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    A escolinha do professor Marcos Lisboa

    O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, escalou o economista Marcos Lisboa (foto), do Insper, para dar aulas a deputados sobre os impactos econômicos e sociais da reforma tributária. O primeiro workshop foi na quinta-feira, 1º, na sede do Insper, em São Paulo, e teve a participação de mais de 10 deputados. Lisboa tratou dos aspectos...

    Redação Crusoé
    1 minuto de leitura 03.08.2019 08:22 comentários 10
    marcos lisboa
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    O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, escalou o economista Marcos Lisboa (foto), do Insper, para dar aulas a deputados sobre os impactos econômicos e sociais da reforma tributária.

    O primeiro workshop foi na quinta-feira, 1º, na sede do Insper, em São Paulo, e teve a participação de mais de 10 deputados. Lisboa tratou dos aspectos econômicos da proposta.

    Uma nova aula foi marcada para 8 de agosto. O economista, um dos que Maia mais ouve, deverá falar sobre a repercussão social da proposta.

    Lisboa é um crítico de um imposto único sobre movimentações financeiras que substitua outros tributos federais, como já defendeu o movimento empresarial Brasil 200.

    O movimento se comprometeu a apoiar a proposta de reforma tributária de Luciano Bivar, deputado federal que preside o PSL, que também unifica impostos.

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    Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

    Comentários (10)

    Sônia

    2019-08-10 06:45:31

    Espero que esses deputados que deveriam ser os representantes do povo e não o foram na Reforma da Previdência não aprovem o imposto único, um Governo que prometeu cortar privilégios, além de fazer uma reforma injusta com os mais pobres, com o imposto único privilegia os ricos como eles mesmos e outros !!! 10%para quem ganha R$50000,00 é uma coisa, restam 45000, já quem ganha R$5000,00, R$500,00 é muito!!!


    JUAN

    2019-08-05 11:26:14

    Maia está claramente tentando dissuadir os deputados dessa ideia insana do imposto único e tentando angariar apoio à proposta do Bernard Appy. O imposto único sobre transações financeiras é uma solução simples para um problema complexo e causa distorções enormes na cadeia de produção. Seria um desastre pro Brasil. Um sistema tributário tem que ter 4 virtudes: ser simples, isonômico, transparente e neutro (não causa desequilibrio nas cadeias de produção). O imposto único é só simples.


    José

    2019-08-05 11:05:45

    Pare de gastar dinheiro nosso com essa bobagem


    Luiz

    2019-08-04 11:14:15

    Incrível, aulas em São Paulo. O deslocamento do palestrante à Brasília seria muito mais econômico para os cofres públicos, mas ai Sas.Exas. não teriam direito à diárias e ao belo passeio.


    Uirá

    2019-08-03 21:14:19

    Carga tributária vs crescimento econômico, orçamento vs carga tributária, nível de serviço governo 1 vs nível de serviço governo 2 (teoricamente isto está fora do modelo do mecanismo, mas vale lembrar que um governo mais eficiente oferece mais serviço com um orçamento menor, o que teoricamente poderia fazer com que a banda pudesse ser baixada e o endividamento reduzido mais ainda).


    Uirá

    2019-08-03 21:10:58

    O endividamento pode ser acionado quando há um crescimento econômico elevado, teoricamente nada impede isto, mas deveria ser mais dificultado. É preciso dar ao mesmo tempo flexibilidade para que se conduza as políticas sociais, mas ao mesmo tempo é necessário se impedir o que Dilma Rousseff fez. Tal mecanismo poderia inclusive servir para se comparar o desempenho de diferentes governos conforme o crescimento ou recessão, expansão ou diminuição da dívida pública.


    Uirá

    2019-08-03 21:08:20

    Portante, carga = banda flutuante, percentual de crescimento econômico acima do percentual de crescimento populacional => redução da carga e do endividamento público de acordo com a diferença entre os percentuais. Recessão => carga tributária aumenta e endividamento público é acionado, se a recessão for prolongada, então a carga aumentaria substancialmente e o endividamento tb. A banda pode ser alterada, sim, mas com maior dificuldade.


    Uirá

    2019-08-03 21:03:10

    Diante de todo o caos do país é um tanto difícil discutir questões mais complexas e talvez seja melhor se pensar em uma abordagem incremental, mas é possível se desenhar um sistema mais flexível e que teoricamente atenda à mais de um espectro ideológico (é claro que isto não adianta nada, a esquerda marxista vive do discurso, não da aderência dele à realidade, mas isto serve para se acabar com certos argumentos que não encontram ressonância nos fatos).


    Uirá

    2019-08-03 21:01:19

    Se aumentar o orçamento do Estado, e não a carga tributária, for o que gera riqueza, então é isto o que acontecerá. No ambiente de crescimento econômico acima do crescimento populacional, o orçamento do Estado cresce acima da demanda ex-ante por serviços. No contexto de uma recessão ou desaceleração do crescimento, o Estado preservaria seu orçamento e sua carga, enquanto o mercado perderia parte de sua relevância, teoricamente pelo discurso marxista, mais riqueza deveria ser gerada.


