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    O chanceler e o amor

    Em seu discurso de posse nesta quarta-feira, dia 2, o chanceler Ernesto Araújo falou "amor" quinze vezes. Ele citou esse sentimento quase o mesmo número de vezes em que falou "liberdade", que usou dezoito vezes. "Amizade" e "diplomacia" não aparecem. A seguir, os trechos mais emotivos de sua fala: "Para explicar isso eu queria apelar a...

    Redação Crusoé
    2 minutos de leitura 03.01.2019 14:21 comentários 10
    Ernesto Araújo Itamaraty
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    Em seu discurso de posse nesta quarta-feira, dia 2, o chanceler Ernesto Araújo falou "amor" quinze vezes. Ele citou esse sentimento quase o mesmo número de vezes em que falou "liberdade", que usou dezoito vezes. "Amizade" e "diplomacia" não aparecem.

    A seguir, os trechos mais emotivos de sua fala:

    "Para explicar isso eu queria apelar a um brasiliense ilustre, Renato Russo, quando ele diz: 'é só o amor, é só o amor que conhece o que é verdade'. Não são a cautela ou a prudência que conhecem o que é a verdade, mas o amor. A cautela, a prudência e o pragmatismo são bons instrumentos, quando sabemos para onde queremos ir, mas eles não nos ensinam para onde ir, não nos mostram o que somos, não nos explicam a nós mesmos. É só o amor que explica o Brasil. O amor, o amor e a coragem que do amor decorre, conduziram os nossos ancestrais a formarem esta nação imensa e complexa. Nós passamos anos na escola, quase todos nós, eu acho, escutando que foi a ganância ou o anseio de riqueza, ou pior ainda o acaso, que formou o Brasil, mas não foi. Foram o amor, a coragem e a fé que trouxeram até aqui, através do oceano, através das florestas."

    "A isso me proponho aqui. Fazer do Itamaraty um instrumento de amor pelo nosso país e pelo nosso povo."

    "Tudo o que temos, tudo de que precisamos, é a palavra. Ela está aprisionada, mas com amor e com coragem havemos de libertá-la."

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    Comentários (10)

    Elizabeth

    2019-01-04 18:53:29

    Menos amor e mais trabalho diplomático


    Alexandre

    2019-01-03 22:42:27

    O dono do discurso pode sempre adequá-lo a seu propósito, a sua ideologia. Afinal o discurso é dele. "Existe um povo que a bandeira empresta P’ra cobrir tanta infâmia e cobardia!… E deixa-a transformar-se nessa festa Em manto impuro de bacante fria!… Meu Deus! meu Deus! mas que bandeira é esta, Que impudente na gávea tripudia?" Pátria construída com amor?


    Paulo

    2019-01-03 19:02:31

    Não consegui assistir até o final, porém, aplaudi de pé Aloísio Nunes !!!! Quanta diferença !!!


    Tullio

    2019-01-03 18:48:17

    Para o meu gosto foi exageradamente prosaico e o que foi muito pior, fez referência à nova Itália... só faltava elogiar o coitado de governo populista Salvini/Di Maio que é o pior desde muito anos: O Salvini com sua prepotência se comportando como um elefante em loja de porcelana e o Di Maio querendo nacionalizar empresas e até setores, cujo sucesso eleitoral (no Sul) com a promessa da versão italiana de "bolsa família", querendo fechar as lojas aos domingos etc. etc.


    TATIANA

    2019-01-03 17:02:53

    Adorei a poesia diante da realidade. Inteligente é, vamos conhecer sua eficiência dentro em breve.


    Rafael

    2019-01-03 16:38:51

    É que em um ambiente que tanto se fala de diplomacia e se sublimam as tautologias declamar Deus e o amor é que é revolucionário.


    Uhtred Ragnarson

    2019-01-03 16:18:13

    Duda Teixeira e a síndrome de Guga Chacra.


    SIDRAÍ

    2019-01-03 15:37:22

    Pelo menos uma coisa o jovem ministro falastrão já conseguiu, fazer marmanjos como o José e o Rodrigo baterem bôca. E por mais incrível que possa parecer, tudo em nome do amor, livre e marxista ou não!


