O relatório que viu tudo — e disse pouco
Até onde pode ir o Estado quando afirma agir em defesa da democracia sem destruir a própria liberdade de expressão que diz proteger?
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O relatório da Relatoria Especial para a Liberdade de Expressão da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) sobre o Brasil merece ser lido com atenção, não apenas pelo peso institucional de quem o assina, mas porque se propõe a enfrentar uma das questões centrais do nosso tempo: até onde pode ir o Estado quando afirma agir em defesa da democracia sem destruir, no caminho, a própria liberdade de expressão que diz proteger?
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