    Uirá

    2019-08-03 20:57:40

    Como ele cria "gordura", reduzindo o endividamento público, que poderia ser utilizado depois em um ambiente recessivo para que a carga tributária fosse elevada, mas paulatinamente para não causar um grande impacto no mercado. Além disto, outra vantagem de se estabelecer um modelo assim é realmente demonstrar o papel de cada um no processo de geração e criação de riqueza. Se reduz a carga dá ao mercado maior margem para gerar riqueza, então é isto o que acontecerá.


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    Comentários (10)

    Sônia

    2019-08-10 06:45:31

    Espero que esses deputados que deveriam ser os representantes do povo e não o foram na Reforma da Previdência não aprovem o imposto único, um Governo que prometeu cortar privilégios, além de fazer uma reforma injusta com os mais pobres, com o imposto único privilegia os ricos como eles mesmos e outros !!! 10%para quem ganha R$50000,00 é uma coisa, restam 45000, já quem ganha R$5000,00, R$500,00 é muito!!!


    JUAN

    2019-08-05 11:26:14

    Maia está claramente tentando dissuadir os deputados dessa ideia insana do imposto único e tentando angariar apoio à proposta do Bernard Appy. O imposto único sobre transações financeiras é uma solução simples para um problema complexo e causa distorções enormes na cadeia de produção. Seria um desastre pro Brasil. Um sistema tributário tem que ter 4 virtudes: ser simples, isonômico, transparente e neutro (não causa desequilibrio nas cadeias de produção). O imposto único é só simples.


    José

    2019-08-05 11:05:45

    Pare de gastar dinheiro nosso com essa bobagem


    Luiz

    2019-08-04 11:14:15

    Incrível, aulas em São Paulo. O deslocamento do palestrante à Brasília seria muito mais econômico para os cofres públicos, mas ai Sas.Exas. não teriam direito à diárias e ao belo passeio.


    Uirá

    2019-08-03 21:14:19

    Carga tributária vs crescimento econômico, orçamento vs carga tributária, nível de serviço governo 1 vs nível de serviço governo 2 (teoricamente isto está fora do modelo do mecanismo, mas vale lembrar que um governo mais eficiente oferece mais serviço com um orçamento menor, o que teoricamente poderia fazer com que a banda pudesse ser baixada e o endividamento reduzido mais ainda).


    Uirá

    2019-08-03 21:10:58

    O endividamento pode ser acionado quando há um crescimento econômico elevado, teoricamente nada impede isto, mas deveria ser mais dificultado. É preciso dar ao mesmo tempo flexibilidade para que se conduza as políticas sociais, mas ao mesmo tempo é necessário se impedir o que Dilma Rousseff fez. Tal mecanismo poderia inclusive servir para se comparar o desempenho de diferentes governos conforme o crescimento ou recessão, expansão ou diminuição da dívida pública.


    Uirá

    2019-08-03 21:08:20

    Portante, carga = banda flutuante, percentual de crescimento econômico acima do percentual de crescimento populacional => redução da carga e do endividamento público de acordo com a diferença entre os percentuais. Recessão => carga tributária aumenta e endividamento público é acionado, se a recessão for prolongada, então a carga aumentaria substancialmente e o endividamento tb. A banda pode ser alterada, sim, mas com maior dificuldade.


    Uirá

    2019-08-03 21:03:10

    Diante de todo o caos do país é um tanto difícil discutir questões mais complexas e talvez seja melhor se pensar em uma abordagem incremental, mas é possível se desenhar um sistema mais flexível e que teoricamente atenda à mais de um espectro ideológico (é claro que isto não adianta nada, a esquerda marxista vive do discurso, não da aderência dele à realidade, mas isto serve para se acabar com certos argumentos que não encontram ressonância nos fatos).


    Uirá

    2019-08-03 21:01:19

    Se aumentar o orçamento do Estado, e não a carga tributária, for o que gera riqueza, então é isto o que acontecerá. No ambiente de crescimento econômico acima do crescimento populacional, o orçamento do Estado cresce acima da demanda ex-ante por serviços. No contexto de uma recessão ou desaceleração do crescimento, o Estado preservaria seu orçamento e sua carga, enquanto o mercado perderia parte de sua relevância, teoricamente pelo discurso marxista, mais riqueza deveria ser gerada.


    Uirá

    2019-08-03 20:57:40

    Como ele cria "gordura", reduzindo o endividamento público, que poderia ser utilizado depois em um ambiente recessivo para que a carga tributária fosse elevada, mas paulatinamente para não causar um grande impacto no mercado. Além disto, outra vantagem de se estabelecer um modelo assim é realmente demonstrar o papel de cada um no processo de geração e criação de riqueza. Se reduz a carga dá ao mercado maior margem para gerar riqueza, então é isto o que acontecerá.



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