Crusoé
12.08.2026 Fazer Login Assinar
Crusoé
Crusoé
Fazer Login
  • Acervo
  • Edição diária
Edição Semanal
Pesquisar
crusoe

X

  • Olá! Fazer login
Pesquisar
  • Acervo
  • Edição diária
  • Edição Semanal
  • Entrevistas
  • O Caminho do Dinheiro
  • Ilha de Cultura
  • Leitura de Jogo
  • Poder
  • Colunistas
  • Assine já
    • Princípios editoriais
    • Central de ajuda ao assinante
    • Política de privacidade
    • Termos de uso
    • Política de Cookies
    • Código de conduta
    • Política de compliance
    • Baixe o APP Crusoé
E siga a Crusoé nas redes
Facebook Twitter Instagram

Como a Nova Zelândia conseguiu ter apenas 50 mortes por Covid em dois anos

A Nova Zelândia, país de 5 milhões de habitantes, registrou 25 mortes por Covid em 2020. No ano passado, o número se repetiu. O total em dois anos, 50, é menor do que o que o Brasil registrou apenas no último dia 6 de janeiro. Em janeiro deste ano, o sucesso dos neozelandeses e da...

Crusoe
Redação Crusoé
5 minutos de leitura 09.01.2022 18:10 comentários 10
Como a Nova Zelândia conseguiu ter apenas 50 mortes por Covid em dois anos
Jacinda Ardern Nova Zelândia
  • Whastapp
  • Facebook
  • Twitter
  • COMPARTILHAR

A Nova Zelândia, país de 5 milhões de habitantes, registrou 25 mortes por Covid em 2020. No ano passado, o número se repetiu. O total em dois anos, 50, é menor do que o que o Brasil registrou apenas no último dia 6 de janeiro. Em janeiro deste ano, o sucesso dos neozelandeses e da primeira-ministra Jacinda Ardern (foto) na pandemia virou tema de um livro, lançado em inglês. A obra Política na Pandemia: Jacinda Ardern e a Eleição de 2020 na Nova Zelândia foi organizada pelo cientista político Stephen Levine, professor da Universidade Victoria, na cidade de Wellington. Levine falou a Crusoé:

O fato de a Nova Zelândia ser uma ilha facilitou a contenção do coronavírus no país?
Pode-se afirmar que países insulares podem melhor proteger os seus cidadãos em uma pandemia das ameaças de fora. As fronteiras podem ser fechadas e monitoradas com mais facilidade. Mas nem todos os estados insulares foram bem-sucedidos. Madagascar teve mais de 50 mil casos e mais de mil mortes. No Pacífico, a Nova Caledônia teve 13 mil casos e 281 mortes. Fiji, 53 mil casos e 697 mortes. A Polinésia Francesa, 46 mil casos e 636 mortes. Mesmo assim, muitos países que são ilhas do Pacífico não tiveram nenhum caso e nenhuma morte, o que sugere que é mais fácil para um estado insular impedir que o vírus entre no país. Também é verdade que muitos países que são ilhas, incluindo a Nova Zelândia, alcançaram altas taxas de vacinação. Isso também parece mostrar que eles conseguem alcançar mais facilmente toda a população necessitada.

Algumas políticas da Nova Zelândia poderiam servir de inspiração para o resto do mundo?
A experiência da Nova Zelândia mostra que é possível conter, controlar e derrotar o vírus. Certa vez, o governo decretou um lockdown de emergência depois que um viajante vindo da Austrália testou positivo para a Covid. O caso virou piada no resto do mundo. Diziam que o país estava reagindo de forma muito dramática com apenas um único caso noticiado. Mas dentro da Nova Zelândia não houve zombaria. As pessoas entenderam que o governo estava respondendo de forma rápida e ampla, cercando a Covid-19 antes que ela pudesse se espalhar. Essa abordagem mostrou que, para o governo, a vida dos neozelandeses era a prioridade. Nosso sucesso mostra que o governo deve ser cauteloso e não deixar que a vida e o bem-estar das pessoas corram riscos desnecessários. É claro que há um preço a se pagar — um preço alto — por esse esforço. Os lockdowns podem ser estressantes para indivíduos e suas famílias, e podem ter consequências graves em diferentes setores da economia. No entanto, se a principal tarefa de um governo é fornecer segurança para seu povo e manter seus cidadãos saudáveis ​​e vivos, então vale a pena pagar esse preço.

