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    Mandetta não abre mão do 'controle da estratégia'

    Apesar das divergências com o presidente Jair Bolsonaro em relação a alguns pontos da estratégia de combate ao coronavírus, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta (foto), disse a aliados nos últimos dias que não pretende abrir mão do cargo tão facilmente. De acordo com esses aliados, o titular da Saúde tem “senso de responsabilidade”...

    Redação Crusoé
    2 minutos de leitura 26.03.2020 07:01 comentários 10
    Mandetta e Bolsonaro
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    Apesar das divergências com o presidente Jair Bolsonaro em relação a alguns pontos da estratégia de combate ao coronavírus, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta (foto), disse a aliados nos últimos dias que não pretende abrir mão do cargo tão facilmente.

    De acordo com esses aliados, o titular da Saúde tem “senso de responsabilidade” e não pedirá demissão para ser substituído por um “pau mandado” de Bolsonaro, que poderá botar a perder todo o trabalho feito pelo atual ministro até agora no combate ao Covid-19.

    Mandetta, porém, indicou que pedirá o boné, caso o presidente “bata o pé” e diga que o ministro terá de seguir todas as diretrizes determinadas por Bolsonaro. “Ele sabe o que pode acontecer nesse caso e não vai esperar a bomba explodir no colo dele”, diz um aliado do DEM, sigla à qual é filiado.

    O principal ponto de tensão entre o presidente e o ministro é a questão do isolamento. Desde terça-feira, 24, Bolsonaro vem defendendo o fim imediato da quarentena. Mandetta é contra, embora tenha suavizado o discurso ontem e defendido que "temos que melhorar esse negócio de quarentena".

    Segundo aliados, Mandetta quer uma solução “negociada” com Bolsonaro. Como médico e ministro, porém, não abre mão do “controle da estratégia” das ações de combate ao vírus, que até ontem já tinha infectado ao menos 2.433 pessoas e provocado 57 mortes no Brasil.

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    Comentários (10)

    Uira

    2020-03-30 01:00:45

    Se não se alcançou a SOLUÇÃO ÓTIMA, isto significa que há ESPAÇO para GANHOS DE EFICIÊNCIA e INOVAÇÃO. SEMPRE. Portanto, há sempre que se buscar e avaliar ALTERNATIVAS, isto deveria ser a PRIMEIRA FUNÇÃO DO ESTADO: sempre trabalhar com CENÁRIOS e SOLUÇÕES ALTERNATIVAS. Isto é PENSAR e AGIR ESTRATEGICAMENTE. ESTRATÉGIA e STATUS QUO são INCOMPATÍVEIS, pois um impede o outro.


    Uira

    2020-03-30 00:55:30

    É disto que o STATUS QUO se alimenta: impedir que os INDIVÍDUOS percebam que uma ALTERNATIVA MELHOR é POSSÍVEL, pois isto LOGICAMENTE coloca o STATUS QUO EM XEQUE. O ISOLAMENTO HORIZONTAL é a ZONA DE CONFORTO que ASSEGURA a MANUTENÇÃO DO STATUS QUO, SAIR desta ZONA já significa uma QUEBRA neste. Em qq AMBIENTE, aqueles que se BENEFICIAM do STATUS QUO e apresentam RESISTÊNCIA à SAIR DA ZONA DE CONFORTO são os que tentam a TODO CUSTO impedir que sequer se LEVANTE a HIPÓTESE de uma SOLUÇÃO MELHOR.


    Uira

    2020-03-30 00:50:41

    Todo STATUS QUO depende de que se esteja oferecendo o MÁXIMO que se pode OFERECER, senão o STATUS QUO não é JUSTIFICÁVEL, pois se vc NÃO OFERECE o MÁXIMO, disto se depreende que vc está RECEBENDO e OBTENDO MAIS do que deveria. Portanto, o DISCURSO de que o ISOLAMENTO HORIZONTAL é a MELHOR SOLUÇÃO está mais relacionado ao STATUS QUO do que à EFICIÊNCIA, pois ele é a ALTERNATIVA onde há MENOR DESGASTE e não se pode COMPROVAR que há uma ALTERNATIVA MAIS EFICIENTE.


