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    Diários

    China e Rússia não movem uma palha por Maduro

    Xi Jinping e Vladimir Putin apoiam Maduro só no discurso e Venezuela não consegue apoio concreto de seus aliados

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    José Inácio Pilar
    3 minutos de leitura 19.12.2025 11:08 comentários 0
    Imagem: IA por José Inácio Pilar
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    A recente escalada de tensões entre Estados Unidos e Venezuela despertou mensagens que a um leitor desatento poderia parecer importantes apoios da China e Rússia ao governo de Nicolás Maduro.

    Só que, na prática, essas duas potências não estão movendo um dedo sequer para auxiliar o ditador venezuelano.

    Enquanto Washington intensifica sua pressão com um bloqueio de navios-petroleiros e uma presença militar reforçada no Caribe, ameaçando uma ação militar, Pequim e Moscou só têm repetido palavras de suporte à soberania venezuelana sem se comprometer com ações que poderiam mudar o curso da crise.

    A China, maior compradora do petróleo venezuelano, manifestou oposição ao que chamou de “bullying unilateral” por parte dos Estados Unidos e reafirmou respeito "à dignidade e soberania" de Caracas e só.

    Ajuda concreta ou medidas efetivas para aliviar a pressão econômica e diplomática? Nada.

    A retórica chinesa, distante de envolver envios de recursos ou garantias de proteção, mostra a cautela de Pequim em equilibrar seus interesses comerciais com a necessidade de manter relações com Washington, seu principal parceiro econômico global.

    Nessa comparação, o peso econômico e geopolítico de Maduro é ínfimo e a China é pragmática, se Maduro cair, seguira disposta a fazer negócios com quem o suceder.

    Da Rússia, o tom não é muito diferente. Moscou expressou preocupação com as ações americanas e solicitou por uma normalização do diálogo entre Washington e Caracas.

    O Ministério das Relações Exteriores russo até pediu que a Casa Branca não permita "um erro fatal e se abstenha de agravar ainda mais a situação, que ameaça todo o hemisfério ocidental com consequências imprevisíveis".

    As declarações, portanto, ficaram no campo diplomático, sem sinais de planos de ajuda material, militar ou financeira. A conversa entre os ditadores Putin e Maduro, bem como a retórica de solidariedade, servem mais como uma mensagem política do que como um compromisso de assistência real.

    Em nada lembra 2008, quando o Kremlin mandou para a Venezuela uma pequena frota de navios importantes para exercícios militares conjuntos.

    Agora que a Rússia está mergulhada numa guerra que ela mesma iniciou e que drena suas finanças, a última coisa que ela quer é arranjar confusão com os EUA.

    Esse padrão de apoio somente da boca para fora escancara a fragilidade estratégica de Maduro diante da pressão americana.

    Enquanto os Estados Unidos aprofundam sua campanha para cortar as principais fontes de receita venezuelana (como falei aqui) e mantêm a opção de medidas ainda mais duras sobre a mesa, os aliados do ditador latino parecem se limitar a declarações que soam reconfortantes, mas que nada trazem de impacto real.

    A crise política e econômica de Venezuela continua, e o apoio internacional quase nulo só evidencia o quão isolado se tornou a ditadura de Nicolás Maduro, apesar das suas enormes reservas petrolíferas.

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