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    Empresário de centro-direita lidera corrida presidencial na Bolívia

    Samuel Doria Medina, com 18,7% das intenções de voto, ganha força com projeto liberal na economia

    Redação Crusoé
    3 minutos de leitura 16.07.2025 15:23 comentários 1
    Samuel Doria Medina. Reprodução.
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    Levantamento Ipsos-Ciesmori divulgado na terça, 15, aponta o empresário Samuel Doria Medina, líder da coalização de centro-direita, como favorito na corrida presidencial da Bolívia.

    Ele aparece com 18,7% das intenções de voto contra 18,1% do ex-presidente Jorge Quiroga, também opositor do atual governo de Luis Arce e do partido Movimento ao Socialismo (MAS).

    Somente em terceiro lugar figura o presidente do Senado, Andrónico Rodríguez, apoiado pelo partido governista, com 11,8%.

    Já Eduardo del Castillo, também candidato pelo MAS, somou 2,3% das intenções.

    A inelegibilidade do ex-presidente Evo Morales, cuja decisão foi confirmada pelo Tribunal Supremo Eleitoral (TSE), intensificou os protestos em todo o país.

    Além disso, as propostas estatizantes do partido de Luis Arce, em meio a uma grave crise econômica, abrem espaço para candidaturas mais liberais.

    A eleição está marcada para 17 de agosto.

    Samuel Doria Medina

    Doria Medina, de 66 anos, é considerado um dos homens mais ricos da Bolívia.

    Ele construiu fortuna nos setores de cimento, construções, hotelarias e até franquias de fast-foods, entre elas o Burguer King e Subway.

    Segundo a Bloomberg, o empresário vendeu sua participação no setor de cimento por cerca de US$ 300 milhões.

    Caso seja eleito, Doria Medina prometeu romper com modelo econômico estatista do MAS.

    "O mais importante será recuperar a estabilidade econômica e sair do estatismo", disse à AFP.

    Entre suas primeiras medidas, ele deseja eliminar os subsídios aos combusítiveis.

    Com isso, mantém servas em dólares na Bolívia.

    Além disso, Doria Medina indicou a intenção de fechar as empresas públicas deficitárias do país.

    Dados do FMI (Fundo Monetário Internacional) apontam que o déficit público da Bolívia ultrapassou 10% do PIB (Produto Interno Bruto), enquanto a dívida pública girava em torno de 92%.

    Morales impedido

    O Tribunal Supremo Eleitoral (TSE) da Bolívia confirmou a participação de dez candidatos nas eleições presidenciais marcadas para 17 de agosto, sem a presença de Morales.

    O presidente do TSE, Óscar Hassenteufel, garantiu que as eleições ocorrerão normalmente, apesar da tentativa de apoiadores do ex-presidente de inviabilizar o pleito.

    As eleições de agosto também definirão a composição do Congresso boliviano de 2025 a 2030.

    Em maio, o TSE já havia negado a tentativa do cocalero de sair candidato.

    Ele tentou registrar sua candidatura através do Partido de Ação Nacional Boliviano (Pan-Bol), sigla sem status legal desde o início do mês, após não alcançar 3% dos votos na eleição de 2020.

    Apesar da negativa, o ex-presidente fez uma convocação para uma “Grande Reunião Nacional” contra a alegada judicialização da política e a “criminalização do protesto social”.

    Os cocaleros bloquearam vias de Cochabamba, reduto de Morales, e de outras regiões do país.

    Leia mais: Apoiadores de Morales protestam contra decisão do Tribunal Eleitoral

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    Comentários (1)

    MARCOS

    2025-07-16 20:10:54

    SE SEGUIR A CARTILHA DO MILEI VAI DAR CERTO.


    Torne-se um assinante para comentar

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    Comentários (1)

    MARCOS

    2025-07-16 20:10:54

    SE SEGUIR A CARTILHA DO MILEI VAI DAR CERTO.



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