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    A era dos exércitos de robôs já começou

    Nova inteligência artificial militar permite que um soldado controle robôs de combate em campo; governo dos EUA investe pesado na iniciativa

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    Alexandre Borges
    3 minutos de leitura 16.04.2025 16:06 comentários 0
    Imagem: IA por Alexandre Borges
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    A Scout AI, startup sediada na Califórnia, revelou nesta semana seu sistema de inteligência artificial voltado para aplicações militares, chamado Fury.

    Desenvolvido para comandar robôs em campo de batalha, o sistema já conta com dois contratos com o Departamento de Defesa dos Estados Unidos e um financiamento inicial de US$ 15 milhões.

    Projetado para operar com autonomia, mesmo em ambientes sem GPS ou comunicação, o Fury foi testado em um drone aéreo e um veículo terrestre.

    Os dois protótipos reagiram a comandos de voz e imagem de forma instantânea, sem necessidade de operadores humanos. Segundo os fundadores, o objetivo é transformar qualquer máquina militar americana em um agente inteligente e autônomo.

    O ex-oficial da CIA e fundador da empresa militar privada Blackwater, Erik Prince, vê nessa tecnologia um sinal claro de uma mudança dramática nos campos de batalha.

    Para ele, a capacidade de realizar ataques de precisão não está mais restrita a Estados com orçamentos bilionários. “Com um drone de US$ 800, uma impressora 3D e alguma adaptação de software, qualquer grupo pode construir uma arma que destrói um tanque”, afirma.

    Prince cita o uso de pequenos drones na guerra da Ucrânia, onde unidades de baixo custo foram responsáveis por eliminar blindados de milhões de dólares. “Isso é a democratização do poder de fogo”, resume.

    O avanço da inteligência artificial agrava o cenário. Drones com sistemas de reconhecimento facial e algoritmos autônomos já são capazes de identificar e eliminar alvos específicos em meio a multidões.

    Prince alerta que essa tecnologia, combinada com bancos de dados de imagens e geolocalização, transforma um drone de bolso em uma arma de execução silenciosa. “Ele voa sozinho, encontra o rosto programado e ataca”, explica.

    A desigualdade entre o custo de ataque e o custo da defesa é outro ponto crítico.

    Prince cita o caso de ataques com drones de US$ 20 mil contra navios americanos no Mar Vermelho, interceptados por mísseis de mais de US$ 1 milhão. “É uma conta que não fecha. É um modelo de defesa insustentável”, afirma.

    Para Prince, a solução não virá das grandes fabricantes militares, que ele classifica como lentas, caras e burocráticas.

    “A inovação real está nas mãos do setor privado, que tem velocidade, criatividade e custo viável”, diz. Ele defende a adoção de soluções simples e eficazes, como munições convencionais para derrubar drones, no lugar de sistemas antiaéreos complexos.

    Além disso, o ex-militar prevê que a proliferação dessas armas pode tornar Estados vulneráveis como nunca. “Bases, navios, oleodutos, líderes políticos — tudo pode ser atingido por ataques de precisão realizados por grupos com uma fração do orçamento de um Exército regular”, alerta.

    A Scout AI, com sua proposta de robôs autônomos e IA adaptável a qualquer tipo de máquina, está no centro dessa transformação.

    Sua tecnologia promete dar a um único soldado o poder de coordenar um grupo inteiro de robôs em missões simultâneas. O fundador da empresa, Colby Adcock, afirma: “Nossos adversários já estão construindo isso. Precisamos superá-los — com segurança, rapidez e responsabilidade”.

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