A arapuca do alinhamento automático
Brasil deveria aprofundar relações onde houver ganhos mensuráveis e manter distância onde houver risco de captura
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Conheço o Cazaquistão há tempo suficiente para observar de perto o funcionamento cotidiano de uma política externa que, há mais de três décadas, recusa o alinhamento automático e transforma vulnerabilidade geográfica em flexibilidade estratégica.
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Comentários (2)
Sandra
2026-10-16 18:43:55Albino, e nenhum desses candidatos tem capacidade intelectual pra isso, e nem pra montar uma equipe adequada
Albino
2026-10-16 08:48:59Muito bom! O problema é que os atuais candidatos já têm suas preferências irremovíveis...!