Além do troféu, Espanha e Argentina vão disputar, neste domingo (19), a maior premiação já paga por um título de Copa do Mundo. A campeã vai receber US$ 50 milhões, cerca de R$ 255 milhões, enquanto a vice-campeã fica com US$ 33 milhões.
Ao todo, a Fifa vai distribuir US$ 727 milhões, cerca de R$ 3,7 bilhões, entre as 48 seleções que disputaram a Copa do Mundo de 2026, valor 50% superior ao pago na edição de 2022, no Catar.
Como fica a distribuição por posição
O terceiro colocado do torneio vai receber US$ 29 milhões, e o quarto lugar, US$ 27 milhões.
As seleções que terminaram entre a quinta e a oitava posição ficam com US$ 19 milhões cada, enquanto as equipes entre o nono e o décimo sexto lugar recebem US$ 15 milhões.
Do 17º ao 32º lugar, o valor é de US$ 11 milhões, e as seleções entre a 33ª e a 48ª colocação, as piores campanhas do torneio, recebem US$ 9 milhões cada.
Quanto cada seleção já garantiu
Somente por disputar o torneio, cada uma das 48 seleções já recebeu cerca de R$ 53,7 milhões, dos quais aproximadamente R$ 7,6 milhões foram destinados a custos de preparação antes da competição começar.
O Brasil, eliminado nas oitavas de final e que encerrou a Copa na 11ª colocação geral, vai receber US$ 15 milhões da Fifa, cerca de R$ 77 milhões.
Salto expressivo na premiação
O aumento na premiação ao campeão é significativo na comparação histórica: em 2022, a Argentina faturou US$ 42 milhões pelo título conquistado no Catar, e a França, campeã em 2018, recebeu US$ 38 milhões.
A diferença de valores acompanha o novo formato do torneio, que passou a reunir 48 seleções pela primeira vez nesta edição, ante 32 equipes nas Copas anteriores.
O caminho até a decisão
A Espanha garantiu vaga na final ao vencer a França por 2 a 0, com gols de Oyarzabal e Pedro Porro, e chega em busca do bicampeonato mundial com apenas um gol sofrido em todo o torneio.
Já a Argentina avançou após vencer a Inglaterra por 2 a 1, de virada, com dois gols nos minutos finais, marcados por Enzo Fernández e Lautaro Martínez após assistências de Lionel Messi. A equipe de Lionel Scaloni busca o bicampeonato consecutivo, feito que, entre as seleções masculinas, só o Brasil alcançou, em 1958 e 1962.








