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Líderes europeus divergem sobre "força de garantia" na Ucrânia

"Não foi unânime hoje, como todos sabemos, e não precisamos de unanimidade", disse o presidente francês, Emmanuel Macron, após encontro em Paris

Crusoe
Redação Crusoé
5 minutos de leitura 27.03.2025 15:18 comentários 0
Líderes europeus divergem sobre "força de garantia" na Ucrânia
Foto: reprodução
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Os líderes europeus se reuniram nesta quinta-feira, 27, em Paris, na França, para o quarto encontro da "coalizão dos dispostos" a fim de reafirmar seu apoio a longo prazo à Ucrânia.

O nome dado ao grupo faz uma contraposição a tudo o que Donald Trump e os Estados Unidos têm feito por Vladimir Putin e pela Rússia.

Segundo a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, os europeus deram "outra demonstra demonstração de unidade", fazendo das Forças Armadas ucranianas "a melhor garantia de segurança para defender seu país".

"Para alcançar a paz, a Ucrânia deve ser forte, a Europa deve ser forte", acrescentou.

Na cúpula, os líderes discutiram, entre outros pontos, a criação de uma "força de garantia", que seria mobilizada no caso de um acordo de paz para impedir futuras agressões russas.

Contudo, os representantes europeus fizeram pouco progresso.

"Não foi unânime hoje, como todos sabemos, e não precisamos de unanimidade", disse o presidente francês, Emmanuel Macron, em entrevista coletiva.

Sem dar mais detalhes, o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, disse que os líderes concordaram com a necessidade de mais apoio a Kiev e garantir que a Ucrânia chegue em uma posição mais forte em qualquer processo de paz.

Starmer também afirmou que gostaria de ver um acordo de paz se desenvolvendo "em dias e semanas, não em meses".

No X, ao comentar o encontro, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, voltou a dizer que a posição da Rússia é "continuar a guerra".

"Durante a reunião de líderes na França sobre apoio à Ucrânia, enfatizei que a guerra ainda está em andamento — e só está acontecendo por causa da Rússia, cuja posição é simples: continuar a guerra, continuar atacando e atrasar a diplomacia.

Agora mesmo, há propostas dos EUA na mesa — incluindo uma para um cessar-fogo total e incondicional. Nós concordamos com isso. Mas, claro, a Rússia rejeitou e jogou um monte de condições sem sentido que ninguém pediu.

O mesmo vale para a ideia de um cessar-fogo no Mar Negro. A Rússia está tentando impor suas próprias condições aos nossos parceiros, mas essas condições são irrealistas. Levantar sanções à Rússia agora seria um desastre para a diplomacia. Sanções são uma das poucas ferramentas reais que o mundo tem para pressionar a Rússia a ter conversas sérias."

Pressão

Zelensky também pediu o endurecimento da pressão contra Moscou.

"O que mais existe, além de sanções? Se as sanções forem enfraquecidas e a Rússia quebrar o acordo, trazer as sanções de volta será incrivelmente lento e difícil. E, até lá, muitos simplesmente deixarão de acreditar que as sanções realmente funcionam.

A Rússia quebra suas promessas com muita frequência – não podemos dar passos em direção a elas a menos que elas realmente mudem. As sanções devem permanecer em vigor enquanto a agressão e a ocupação continuarem. Estou pedindo a todos vocês que permaneçam firmes e trabalhem com nossos outros parceiros para manter a pressão sobre a Rússia.

Ao mesmo tempo, precisamos de apoio contínuo para nossa defesa e resiliência. É por isso que todas as decisões concretas para apoiar a Ucrânia são tão importantes – tanto em nível nacional, como seus pacotes de apoio nacional, quanto por meio de iniciativas conjuntas de defesa e financeiras, especialmente em nível da UE. Por favor, continuem apoiando esses esforços, em linha com nossos interesses compartilhados.

Todos os dias na Ucrânia significam bombas russas, drones, ameaças constantes de mísseis. A situação na linha de frente ainda é muito difícil. A estabilização na frente é uma base sólida para a diplomacia. Conseguimos tornar as coisas mais estáveis ​​em Donetsk, e continuamos as operações na região de Kursk, na Rússia, para proteger nossas áreas orientais."

A estratégia de Putin

O presidente ucraniano disse ainda que Putin prolonga as negociações para negociar de uma posição mais forte.

"De acordo com nossa inteligência, a Rússia está se preparando para novas ofensivas contra as regiões de Sumy, Kharkiv e Zaporizhzhia. Eles estão prolongando as negociações e tentando prender os EUA em discussões intermináveis ​​e sem sentido sobre falsas 'condições' apenas para ganhar tempo e, então, tentar tomar mais terras.

Putin quer negociar território de uma posição mais forte. Ele está pensando apenas em guerra. Então, nosso trabalho é defesa no sentido mais amplo da palavra. Isso significa manter a ajuda militar em andamento, mas também precisamos de investimentos, mais projetos conjuntos, coprodução e localização — tudo voltado para aumentar e desenvolver nossa produção de defesa, de projéteis a drones e mísseis.

A Europa precisa de tudo o que puder para se defender."

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