A eliminação do Brasil para a Noruega, nas oitavas de final da Copa do Mundo, segue rendendo desdobramentos fora de campo.
Depois que o influenciador Rafael Murmura acusou Vini Jr. de evitar a cobrança de um pênalti por conta de patrocínio de uma casa de apostas, a assessoria do atacante negou publicamente tanto a acusação quanto uma suposta mensagem de ameaça atribuída ao jogador.
O pênalti em questão foi desperdiçado por Bruno Guimarães, e não por Vini Jr., na disputa que selou a eliminação brasileira. Em vídeo publicado nas redes sociais, Murmura afirmou, sem apresentar provas, que Vini Jr. teria sido orientado a não cobrar a penalidade e insinuou que o atacante estaria sendo investigado pelo Ministério Público por causa disso.
A resposta de Vini Jr.
Logo após a partida, o próprio atacante já havia explicado publicamente que a escolha de quem cobraria o pênalti partiu de orientação da comissão técnica comandada por Carlo Ancelotti, negando qualquer tentativa pessoal de evitar a responsabilidade.
Murmura divulgou em suas redes, uma imagem que atribuía a Vini Jr. a mensagem “Se prepara pro processo Rafael, vai precisar provar”, à qual respondeu com ironia. A assessoria de imprensa do jogador negou que ele tenha enviado qualquer mensagem ao influenciador, classificando o print como falso.
Não é a única teoria
Outro influenciador, Everson Zoio, também associou nas redes sociais o pênalti não cobrado a possíveis interesses de casas de apostas, sem apresentar provas.
Já o apresentador Tiago Leifert criticou a escolha do técnico Ancelotti por outro motivo, sem mencionar apostas: para ele, jogadores de maior destaque, como o próprio Vini Jr., deveriam ter sido priorizados na cobrança em um momento decisivo da Copa do Mundo.
Nenhuma investigação confirmada até agora
Até a publicação da matéria, nem o Ministério Público nem qualquer outro órgão oficial confirmaram a abertura de investigação contra Vini Jr. relacionada ao episódio, como alegado pelo influenciador Rafael Murmura.








