Justiça dos EUA destitui advogado que alegou defender Maduro
Juiz acatou pedido da defesa oficial e concluiu que Bruce Fein agiu sem consentimento do ditador venezuelano
O ex-ditador venezuelano Nicolás Maduro não será mais representado pelo famoso advogado Bruce Fein (foto), especialista em direito constitucional, nos Estados Unidos.
A decisão foi tomada pelo juiz Alvin Hellerstein, que destituiu Fein sob o argumento de que não há qualquer comprovação de que Maduro o tenha contratado para atuar em sua defesa.
A medida atendeu a um pedido apresentado pelo outro advogado de Maduro, Barry Pollack, que afirmou que "nem ele ele nem ninguém atuando em nome de Maduro" autorizou Fein a representar como defesa do ditador chavista.
"Sobre o processo judicial contra Nicolas Maduro nos EUA O famoso advogado Bruce Fein, que havia sido incluído como advogado de Maduro, foi destituído pelo juz da causa. De acordo com o Juiz, não há qualquer comprovação de que Maduro tenha contratado o advogado, e, portanto, ele não pode atuar em nome do venezuelano. O pedido de destituição foi feito pelo outro advogado de Maduro na corte, Barry Pollack, que afirmou que "nem ele ele nem ninguém atuando em nome de Maduro" autorizou Fein a comparecer como advogado. Pollack conversou diretamente com o seu cliente e confirmou que Fein agiu sem seu consentimento, não obstante o juiz tenha aprovado inicialmente a entrada de Fein como parte da defesa de Maduro", explicou o advogado Rodrigo Becker no X.
As graves acusações contra Maduro e Cilia Flores
Nicolás Maduro e sua esposa Cilia Flores foram acusados de quatro crimes pela Justiça federal americana: conspiração para narcoterrorismo, conspiração para importação de cocaína, posse de metralhadoras e dispositivos destrutivos, e conspiração para posse desses armamentos em apoio a atividades criminosas.
O indiciamento de 25 páginas detalha as ações que Maduro e Cilia teriam feito para serem alvo dessas acuações.
O documento também acusa o filho de Maduro, Nicolasito, e o ministro do Interior Diosdado Cabello.
Leia também: Maduro se declara inocente das acusações de narcoterrorismo
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