A Nova Zelândia poderia ser um exemplo de como os lockdowns devem ser implementados?
O sucesso ou fracasso de um lockdown depende de uma série de fatores, incluindo a reputação do primeiro-ministro ou do presidente, o grau de confiança do público nas suas lideranças e a competência dos que tomam as decisões. A Nova Zelândia realizou bloqueios nacionais e regionais. O escopo e a duração desses lockdowns sempre foram anunciados imediatamente, com anúncios na televisão, na internet e em mensagens para os celulares das pessoas. Neles, as autoridades explicavam o motivo do lockdown. Depois, reavaliavam regularmente a necessidade das medidas. Em qualquer país, a adoção de políticas lógicas e prudentes e a comunicação clara e coerente aumentam a probabilidade de que o público aceite um lockdown como uma resposta razoável a uma ameaça persistente.

O estilo de governar da primeira-ministra Jacinda Ardern contribuiu para esse sucesso?
Jacinda tomou decisões baseadas na ciência, após consultar o ministro de Saúde. Fez coletivas de imprensa regulares, que incluíram sessões de perguntas e respostas e que foram transmitidas pelas redes sociais. Nessas horas, ter uma liderança boa, respeitada e confiável, é muito importante. Jacinda tinha o domínio dos fatos e uma capacidade comprovada de se comunicar com a população com eficiência. Com isso, ela conseguiu criar uma cumplicidade com o público, que confiou inteiramente nela. Um exemplo disso ocorreu em 2020, quando o governo decidiu adiar as eleições parlamentares por causa da pandemia. Os partidos suspenderam suas campanhas. Mas todas as siglas, a imprensa e o público em geral apoiaram a decisão. Depois, a eleição ocorreu normalmente. Ninguém ficou com medo de que o pleito não ocorreria ou pensou que a nossa democracia estava em perigo.

Qual foi o resultado eleitoral para Jacinda Ardern e para o seu Partido Trabalhista?
O governo de Jacinda Ardern não apenas foi reeleito, como ampliou sua maioria no Parlamento. O resultado foi extraordinário. Foi a primeira vez desde a introdução do atual sistema eleitoral, em 1996, que um partido político conseguiu a maioria dos votos. Isso permitiu ao Partido Trabalhista governar sem depender de coalizões, embora depois tenha optado por incluir o Partido Verde no governo.

Diários

Viana acusa Moraes de mandar “recado” a jornalistas

Redação Crusoé Visualizar

Guimarães: Fim da “taxa das blusinhas” é prioridade do governo

Guilherme Resck Visualizar

Lula manobrou Centrão para isolar Flávio

Duda Teixeira Visualizar

Venezuela e Israel retomam coordenação consular após 17 anos

Redação Crusoé Visualizar

Marinho cobra julgamento de ações sobre Lei da Dosimetria

Redação Crusoé Visualizar

Após racha, Michelle declara união com Flávio: “Vamos vencer”

Wal Lima Visualizar

Mais Lidas

A experiência de Renan Santos no setor privado

A experiência de Renan Santos no setor privado

Visualizar notícia
Bashar Assad é condenado à morte na Síria

Bashar Assad é condenado à morte na Síria

Visualizar notícia
Discord diz ter agido antes da morte de adolescente de 13 anos

Discord diz ter agido antes da morte de adolescente de 13 anos

Visualizar notícia
Garotinho tenta esconder o passado com discurso antissistema

Garotinho tenta esconder o passado com discurso antissistema

Visualizar notícia
Haddad culpa Congresso e varejistas por taxa das blusinhas

Haddad culpa Congresso e varejistas por taxa das blusinhas

Visualizar notícia
Haddad despreza concurseiros iludidos pelo PT

Haddad despreza concurseiros iludidos pelo PT

Visualizar notícia
Milei usa insultos como arma política

Milei usa insultos como arma política

Visualizar notícia
O problema de ACM Neto com o bolsonarismo

O problema de ACM Neto com o bolsonarismo

Visualizar notícia
O que a direita tem a oferecer 

O que a direita tem a oferecer 

Visualizar notícia
Raquel Lyra escolhe namorado como primeiro suplente de Túlio Gadêlha

