Quaquá reclama da coordenação da campanha de Lula
Vice-presidente do PT diz não haver interlocução com a coordenação nacional da campanha de Lula
O prefeito de Maricá e vice-presidente do PT, Washington Quaquá, reclamou da estratégia adotada pela campanha de Lula (PT) no Rio de Janeiro.
No Instagram, ele disse não haver interlocução com a coordenação nacional da campanha e cobrou a abordagem de assuntos relacionados ao dia a dia do eleitor fluminense.
"Já passou da hora da campanha do presidente Lula parar de falar de ideologia e começar a falar sobre tudo de bom que nosso presidente já fez e continua fazendo pelo povo brasileiro. O governo Lula fez muito pelo povo. Melhorou a vida de milhões de pessoas, retomou programas sociais, gerou emprego e colocou comida na mesa de quem mais precisa. A campanha do Lula precisa mostrar isso, mostrar o que mudou na vida das famílias, dos trabalhadores, dos mais pobres. Precisa falar de salário, emprego, comida, saúde, educação e dignidade. O povo não quer só discurso. O povo quer saber o que melhorou na sua vida. E é isso que precisa estar no centro da nossa comunicação!", afirmou.
Em vídeo, Quaquá disse que, enquanto Flávio aparece dentro de um supermercado na televisão, Lula está falando de terras raras.
"O Flávio Bolsonaro vai para a televisão e aparece dentro de um supermercado falando da vida real, concreta, que, aliás, era muito pior no governo do pai dele. Ele vai lá fazer fake news, mas falando de coisas do dia a dia, e nós falando de terras raras. Sinceramente, cara [...] Enfim, tem que falar disso e sair dessa ideologia boba, fora da vida do povo. Vamos falar do que importa", afirmou.
"Tá difícil de diálogo porque não tem coordenação, não tem gente pra dialogar. A gente não consegue discutir política. Aqui no Rio mesmo, eu to fazendo pesquisa quanti-quali direto e eu não tenho com quem falar, porque não tem coordenação", continuou.
Em outro vídeo, Quaquá reclamou de um evento do qual Lula deve participar ao lado de músicos da MPB.
"Eu acho bacana, lindo, maravilhoso. São figuras extraordinárias do Brasil que eu amo [...] Mas é pregar para convertido, é falar para quem já praticamente vota na gente, pro nosso universo", disse.
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