxiliar de Flávio Bolsonaro

Marçal ressurge como linha auxiliar de Flávio Bolsonaro

Visualizar notícia
O avanço do candidato de Eduardo Bolsonaro ao Senado

O avanço do candidato de Eduardo Bolsonaro ao Senado

Visualizar notícia
O conselho literário de Marçal a Bolsonaro

O conselho literário de Marçal a Bolsonaro

Visualizar notícia

Tags relacionadas

Argentina

Javier Milei

sindicalismo

< Notícia Anterior

Milei convoca governadores para iniciar negociação de novo pacto fiscal

04.03.2024 00:00 | 4 minutos de leitura
Visualizar
Próxima notícia >

Músicos contra Donald Trump

05.03.2024 00:00 | 4 minutos de leitura
Visualizar
author

Caio Mattos, De Buenos Aires

Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

Comentários (0)

Torne-se um assinante para comentar

Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

Comentários (0)


Notícias relacionadas

PGR tenta tirar caso Lulinha do STF

PGR tenta tirar caso Lulinha do STF

Redação Crusoé
20.08.2026 10:31 3 minutos de leitura
Visualizar notícia
O conselho literário de Marçal a Bolsonaro

O conselho literário de Marçal a Bolsonaro

Redação Crusoé
19.08.2026 19:33 2 minutos de leitura
Visualizar notícia
Kim Jong-un tem 57 armas nucleares, diz Trump

Kim Jong-un tem 57 armas nucleares, diz Trump

Redação Crusoé
19.08.2026 14:54 2 minutos de leitura
Visualizar notícia
Delcy Rodríguez abandona Maduro à própria sorte

Delcy Rodríguez abandona Maduro à própria sorte

João Pedro Farah
19.08.2026 14:53 3 minutos de leitura
Visualizar notícia

Variedades

Ver mais

Edição especial da TV Globinho não é por acaso e emissora prepara surpresa para telespectadores

Edição especial da TV Globinho não é por acaso e emissora prepara surpresa para telespectadores

Visualizar notícia
Em crise financeira, Fiuk pode ser deserdado por Fábio Jr.

Em crise financeira, Fiuk pode ser deserdado por Fábio Jr.

Visualizar notícia
Após decisão do treinador, Neymar treina separado dos companheiros no Santos

Após decisão do treinador, Neymar treina separado dos companheiros no Santos

Visualizar notícia
Turistas estão perdendo o interesse de vir para o Brasil

Turistas estão perdendo o interesse de vir para o Brasil

Visualizar notícia
CBF estuda terminar com um dos mais tradicionais campeonatos do futebol brasileiro

CBF estuda terminar com um dos mais tradicionais campeonatos do futebol brasileiro

Visualizar notícia
Estudo projeta que inteligência artificial será responsável por um terço do mercado online

Estudo projeta que inteligência artificial será responsável por um terço do mercado online

Visualizar notícia

Crusoé
o antagonista
Facebook Twitter Instagram

Acervo Edição diária Edição Semanal

Redação SP

Av Paulista, 777 4º andar cj 41
Bela Vista, São Paulo-SP
CEP: 01311-914

Acervo Edição diária

Edição Semanal

Facebook Twitter Instagram

Assine nossa newsletter

Inscreva-se e receba o conteúdo de Crusoé em primeira mão

Crusoé, 2026,
Todos os direitos reservados
Com inteligência e tecnologia:
Object1ve - Marketing Solution
Quem somos Princípios Editoriais Assine Política de privacidade Termos de uso