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    Diários

    Fantasma de Trump assombra o G20

    Líderes enfraquecidos tentarão atrair os holofotes antes da posse do americano, em janeiro

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    Duda Teixeira
    4 minutos de leitura 11.11.2024 11:46 comentários 1
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    O encontro do G20, grupo formado pelas maiores economias do mundo, que ocorrerá entre os dias 18 e 19 de novembro, no Rio de Janeiro, será marcado pelo presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, embora o americano não tenha sido convidado.

    O palco do G20, no Rio de Janeiro, será o último em que os líderes mundiais poderão subir antes da posse de Trump, marcada para 25 de janeiro.

    Para aqueles chefes de governo que estão definhando no poder, será uma oportunidade para alçar a voz para a plateia, antes de Trump tomar posse e pautar a agenda mundial.

     

    Joe Biden

    O presidente americano e o Partido Democrata foram humilhados por Trump nas eleições de 5 de novembro.

    A derrota nas urnas vai impedir Biden de deixar qualquer legado.

    Sem fazer uma sucessora, Biden não terá como dizer que é um defensor da democracia, que melhorou a economia ou que conseguiu conter as guerras no mundo.

    No Rio de Janeiro, Biden chegará louco para agarrar qualquer bandeira que for levantada, para chamar de sua.

    A mais provável delas é a promoção do meio ambiente.

    Será um gesto inútil.

    Trump prometeu retirar pela segunda vez os Estados Unidos dos Acordos de Paris, em que os países se comprometem a reduzir as emissões de gases de efeito estufa.

    Emmanuel Macron

    O presidente francês sempre adorou atrair as atenções e tentou se colocar como o líder da Europa após a aposentadoria da chancelar alemã Angela Merkel.

    Mas o relacionamento entre Macron e Trump, após a chegada do americano à Casa Branca, em 2017, não foi dos melhores.

    A retirada dos EUA dos Acordos de Paris e do acordo nuclear com o Irã criaram rusgas entre os dois.

    Com a eleição de Joe Biden, em 2020, Macron refestelou-se.

    A volta de Trump em janeiro retoma o período difícil e ainda coloca o francês na situação de ter de aumentar os gastos militares de seu país e da Europa para fazer frente à Rússia na invasão da Ucrânia.

    Olaf Scholz

    Com o fim da coalizão de partidos do governo alemão, o chanceler Olaf Scholz, do partido SPD, não tem mais muito tempo no cargo.

    As desavenças internas ocorreram porque o partido liberal Democratas Livres reclamou do excesso de gastos e da falta de compromisso com o equilíbrio fiscal.

    Scholz se negou a cortar gastos e, com isso, implodiu sua coalizão.

    A Alemanha está em seu segundo ano em recessão.

    Scholz é um líder desmoralizado, cujo partido aparece em terceiro lugar nas pesquisas.

    Como Biden, ele está no final de seu governo. Em 15 de janeiro, Scholz será submetido a um voto de confiança no Parlamento.

    Sua situaçao cambaleante reduz ainda mais a possibilidade de uma liderança europeia fortalecida capaz de se contrapor a Trump.

    Xi Jinping

    A eleição de Trump está por trás da confirmação da presença do chinês Xi Jinping, que não participou da reunião no G20 na Índia no ano passado.

    O republicano prometeu elevar as tarifas de importação de produtos chineses e retomar a guerra fiscal com a China, como ocorreu em seu primeiro mandato.

    Xi Jinping, então, terá no G20 uma oportunidade de se mostrar mais palatável aos olhos do resto do mundo, pois precisará de aliados quando a guerra fiscal for retomada.

    Lula

    O petista aproveitou-se da presidência do Brasil no G20 e montou uma pauta o mais parecida possível com a sua agenda interna, incluindo os temas de meio ambiente, combate à pobreza e taxação de grandes fortunas.

    O presidente brasileiro aposta que o Estado é o único capaz de resolver esses problemas.

    A vitória de Trump e as eleições municipais no Brasil mostraram a distância do eleitorado desses temas.

    Os eleitores americanos e brasileiros querem menos impostos, pois acham que podem enriquecer por conta própria, se o governo não intervir demais.

    E o meio ambiente tem contado cada vez menos nas urnas.

    Javier Milei e Giorgia Meloni

    O presidente argentino e a primeira-ministra italiana estão bem avaliados nas pesquisas de opinião.

    A aprovação de Milei está em 49%, de acordo com o instituto Opina Argentina, mesmo após um duro ajuste fiscal.

    A de Meloni, em 41%.

    Os dois líderes de direita têm boas relações com Trump e ainda têm muito mandato pela frente.

    Provavelmente, eles estão pensando em curtir o Rio de Janeiro, enquanto Donald Trump não toma posse.

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    Comentários (1)

    FRANCISCO AMAURY GONÇALVES FEITOSA

    2024-11-12 11:09:18

    Curto e grosso ... esta conferência deveria ser batizada de A NAU DOS INSENSATOS ...


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    Comentários (1)

    FRANCISCO AMAURY GONÇALVES FEITOSA

    2024-11-12 11:09:18

    Curto e grosso ... esta conferência deveria ser batizada de A NAU DOS INSENSATOS ...



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