    Uira

    2020-03-30 00:47:49

    Assim como o ISOLAMENTO HORIZONTAL, o SERVIÇO PÚBLICO não oferece SEMPRE o MELHOR SERVIÇO que ele pode, já que em essência o CIDADÃO não tem outra opção a não ser RECEBER o que o ESTADO decide que é MELHOR? Se Mandetta já reconheceu que é preciso "MELHORAR" a QUARENTENA, o que ele está esperando para PROVAR que há SEMPRE ESPAÇO para MELHORA e GANHO DE EFICIÊNCIA? Se ele pelo menos apresentar um MAPA com as ÁREAS DE MAIOR RISCO, isto já não seria um ALTERAÇÃO NO STATUS QUO?


    Uira

    2020-03-30 00:44:16

    A ESTAGNAÇÃO e PARALISIA no ÂMBITO DO ESTADO não implica CUSTO HUMANO? Afinal, se o ISOLAMENTO HORIZONTAL não é a SOLUÇÃO ÓTIMA, não há algo a se ESPREMER ou OBTER? Sendo assim, o MÍNIMO que se deveria fazer não é BUSCAR AS ALTERNATIVAS possivelmente MAIS EFICIENTES? Não deveria ser esta a MENTALIDADE e LEMA DO SERVIÇO PÚBLICO: continuamente BUSCAR AS MELHORES SOLUÇÕES, ao invés da CULTURA DE PRESERVAÇÃO e ALIMENTAÇÃO DO STATUS QUO?


    Uira

    2020-03-30 00:39:50

    Tudo isto não poderia servir para se CONSCIENTIZAR os CIDADÃOS de TODA A COMPLEXIDADE DA REALIDADE e como há SEMPRE de onde se TIRAR algo e de onde se ESPREMER alguma EFICIÊNCIA? A NECESSIDADE DA REFORMA ADMINISTRATIVA não reside IMPLICITAMENTE nisto: FAZER MAIS COM MENOS? Não há SEMPRE algo MAIS que pode ser EXTRAÍDO ou uma EFICIÊNCIA que possa ser obtida? Portanto, o SERVIÇO PÚBLICO é lugar de ESTAGNAÇÃO e PARALISIA?


    Uira

    2020-03-30 00:34:43

    Onde estão as POPULAÇÕES MAIS POBRES (e provavelmente SOB RISCO MAIOR, pois é RAZOÁVEL se esperar que lá o ACESSO À SAÚDE e EDUCAÇÃO SANITÁRIA seja MENOR)? Se as CRIANÇAS não são parte do GRUPO DE RISCO, pq elas não poderiam ser LIBERADAS para voltar às aulas, desde que ficassem distante dos AVÓS? Mas e se elas viverem com os AVÓS ou PAIS dentro do GRUPO DE RISCO, como CONTORNAR isto? Isto tudo não é parte de um PLANEJAMENTO e VISÃO ESTRATÉGICAS para ENFRENTAR a CRISE?


    Uira

    2020-03-30 00:32:23

    E se Mandetta não ABRE MÃO DA ESTRATÉGIA, isto não quer dizer que ele deveria TRAÇAR OS POSSÍVEIS CENÁRIOS e SOLUÇÕES? Isto não quer dizer que ele deveria, com sua equipe, se DEBRUÇAR sobre os DADOS e por meio destes CAPTAR TODAS AS NUANCES que estão PRESENTES na COMPLEXIDADE em que consiste a REALIDADE? Onde a SAÚDE é MAIS PRECÁRIA? Onde estão as POPULAÇÕES MAIS IDOSAS, ou seja, com MAIORES GRUPOS DE RISCO? Onde estão as POPULAÇÕES MAIS JOVENS?


    Uira

    2020-03-30 00:28:43

    Se o que falta são INSTRUMENTOS e VARIÁVEIS para se ATESTAR a EFICIÊNCIA das ALTERNATIVAS, então o PASSO SEGUINTE a ESBOÇÁ-LAS não seria partir para se determiná-las? Ou seja, sem CENÁRIOS ALTERNATIVOS e somente uma SOLUÇÃO MATADORA, como é que se poderia sequer CONCEBER SOLUÇÕES MELHORES? Qual é a CHANCE de que uma SOLUÇÃO ÚNICA seja EXATAMENTE A ÓTIMA? A SOLUÇÃO ÓTIMA não seria ZERO PERDAS HUMANAS, se isto não está sendo alcançado, isto não quer dizer que ela não é a ÓTIMA?