    MAXIMILIANO

    2019-01-03 15:21:41

    Humm, hã, hã, hã. Lirismo em exagero para um cargo e função que enfrenta tantas armadilhas e que exige astúcia e pragmatismo, prudência e bom senso, com os dois pés na realidade nua e crua das relações internacionais. Será que o Barão do Rio Branco faria coro?


    Nilo Wander O. Aguia

    2019-01-03 15:17:02

    Tá, então tá, tudo bem, muito bom!!!... MAS, a temporada de lua de mel e poesia, já era... Agora é hora de Política Internacional, objetiva, com abertura para o mundo, quando e onde houver INTERESSE para o Brasil. Sem ti ti tis ideológicos, pois nocivos à esquerda, à direita o serão idem. Então ir em FRENTE; sem complicações, em simples e sábia orientação. A hora é agora, para um novo amanhecer. Hora de amadurecer. Hora de fazer; pois como muito bem disse o Vandré, "quem sabe faz a hora..", né?


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    Comentários (10)

    Elizabeth

    2019-01-04 18:53:29

    Menos amor e mais trabalho diplomático


    Alexandre

    2019-01-03 22:42:27

    O dono do discurso pode sempre adequá-lo a seu propósito, a sua ideologia. Afinal o discurso é dele. "Existe um povo que a bandeira empresta P’ra cobrir tanta infâmia e cobardia!… E deixa-a transformar-se nessa festa Em manto impuro de bacante fria!… Meu Deus! meu Deus! mas que bandeira é esta, Que impudente na gávea tripudia?" Pátria construída com amor?


    Paulo

    2019-01-03 19:02:31

    Não consegui assistir até o final, porém, aplaudi de pé Aloísio Nunes !!!! Quanta diferença !!!


    Tullio

    2019-01-03 18:48:17

    Para o meu gosto foi exageradamente prosaico e o que foi muito pior, fez referência à nova Itália... só faltava elogiar o coitado de governo populista Salvini/Di Maio que é o pior desde muito anos: O Salvini com sua prepotência se comportando como um elefante em loja de porcelana e o Di Maio querendo nacionalizar empresas e até setores, cujo sucesso eleitoral (no Sul) com a promessa da versão italiana de "bolsa família", querendo fechar as lojas aos domingos etc. etc.


    TATIANA

    2019-01-03 17:02:53

    Adorei a poesia diante da realidade. Inteligente é, vamos conhecer sua eficiência dentro em breve.


    Rafael

    2019-01-03 16:38:51

    É que em um ambiente que tanto se fala de diplomacia e se sublimam as tautologias declamar Deus e o amor é que é revolucionário.


    Uhtred Ragnarson

    2019-01-03 16:18:13

    Duda Teixeira e a síndrome de Guga Chacra.


    SIDRAÍ

    2019-01-03 15:37:22

    Pelo menos uma coisa o jovem ministro falastrão já conseguiu, fazer marmanjos como o José e o Rodrigo baterem bôca. E por mais incrível que possa parecer, tudo em nome do amor, livre e marxista ou não!


    MAXIMILIANO

    2019-01-03 15:21:41

    Humm, hã, hã, hã. Lirismo em exagero para um cargo e função que enfrenta tantas armadilhas e que exige astúcia e pragmatismo, prudência e bom senso, com os dois pés na realidade nua e crua das relações internacionais. Será que o Barão do Rio Branco faria coro?


    Nilo Wander O. Aguia

    2019-01-03 15:17:02

    Tá, então tá, tudo bem, muito bom!!!... MAS, a temporada de lua de mel e poesia, já era... Agora é hora de Política Internacional, objetiva, com abertura para o mundo, quando e onde houver INTERESSE para o Brasil. Sem ti ti tis ideológicos, pois nocivos à esquerda, à direita o serão idem. Então ir em FRENTE; sem complicações, em simples e sábia orientação. A hora é agora, para um novo amanhecer. Hora de amadurecer. Hora de fazer; pois como muito bem disse o Vandré, "quem sabe faz a hora..", né?



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