Os ex-laterais Cafu e Roberto Carlos destacaram avanços na representatividade de atletas ao longo dos últimos 10 anos da gestão do dirigente ítalo-suíço da Fifa, Gianni Infantino .
Em pronunciamento divulgado em suas contas, Cafu afirmou que jogadores e ex-jogadores ganharam espaço efetivo em comitês, projetos e grupos de trabalho da entidade, com suas opiniões consideradas nas decisões que moldam a modalidade.
Roberto Carlos endossou a mensagem: “100% de acordo com o Capitão“.
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O apoio dos brasileiros também alcançou outros ex-jogadores internacionais, e o italiano Marco Materazzi compartilhou a postagem original.
Os argentinos Javier Zanetti, Esteban Cambiasso e Javier Pastore também se posicionaram favoravelmente, assim como o italiano Christian Vieri e o português Pepe, ampliando o alcance do apoio público ao mandatário.
Ao apoiar Infantino, Cafu citou o projeto de investimento da Fifa Forward Enterprise (FFE) como exemplo de transformação institucional.
O plano previa três elementos: gestão integrada de ativos sob controle corporativo, valuation preliminar de US$ 20 bilhões, e venda de até 20% das ações a investidores externos, com arrecadação estimada em US$ 4,2 bilhões.
A oposição foi imediata, especialmente entre as confederações europeias e norte-americanas.
Desgaste político do dirigente da Fifa e resposta estratégica
O projeto não avançou diante da forte rejeição internacional, e a Uefa e a Concacaf afirmaram ter perdido confiança no dirigente após o fracasso.
O projeto previa a venda de até 20% da subsidiária a acionistas externos, o que aprofundava o receio de perda de controle sobre o futebol global.
Na declaração, Cafu disse que a gestão de Infantino trouxe ganhos institucionais.
Segundo o ex-lateral, jogadores e ex-jogadores passaram a ter voz efetiva nas decisões que moldam a modalidade, algo que antes não existia.








