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    Ex-presidente da Amil entra na seleção do Novo para ser prefeito de São Paulo

    Ex-presidente do Hospital Israelita Albert Einstein e da Amil, Claudio Lottenberg (foto) se inscreveu no processo seletivo para ser o candidato do Novo a prefeito de São Paulo no ano que vem. Vai disputar a vaga com Diogo da Luz, candidato a senador do partido em 2018, Emerson Kapaz, ex-deputado federal do PSDB e fundador...

    Redação Crusoé
    1 minuto de leitura 05.10.2019 16:41 comentários 10
    claudio lottemberg
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    Ex-presidente do Hospital Israelita Albert Einstein e da Amil, Claudio Lottenberg (foto) se inscreveu no processo seletivo para ser o candidato do Novo a prefeito de São Paulo no ano que vem.

    Vai disputar a vaga com Diogo da Luz, candidato a senador do partido em 2018, Emerson Kapaz, ex-deputado federal do PSDB e fundador do Pensamento Nacional das Bases Empresariais, e Filipe Sabará, presidente do Fundo Social do Estado de São Paulo.

    Sabará, no momento, é o favorito. Fundador do partido, já havia trabalhado como secretário de João Doria na prefeitura de São Paulo. A experiência de trabalho no município e no estado conta a seu favor.

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    Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

    Comentários (10)

    Uira

    2019-10-10 15:01:50

    Em SP, por exemplo, há uma série de candidatos melhores posicionados e com maior visibilidade, o que deve ocorrer em outras cidades, candidatos a reeleição, políticos tradicionais... A diferenciação que deveria ser feita é encaixar o discurso para a realidade de cada cidade, segurança em uma, saúde em outra, educação, emprego, mas tudo dentro da ideia de se empregar as melhores práticas e princípios do setor privado.


    Uira

    2019-10-10 14:52:55

    Desta forma, os candidatos a prefeito servem de vitrine para a plataforma e o discurso do partido visando aumentar a chance dos candidatos a vereadores serem eleitos por aqueles que compram o discurso. O discurso seria um só para todos os candidatos a prefeito, reduziria as chances em um contexto local, mas aumentaria dentro de um contexto global, mais vereadores eleitos e, aleatoriamente, alguns candidatos a prefeito no segundo turno em cidades que foram "atingidas" pelo tiro de bazuca.


    Uira

    2019-10-10 14:48:43

    A partir deste ângulo, os candidatos do partido deveriam ser aqueles que se encaixassem dentro do discurso que será adotado para vereadores e prefeitos. Se é trazer as práticas do setor privado para o setor público, então os candidatos a prefeito deveria vir do setor privado e ter um histórico por trás deles que serviria para vender o produto. Por outro lado, no quesito vereador, a lógica é um pouco diferente, o ideal é que haja mais gente que já tem um é na política.


    Uira

    2019-10-10 14:46:09

    É diferente, por exemplo, da estratégia de um partido que tem medalhões e chances elevadas em disputas específicas. O discurso do candidato acaba se descolando do discurso do partido devido à necessidade de se adaptar à situação específica. Teoricamente, o Novo estaria mirando no vazio e esperando acertar o que aparecesse pela frente. A diferença é que ele está dando um tiro de bazuca, ao invés de um tiro de precisão. Seria uma estratégia mais orgânica e baseada no programa do partido.


    Uira

    2019-10-10 14:41:25

    Quanto mais concisa, direta e simples, mais fácil é da msg ser captada. A questão de um discurso uníssono vindo de candidatos a vereador e a prefeito seria exatamente para gerar maior intensidade e "arrebatar" a parcela do eleitorado que se identifica com ele. Isto talvez seja pouco efetivo para conquistar as prefeituras, mas pode ser eficaz para eleger vereadores. Dentro desta perspectiva, o partido teria maiores chances onde o discurso tivesse maior aderência.


    Uira

    2019-10-10 14:35:48

    Isto seria válido sobretudo no primeiro turno, uma vez que de início é impossível o partido definir com precisão onde será mais competitivo e terá que adaptar sua pauta para as especificidades da cidade. Para o partido efetivamente decolar, ele precisa conquistar um público que inicialmente não se encaixa no perfil esperado, adotar um discurso único para todas as cidades pode servir para aumentar a potência da msg, desde que ele tenha aderência junto aos eleitores.


