Lula troca nome de Dilma por ex-freira do PT
Antes de ser deputada pelo PT, Irma Passoni atuava em movimentos sociais
O presidente Lula (PT) cometeu um ato falho durante entrevista ao portal Uol nesta quinta-feira, 5.
Ao comentar sobre a polarização política no país, o petista se referiu à ex-presidente Dilma Rousseff como "Irma Passoni".
Antes de se tornar deputada pelo PT, Irma Passoni era freira.
"A radicalização nas eleições começou na disputa do Aécio Neves contra a Irma Passoni", afirmou Lula.
Irma deixou o convento para se engajar em movimentos sociais contra o aumento do custo de vida durante a ditadura militar.
Em 1978, ela foi eleita deputada estadual em São Paulo pelo MDB.
Posteriormente, participou da fundação do PT e exerceu três mandatos como deputada federal pelo partido de Lula, entre 1983 e 1995.
"Cidadões"
As gafes e os erros de português são recorrentes.
Em janeiro do ano passado, ao comentar sobre a decisão da Meta de encerrar checagem de fatos, disse:
"Nós queremos, na verdade, é que cada país tenha a sua soberania resguardada. Não pode um cidadão, não pode 2 cidadões [sic], não pode três cidadões [sic] acharem que podem ferir a soberania de uma nação."
"Vítimas dos usuários"
Em outubro, Lula chegou a dizer que os traficantes de drogas são “vítimas dos usuários também”.
A controversa declaração foi dada em meio à intensificação do combate do governo Trump ao narcotráfico na América Latina.
"Eu, antes de falar, sabe, de julgar alguém, antes de punir alguém, eu tenho que julgar essa pessoa. Eu tenho que ter provas. Você não pode simplesmente dizer, sabe, que você vai invadir, que vai combater o narcotráfico na terra dos outro [sic], sem levar em conta a Constituição dos outros país [sic], a autodeterminação dos povos, sem levar em conta a soberania territorial de cada país…
Sabe, porque se o mundo ficar uma terra sem lei e sem respeitabilidade, vai ficar muito difícil viver. Eu espero, se o presidente Trump quiser discutir esse assunto comigo, eu terei imenso prazer de discutir com ele o assunto, imenso prazer. Sabe? Esse e outros assuntos. Porque, veja, o mundo não pode continuar nessa polarização, sabe, do bem contra o mal a vida inteira.
Hã… Toda vez que a gente fala de combater as drogas, ah, possivelmente fosse mais fácil a gente combater os nossos viciados internamente, os usuários. Os usuários são responsáveis pelos traficantes, que são, sabe, vítimas dos usuários também. Ou seja, então você tem uma troca de gente que vende porque tem gente que compra, de gente que compra porque tem gente que vende. Então é preciso que a gente tenha mais cuidado no combate à droga.
No caso do Brasil, nós estamos com a frente da Polícia Federal, que envolve polícias estaduais, que nós queremos combater o tráfico… o tráfico de droga, o narcotráfico, o tráfico de armas, sabe? Porque… O contrabando.
Mas isso é preciso que a gente trabalhe em harmonia com os países. É muito melhor os Estados Unidos se dispor a conversar com a polícia dos outros países, com o Ministério da Justiça de cada país, pra gente fazer uma coisa conjunta. Porque se a moda pega, cada um acha que pode invadir o território do outro pra fazer o que quer, onde é que vai surgir a palavra ‘respeitabilidade’ e a ‘soberania’ dos países? É ruim.
Então eu pretendo, pretendo discutir esses assuntos com o presidente Trump, se ele colocar na mesa.”
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Comentários (1)
Clayton de Souza Pontes
2026-02-05 16:58:41O Lula está gagá e cada dia mais parecido com o Biden, na redução da já limitada capacidade cognitiva