Raquel Lyra escolhe namorado como primeiro suplente de Túlio Gadêlha

Visualizar notícia

Tags relacionadas

Covid

eleições

Jacinda Ardern

Lockdown

Nova Zelândia

Pandemia

< Notícia Anterior

A resistência do STF e da Câmara em afastar deputados enrolados, como Maranhãozinho

09.01.2022 00:00 | 4 minutos de leitura
Visualizar
Próxima notícia >

Afastados nacionalmente, PT e PDT discutem aliança improvável no Rio

10.01.2022 00:00 | 4 minutos de leitura
Visualizar

Redação Crusoé

Suas redes

Twitter Instagram Facebook

Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

Comentários (10)

Olívia m a menezes

2022-01-11 12:17:21

O daqui mostra que nem o exército têm condições de protejer a nação.


HELVECIO

2022-01-10 18:07:44

Gostaria de ter uma Jacinta no Brasil. Ao compará-la com o nosso presidente dá uma enorme inveja.


Nelson

2022-01-10 13:21:27

Como aqui foi feito tudo ao contrário. derrota acachapante do Jair é o esperado.


Vasconcellos

2022-01-10 11:46:03

Olha, Crusoé: tenho asco do Bolsonarismo, mas é absolutamente ridículo comparar com o Brasil um país minúsculo como a Nova Zelândia. É um desrespeito ao leitor. É como colocar lado a lado um um elefante e um camundongo. Este tipo de notícia é desinformação pura. Meia verdade bem no estilo Jornal Nacional.


ARNALDO

2022-01-10 06:19:43

Do ponto de vista epidemiologico foi um sucesso. A matéria poderia ter incluído a estratégia econômica adotada.


Gaspar José Abreu Bustamante

2022-01-10 00:05:12

É importante sabermos a idade média da população do país assim como sabemos também a faixa de idade dos casos q foram a obito


Maria

2022-01-09 23:32:04

MORO PRESIDENTE 2022! 🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷


Jose

2022-01-09 23:07:16

Bozistas são ridículos. A reportagem não compara NZ com o Brasil. Apenas descreve o que aconteceu por lá. Teve uma líder que gerenciou a crise usando dados científicos. Aqui, como sabemos, a crise foi gerenciada usando propositalmente o charlatanismo como instrumento para genocídio. Bozistas são criminosos!


Nyco

2022-01-09 21:22:37

Tudo é relativo e não tem como comparar um pequeno pais insular com um pais continental, onde a população brasileira é 42 vezes maior. Assim teríamos que se debruçar e estudar países pequenos com taxas de letalidade muito grande, tipo: México, Peru, Reino Unido, França, Itália, etc... Portanto, tudo é relativo.


Globolixo

2022-01-09 21:10:12

Blá,blá,blá,blá será q dar pra entender, quer q desenhe! Lá pode fechar tudo por 5 anos, porque são ricos! Nós pauperrimos, por isso não dá para comparar! Seus cérebros de ameba!


Torne-se um assinante para comentar

Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

Comentários (10)

Olívia m a menezes

2022-01-11 12:17:21

O daqui mostra que nem o exército têm condições de protejer a nação.


HELVECIO

2022-01-10 18:07:44

Gostaria de ter uma Jacinta no Brasil. Ao compará-la com o nosso presidente dá uma enorme inveja.


Nelson

2022-01-10 13:21:27

Como aqui foi feito tudo ao contrário. derrota acachapante do Jair é o esperado.


Vasconcellos

2022-01-10 11:46:03

Olha, Crusoé: tenho asco do Bolsonarismo, mas é absolutamente ridículo comparar com o Brasil um país minúsculo como a Nova Zelândia. É um desrespeito ao leitor. É como colocar lado a lado um um elefante e um camundongo. Este tipo de notícia é desinformação pura. Meia verdade bem no estilo Jornal Nacional.


ARNALDO

2022-01-10 06:19:43

Do ponto de vista epidemiologico foi um sucesso. A matéria poderia ter incluído a estratégia econômica adotada.