    Uira

    2019-10-10 14:29:55

    E a base governista, o Novo não está trabalhando nela? A estratégia do partido deveria ser construída para que as candidaturas à prefeito e a vereador fossem interligadas e se retroalimentassem. Tantos os candidatos a vereador quanto os a prefeito poderiam ter um mesmo discurso em todo o território nacional, já que o objetivo é crescer organicamente e difundir a plataforma do partido. Isto certamente trabalharia para reduzir os custos, focar o discurso e amplificar a mensagem.


    NELSON

    2019-10-07 12:40:54

    Nossa, imagine a turminha do Doria tomar conta da prefeitura de SP novamente. Será simplesmente o caos. vamos aguardar o desfecho desse teatro.


    Tania

    2019-10-07 11:59:30

    Não é Amil que deve impostos, como ficou este pagamento?


    Joao

    2019-10-06 19:14:28

    Tem meu voto!


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    Comentários (10)

    Uira

    2019-10-10 15:01:50

    Em SP, por exemplo, há uma série de candidatos melhores posicionados e com maior visibilidade, o que deve ocorrer em outras cidades, candidatos a reeleição, políticos tradicionais... A diferenciação que deveria ser feita é encaixar o discurso para a realidade de cada cidade, segurança em uma, saúde em outra, educação, emprego, mas tudo dentro da ideia de se empregar as melhores práticas e princípios do setor privado.


    Uira

    2019-10-10 14:52:55

    Desta forma, os candidatos a prefeito servem de vitrine para a plataforma e o discurso do partido visando aumentar a chance dos candidatos a vereadores serem eleitos por aqueles que compram o discurso. O discurso seria um só para todos os candidatos a prefeito, reduziria as chances em um contexto local, mas aumentaria dentro de um contexto global, mais vereadores eleitos e, aleatoriamente, alguns candidatos a prefeito no segundo turno em cidades que foram "atingidas" pelo tiro de bazuca.


    Uira

    2019-10-10 14:48:43

    A partir deste ângulo, os candidatos do partido deveriam ser aqueles que se encaixassem dentro do discurso que será adotado para vereadores e prefeitos. Se é trazer as práticas do setor privado para o setor público, então os candidatos a prefeito deveria vir do setor privado e ter um histórico por trás deles que serviria para vender o produto. Por outro lado, no quesito vereador, a lógica é um pouco diferente, o ideal é que haja mais gente que já tem um é na política.


    Uira

    2019-10-10 14:46:09

    É diferente, por exemplo, da estratégia de um partido que tem medalhões e chances elevadas em disputas específicas. O discurso do candidato acaba se descolando do discurso do partido devido à necessidade de se adaptar à situação específica. Teoricamente, o Novo estaria mirando no vazio e esperando acertar o que aparecesse pela frente. A diferença é que ele está dando um tiro de bazuca, ao invés de um tiro de precisão. Seria uma estratégia mais orgânica e baseada no programa do partido.


    Uira

    2019-10-10 14:41:25

    Quanto mais concisa, direta e simples, mais fácil é da msg ser captada. A questão de um discurso uníssono vindo de candidatos a vereador e a prefeito seria exatamente para gerar maior intensidade e "arrebatar" a parcela do eleitorado que se identifica com ele. Isto talvez seja pouco efetivo para conquistar as prefeituras, mas pode ser eficaz para eleger vereadores. Dentro desta perspectiva, o partido teria maiores chances onde o discurso tivesse maior aderência.


    Uira

    2019-10-10 14:35:48

    Isto seria válido sobretudo no primeiro turno, uma vez que de início é impossível o partido definir com precisão onde será mais competitivo e terá que adaptar sua pauta para as especificidades da cidade. Para o partido efetivamente decolar, ele precisa conquistar um público que inicialmente não se encaixa no perfil esperado, adotar um discurso único para todas as cidades pode servir para aumentar a potência da msg, desde que ele tenha aderência junto aos eleitores.


    Uira

    2019-10-10 14:29:55

    E a base governista, o Novo não está trabalhando nela? A estratégia do partido deveria ser construída para que as candidaturas à prefeito e a vereador fossem interligadas e se retroalimentassem. Tantos os candidatos a vereador quanto os a prefeito poderiam ter um mesmo discurso em todo o território nacional, já que o objetivo é crescer organicamente e difundir a plataforma do partido. Isto certamente trabalharia para reduzir os custos, focar o discurso e amplificar a mensagem.


    NELSON

    2019-10-07 12:40:54

    Nossa, imagine a turminha do Doria tomar conta da prefeitura de SP novamente. Será simplesmente o caos. vamos aguardar o desfecho desse teatro.


    Tania

    2019-10-07 11:59:30

    Não é Amil que deve impostos, como ficou este pagamento?


    Joao

    2019-10-06 19:14:28

    Tem meu voto!



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