    Uira

    2020-03-29 23:45:25

    Se isto não for feito, como é possível que se encontre uma SOLUÇÃO MELHOR? E se a SOLUÇÃO que está sendo ADOTADA não é a ÓTIMA, isto não significa que ela é MENOS EFICIENTE do que se poderia obter? Em um ESTADO ENXUTO, a OBRIGAÇÃO MÍNIMA do ESTADO não é NO MÍNIMO buscar uma ALTERNATIVA MAIS EFICIENTE do que as DISPONÍVEIS? Se elas não forem buscadas, como é que será POSSÍVEL se chegar a qq SOLUÇÃO MAIS EFICIENTE do que a DISPONÍVEL?


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    Comentários (10)

    Uira

    2020-03-30 01:00:45

    Se não se alcançou a SOLUÇÃO ÓTIMA, isto significa que há ESPAÇO para GANHOS DE EFICIÊNCIA e INOVAÇÃO. SEMPRE. Portanto, há sempre que se buscar e avaliar ALTERNATIVAS, isto deveria ser a PRIMEIRA FUNÇÃO DO ESTADO: sempre trabalhar com CENÁRIOS e SOLUÇÕES ALTERNATIVAS. Isto é PENSAR e AGIR ESTRATEGICAMENTE. ESTRATÉGIA e STATUS QUO são INCOMPATÍVEIS, pois um impede o outro.


    Uira

    2020-03-30 00:55:30

    É disto que o STATUS QUO se alimenta: impedir que os INDIVÍDUOS percebam que uma ALTERNATIVA MELHOR é POSSÍVEL, pois isto LOGICAMENTE coloca o STATUS QUO EM XEQUE. O ISOLAMENTO HORIZONTAL é a ZONA DE CONFORTO que ASSEGURA a MANUTENÇÃO DO STATUS QUO, SAIR desta ZONA já significa uma QUEBRA neste. Em qq AMBIENTE, aqueles que se BENEFICIAM do STATUS QUO e apresentam RESISTÊNCIA à SAIR DA ZONA DE CONFORTO são os que tentam a TODO CUSTO impedir que sequer se LEVANTE a HIPÓTESE de uma SOLUÇÃO MELHOR.


    Uira

    2020-03-30 00:50:41

    Todo STATUS QUO depende de que se esteja oferecendo o MÁXIMO que se pode OFERECER, senão o STATUS QUO não é JUSTIFICÁVEL, pois se vc NÃO OFERECE o MÁXIMO, disto se depreende que vc está RECEBENDO e OBTENDO MAIS do que deveria. Portanto, o DISCURSO de que o ISOLAMENTO HORIZONTAL é a MELHOR SOLUÇÃO está mais relacionado ao STATUS QUO do que à EFICIÊNCIA, pois ele é a ALTERNATIVA onde há MENOR DESGASTE e não se pode COMPROVAR que há uma ALTERNATIVA MAIS EFICIENTE.


    Uira

    2020-03-30 00:47:49

    Assim como o ISOLAMENTO HORIZONTAL, o SERVIÇO PÚBLICO não oferece SEMPRE o MELHOR SERVIÇO que ele pode, já que em essência o CIDADÃO não tem outra opção a não ser RECEBER o que o ESTADO decide que é MELHOR? Se Mandetta já reconheceu que é preciso "MELHORAR" a QUARENTENA, o que ele está esperando para PROVAR que há SEMPRE ESPAÇO para MELHORA e GANHO DE EFICIÊNCIA? Se ele pelo menos apresentar um MAPA com as ÁREAS DE MAIOR RISCO, isto já não seria um ALTERAÇÃO NO STATUS QUO?


