Um novo material do grupo Cyberleek trouxe à tona os postos de gasolina de Grand Theft Auto VI, o GTA 6, espaços onde será possível reabastecer e consertar os veículos.
Esses pontos do mapa não servem apenas para manutenção dos carros: também é possível usá-los para cometer assaltos, agredindo ou até matando os funcionários presentes.
Em um dos trechos exibidos, Jason ataca um funcionário a socos até derrubá-lo. Em outra, o protagonista dispara uma pistola contra um trabalhador e assusta todos os clientes.
As cenas aparecem no meio de fugas da polícia, que segundo o material vazado terão funcionamento distinto do que os jogadores conheceram nos games anteriores da franquia.
Postos de gasolina para reabastecimento em GTA 6
A polícia em GTA 6 conhecerá a localização de Jason, mas não terá visão mágica sobre seus movimentos e ações.
O novo sistema de câmeras de vigilância parece criar um obstáculo para quem comete crimes ou dirige em alta velocidade.
Ele também poderá identificar veículos roubados denunciados pelos proprietários.
Por isso, esperar o alarme de um carro parar de soar não garante segurança contra a polícia enquanto o veículo é dirigido.
Além disso, quem tenta roubar um veículo ocupado pode enfrentar resistência do motorista, o que torna a ação criminosa mais difícil.
O material revela que batidas fortes podem exibir pequenas cenas dramáticas que mostram o impacto.
Isso aproxima GTA 6 do estilo visual da série Burnout, que usava sequências em câmera lenta quando os veículos eram destruídos.
Ao final do vídeo mais recente, Jason é visto adentrando um clube de striptease, cena que pode indicar o tema do próximo material a vazar.
Até agora, o Cyberleek não mostrou trechos de história nem gameplays com a protagonista Lucia.
Como o vídeo mostra o controle direto do personagem, o grupo pode ter acesso a uma versão jogável do jogo, e não apenas a arquivos internos.
Impacto financeiro e ações legais
Mesmo com as medidas adotadas pela Rockstar Games e pela Take-Two Interactive, novos vazamentos seguem surgindo.
A Eurogamer informou que o site do grupo saiu do ar, e um canal de Telegram supostamente associado a ele teve o mesmo destino.
Há dúvidas se esse canal realmente pertencia ao Cyberleek, pois usuários do Reddit argumentam que falsários podem estar imitando o grupo.
A companhia enviou ordens judiciais à Microsoft e ao Discord para tentar identificar os responsáveis.
Ainda assim, desconhece a verdadeira identidade dos hackers e a origem dos vazamentos.








