"O fujão Eduardo Paes"
Garotinho questionou capacidade do ex-prefeito da capital de enfrentar o crime organizado; Marinho o chamou de "fujão"
A ausência do ex-prefeito do Rio de Janeiro Eduardo Paes (PSD) no primeiro debate ao governo estadual, no domingo, 9, foi criticada pelos demais candidatos.
Favorito nas pesquisas, Paes decidiu evitar o confronto com o ex-governador Anthony Garotinho (Republicanos) e 0 presidente da Alerj, Douglas Ruas (PL).
Garotinho questionou a capacidade do ex-prefeito de confrontar o crime organizado se ele nem sequer compareceu ao debate.
Já o candidato André Marinho (Novo) foi além e relembrou os tempos de imitador e satirizou Eduardo Paes.
"E o fujão do Eduardo Paes, que não foi capaz nem de tirar o lixo das favelas, quer dar palpite em segurança andando junto de quem negou blindado pro Rio. Foi o próprio governo Lula que segurou o pedido de blindados da Marinha que o estado fez pra megaoperação. É com essa gente que ele anda", afirmou.
Corrida ao governo do RJ
Pesquisa Genial/Quaest, divulgada em 27 de julho, mostra Eduardo Paes (PSD) liderando a disputa ao governo do estado, com 38% dos votos.
Douglas Ruas e Anthony Garotinho estão empatados em segundo lugar, com 10% dos votos.
William Siri (PSOL) tem 2%.
Os demais candidatos não passam de 1%.
Brancos, nulos e não vão votar são 16%. Indecisos são 19%.
Castro elege sucessor?
O levantamento apontou que 64% dos eleitores fluminenses não acham que o ex-governador Cláudio Castro (PL) mereça eleger um sucessor no estado do Rio de Janeiro.
Em abril, 53% dos entrevistados eram contrários à indicação.
No mesmo período, o percentual de apoiadores de Cláudio Castro caiu de 36% para 25%.
Bolsonaristas
Nem mesmo os bolsonaristas avaliam que Cláudio Castro mereça eleger um sucessor ao Palácio Guanabara.
Pelo menos 51% dos entrevistados que se identificam como apoiadores de Jair Bolsonaro acham que o ex-governador não deveria eleger um sucessor, enquanto 40 entendem que sim.
Em abril, os bolsonaristas contrários à continuidade da gestão Castro eram 37%. Os favoráveis eram 56%.
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