    Uira

    2020-03-30 00:44:16

    A ESTAGNAÇÃO e PARALISIA no ÂMBITO DO ESTADO não implica CUSTO HUMANO? Afinal, se o ISOLAMENTO HORIZONTAL não é a SOLUÇÃO ÓTIMA, não há algo a se ESPREMER ou OBTER? Sendo assim, o MÍNIMO que se deveria fazer não é BUSCAR AS ALTERNATIVAS possivelmente MAIS EFICIENTES? Não deveria ser esta a MENTALIDADE e LEMA DO SERVIÇO PÚBLICO: continuamente BUSCAR AS MELHORES SOLUÇÕES, ao invés da CULTURA DE PRESERVAÇÃO e ALIMENTAÇÃO DO STATUS QUO?


    Uira

    2020-03-30 00:39:50

    Tudo isto não poderia servir para se CONSCIENTIZAR os CIDADÃOS de TODA A COMPLEXIDADE DA REALIDADE e como há SEMPRE de onde se TIRAR algo e de onde se ESPREMER alguma EFICIÊNCIA? A NECESSIDADE DA REFORMA ADMINISTRATIVA não reside IMPLICITAMENTE nisto: FAZER MAIS COM MENOS? Não há SEMPRE algo MAIS que pode ser EXTRAÍDO ou uma EFICIÊNCIA que possa ser obtida? Portanto, o SERVIÇO PÚBLICO é lugar de ESTAGNAÇÃO e PARALISIA?


    Uira

    2020-03-30 00:34:43

    Onde estão as POPULAÇÕES MAIS POBRES (e provavelmente SOB RISCO MAIOR, pois é RAZOÁVEL se esperar que lá o ACESSO À SAÚDE e EDUCAÇÃO SANITÁRIA seja MENOR)? Se as CRIANÇAS não são parte do GRUPO DE RISCO, pq elas não poderiam ser LIBERADAS para voltar às aulas, desde que ficassem distante dos AVÓS? Mas e se elas viverem com os AVÓS ou PAIS dentro do GRUPO DE RISCO, como CONTORNAR isto? Isto tudo não é parte de um PLANEJAMENTO e VISÃO ESTRATÉGICAS para ENFRENTAR a CRISE?


    Uira

    2020-03-30 00:32:23

    E se Mandetta não ABRE MÃO DA ESTRATÉGIA, isto não quer dizer que ele deveria TRAÇAR OS POSSÍVEIS CENÁRIOS e SOLUÇÕES? Isto não quer dizer que ele deveria, com sua equipe, se DEBRUÇAR sobre os DADOS e por meio destes CAPTAR TODAS AS NUANCES que estão PRESENTES na COMPLEXIDADE em que consiste a REALIDADE? Onde a SAÚDE é MAIS PRECÁRIA? Onde estão as POPULAÇÕES MAIS IDOSAS, ou seja, com MAIORES GRUPOS DE RISCO? Onde estão as POPULAÇÕES MAIS JOVENS?


    Uira

    2020-03-30 00:28:43

    Se o que falta são INSTRUMENTOS e VARIÁVEIS para se ATESTAR a EFICIÊNCIA das ALTERNATIVAS, então o PASSO SEGUINTE a ESBOÇÁ-LAS não seria partir para se determiná-las? Ou seja, sem CENÁRIOS ALTERNATIVOS e somente uma SOLUÇÃO MATADORA, como é que se poderia sequer CONCEBER SOLUÇÕES MELHORES? Qual é a CHANCE de que uma SOLUÇÃO ÚNICA seja EXATAMENTE A ÓTIMA? A SOLUÇÃO ÓTIMA não seria ZERO PERDAS HUMANAS, se isto não está sendo alcançado, isto não quer dizer que ela não é a ÓTIMA?


    Uira

    2020-03-29 23:45:25

    Se isto não for feito, como é possível que se encontre uma SOLUÇÃO MELHOR? E se a SOLUÇÃO que está sendo ADOTADA não é a ÓTIMA, isto não significa que ela é MENOS EFICIENTE do que se poderia obter? Em um ESTADO ENXUTO, a OBRIGAÇÃO MÍNIMA do ESTADO não é NO MÍNIMO buscar uma ALTERNATIVA MAIS EFICIENTE do que as DISPONÍVEIS? Se elas não forem buscadas, como é que será POSSÍVEL se chegar a qq SOLUÇÃO MAIS EFICIENTE do que a DISPONÍVEL?



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