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    Drones russos na Polônia podem escalar guerra na Ucrânia?

    Primeiro-ministro da Polônia, Donald Tusk, acionou o Artigo 4 da Otan

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    Duda Teixeira
    3 minutos de leitura 10.09.2025 14:59 comentários 0
    Mark Rutte. Reprodução/redes sociais
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    Cerca de vinte drones russos invadiram o território da Polônia na noite desta terça, 9.

    Alguns chegaram a penetrar cerca de 300 quilômetros no território polonês.

    Caças poloneses e holandeses abateram vários desses veículos não tripulados. Houve ainda ajuda de um sistema de defesa antiaérea alemão e de um avião-radar da Itália.

    Drones e mísseis russos já tinham caído em território polonês antes, mas foram casos isolados.

    A quantidade de drones desta vez — que alguns veículos falam em 19, outros em 23 — atesta que não foi um erro ou um efeito colateral da guerra na vizinha Ucrânia, mas uma ação deliberada da ditadura de Vladimir Putin.

    O caso pode escalar a guerra para outro nível, com envolvimento direto da Organização do Tratado do Atlântico Norte, a Otan, uma vez que a Polônia integra o grupo.

    Artigo 5º

    Em seu artigo 5º, a Otan estabelece que um ataque a um de seus membros deve provocar a reação coletiva de todos os seus membros.

    O primeiro-ministro polonês, Donald Tusk, solicitou formalmente a invocação do Artigo 4 da Otan, que é um passo anterior.

    O Artigo 4 permite a convocação dos membros da aliança militar para negociações urgentes, quando um membro teme que sua segurança esteja em risco.

    Nesta quarta, 10, Tusk publicou uma mensagem nas redes sociais agradecendo a solidariedade de outros líderes europeus. Entre eles, citou o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, que não integra a aliança.

    "Nas minhas conversas de hoje com [o francês] Emmanuel Macron, [o britânico] Keir Starmer, o [ucraniano] Volodymyr Zelensky, a [italiana] Giorgia Meloni, o [alemão] Friedrich Merz, o [holandês] Dick Schoof e o secretário-geral da Otan [Mark Rutte], aceitei não apenas expressões de solidariedade com a Polônia, mas sobretudo propostas de apoio concreto à defesa aérea do nosso país."

    Mark Rutte (foto), secretário-geral da Otan, divulgou um vídeo sobre o encontro.

    "Os aliados expressaram solidariedade com a Polônia e denunciaram o comportamento irresponsável da Rússia", afirmou Rutte. "O que está claro é que a violação na última noite não foi um incidente isolado."

    O que Putin quer

    Putin parece se sentir empoderado, após as conversas diretas que teve com o presidente americano Donald Trump, no Alasca.

    Com o ataque, o russo busca demover os europeus de enviarem equipamentos militares para a Ucrânia.

    E talvez o russo esteja querendo ampliar as desavenças entre americanos e europeus.

    Trump tem sido refratário em relação a envolver os Estados Unidos em novas guerras.

    Para acionar o Artigo 5, não é necessário ter o aceite de todos os seus membros, mas a Otan costuma se mover por unanimidade.

    Além disso, iniciar uma guerra maior com a Rússia sem o apoio americano traria um risco para os líderes europeus, tanto externo como interno.

    Ainda que a população europeia seja majoritariamente contra Putin, a Europa já foi palco de duas guerras mundiais e está hoje em uma condição econômica precária, de baixo crescimento.

    Iniciar uma nova guerra traria custos elevados para a população, que poderia reagir contra os seus governantes.

    Esse é um medo que Putin não tem, pois governa seu país de forma autoritária e sem oposição.

    Putin, assim, deve continuar batendo. E a Europa deve seguir apanhando. Enquanto os Estados Unidos se fazem de desentendidos.

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