Gaspar José Abreu Bustamante

2022-01-10 00:05:12

É importante sabermos a idade média da população do país assim como sabemos também a faixa de idade dos casos q foram a obito


Maria

2022-01-09 23:32:04

MORO PRESIDENTE 2022! 🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷


Jose

2022-01-09 23:07:16

Bozistas são ridículos. A reportagem não compara NZ com o Brasil. Apenas descreve o que aconteceu por lá. Teve uma líder que gerenciou a crise usando dados científicos. Aqui, como sabemos, a crise foi gerenciada usando propositalmente o charlatanismo como instrumento para genocídio. Bozistas são criminosos!


Nyco

2022-01-09 21:22:37

Tudo é relativo e não tem como comparar um pequeno pais insular com um pais continental, onde a população brasileira é 42 vezes maior. Assim teríamos que se debruçar e estudar países pequenos com taxas de letalidade muito grande, tipo: México, Peru, Reino Unido, França, Itália, etc... Portanto, tudo é relativo.


Globolixo

2022-01-09 21:10:12

Blá,blá,blá,blá será q dar pra entender, quer q desenhe! Lá pode fechar tudo por 5 anos, porque são ricos! Nós pauperrimos, por isso não dá para comparar! Seus cérebros de ameba!



Notícias relacionadas

Viana acusa Moraes de mandar “recado” a jornalistas

Viana acusa Moraes de mandar “recado” a jornalistas

Redação Crusoé
11.08.2026 16:32 2 minutos de leitura
Visualizar notícia
Guimarães: Fim da “taxa das blusinhas” é prioridade do governo

Guimarães: Fim da “taxa das blusinhas” é prioridade do governo

Guilherme Resck
11.08.2026 16:27 3 minutos de leitura
Visualizar notícia
Lula manobrou Centrão para isolar Flávio

Lula manobrou Centrão para isolar Flávio

Duda Teixeira
11.08.2026 16:12 2 minutos de leitura
Visualizar notícia
Venezuela e Israel retomam coordenação consular após 17 anos

Venezuela e Israel retomam coordenação consular após 17 anos

Redação Crusoé
11.08.2026 15:59 2 minutos de leitura
Visualizar notícia

Variedades

Ver mais

Confederações se unem e publicam nota oficial pedindo a saída de presidente da Fifa

Confederações se unem e publicam nota oficial pedindo a saída de presidente da Fifa

Visualizar notícia
Reunião organizada pela CBF reunirá clubes para definir o futuro do futebol brasileiro

Reunião organizada pela CBF reunirá clubes para definir o futuro do futebol brasileiro

Visualizar notícia
Enquanto Virginia surpreendeu Zé Felipe com presente de R$ 8 mil, Neymar pai ganhou presente milionário

Enquanto Virginia surpreendeu Zé Felipe com presente de R$ 8 mil, Neymar pai ganhou presente milionário

Visualizar notícia
Valor pago pelas bets em impostos para o governo passará por grande mudança em 2027

Valor pago pelas bets em impostos para o governo passará por grande mudança em 2027

Visualizar notícia
Brasileiros de baixa renda podem se inscrever em disputa por casas que serão doadas pelo governo

Brasileiros de baixa renda podem se inscrever em disputa por casas que serão doadas pelo governo

Visualizar notícia
Afastado da CBF há cinco anos, Rogério Caboclo será candidato à presidência de gigante brasileiro

Afastado da CBF há cinco anos, Rogério Caboclo será candidato à presidência de gigante brasileiro

Visualizar notícia

Crusoé
o antagonista
Facebook Twitter Instagram

Acervo Edição diária Edição Semanal

Redação SP

Av Paulista, 777 4º andar cj 41
Bela Vista, São Paulo-SP
CEP: 01311-914

Acervo Edição diária

Edição Semanal

Facebook Twitter Instagram

Assine nossa newsletter

Inscreva-se e receba o conteúdo de Crusoé em primeira mão

Crusoé, 2026,
Todos os direitos reservados
Com inteligência e tecnologia:
Object1ve - Marketing Solution
Quem somos Princípios Editoriais Assine Política de privacidade Termos de uso