Crusoé
30.11.2025 Fazer Login Assinar
Crusoé
Crusoé
Fazer Login
  • Acervo
  • Edição diária
Edição Semanal
Pesquisar
crusoe

X

  • Olá! Fazer login
Pesquisar
  • Acervo
  • Edição diária
  • Edição Semanal
    • Entrevistas
    • O Caminho do Dinheiro
    • Ilha de Cultura
    • Leitura de Jogo
    • Crônica
    • Colunistas
    • Assine já
      • Princípios editoriais
      • Central de ajuda ao assinante
      • Política de privacidade
      • Termos de uso
      • Política de Cookies
      • Código de conduta
      • Política de compliance
      • Baixe o APP Crusoé
    E siga a Crusoé nas redes
    Facebook Twitter Instagram

    Justiça nega perícia independente, mas determina preservação de corpo de miliciano

    O Tribunal do Justiça do Rio de Janeiro negou um pedido de parentes do miliciano Adriano da Nóbrega (foto) para que o corpo do ex-capitão fosse submetido a uma perícia independente, contratada pela família. A solicitação foi apresentada à 4ª Vara Criminal, no âmbito de uma ação penal ajuizada pelo Ministério Público contra Adriano. A...

    Redação Crusoé
    3 minutos de leitura 14.02.2020 14:56 comentários 1
    Adriano Magalhães da Nóbrega
    • Whastapp
    • Facebook
    • Twitter
    • COMPARTILHAR

    O Tribunal do Justiça do Rio de Janeiro negou um pedido de parentes do miliciano Adriano da Nóbrega (foto) para que o corpo do ex-capitão fosse submetido a uma perícia independente, contratada pela família. A solicitação foi apresentada à 4ª Vara Criminal, no âmbito de uma ação penal ajuizada pelo Ministério Público contra Adriano. A Justiça negou o pedido de perícia privada, mas determinou que o corpo do miliciano, que estava embalsamado em uma funerária, seja preservado em ambiente refrigerado, até que haja uma decisão sobre a cremação do cadáver do ex-PM.

    A família refuta a tese oficial de que Adriano morreu em uma troca de tiros com a polícia e acredita que ele tenha sido executado, como queima de arquivo. Parentes de Adriano da Nóbrega vão agora à Justiça e ao Ministério Público da Bahia, em busca de uma autorização para a autópsia particular.

    Ao recusar o pedido de perícia independente, o juiz Guilherme Duarte argumentou que não caberia à 4ª Vara Criminal do TJ do Rio de Janeiro avaliar as circunstâncias da morte do miliciano. Na vara, tramita uma ação penal contra Adriano e mais 13 pessoas por homicídio, organização criminosa e corrupção. O magistrado alegou que investigar detalhes da morte do miliciano no âmbito desse processo representaria uma “dilatação” da instrução probatória.

    “As circunstâncias do óbito do réu não devem ser tratadas nos presentes autos, senão para fins de reconhecimento de eventual extinção da punibilidade pela morte. Sob esse aspecto, quaisquer investigações sobre as circunstâncias do óbito, apontadas como obscuras ou duvidosas pela subscritora do pedido, deverá ser carreada em feito próprio, através de inquérito policial ou de investigação ministerial, a ensejar eventual ação penal autônoma, caso constatado qualquer excesso na atuação policial”, alegou o juiz.

    Mas o magistrado reconheceu a importância de preservar o cadáver, enquanto não há um desfecho sobre o imbróglio da cremação. “Não há dúvidas de que a preservação de fonte de provas é fundamental”, afirmou Guilherme Duarte. “Se, por um lado, o debate acerca das circunstâncias do óbito não será travado nos presentes autos, ao menos até o pronunciamento final quanto à extinção da punibilidade pela morte, impõe-se o acolhimento do pedido”. O TJ do Rio deu prazo de 24 horas para que o Instituto Médico Legal do Rio de Janeiro providencie refrigeração apropriada para o corpo.

    Advogado da família de Adriano da Nóbrega, Paulo Emílio Catta Preta apresentará agora a solicitação de perícia independente ao Ministério Público da Bahia, para que promotores peçam uma medida cautelar de produção antecipada de provas.

    Diários

    Advogado compara caso de Filipe Martins ao de Vorcaro

    Redação Crusoé Visualizar

    A granada sem pino de Jorge Messias

    Duda Teixeira Visualizar

    Zelensky prega união após renúncia de principal assessor

    João Pedro Farah Visualizar

    O voto de Eduardo Bolsonaro não valeu

    Redação Crusoé Visualizar

    Eduardo já não acha Tarcísio tão ruim assim...

    Redação Crusoé Visualizar

    Quanto vale um título de doutor honoris causa?

    Duda Teixeira Visualizar

    Mais Lidas

    A granada sem pino de Jorge Messias

    A granada sem pino de Jorge Messias

    Visualizar notícia
    A hora e a vez da isentolândia

    A hora e a vez da isentolândia

    Visualizar notícia
    Briga de comadres

    Briga de comadres

    Visualizar notícia
    Crônica estoica: a brevidade da vida

    Crônica estoica: a brevidade da vida

    Visualizar notícia
    Governo Lula vai apelar ao STF de novo?

    Governo Lula vai apelar ao STF de novo?

    Visualizar notícia
    Lula e o Clube do Bolinha do STF

    Lula e o Clube do Bolinha do STF

    Visualizar notícia
    O braço violento de Maduro na América Latina

    O braço violento de Maduro na América Latina

    Visualizar notícia
    O cinema contrarrevolucionário

    O cinema contrarrevolucionário

    Visualizar notícia
    O mercado de chão de fábrica em campanhas eleitorais

    O mercado de chão de fábrica em campanhas eleitorais

    Visualizar notícia
    O ponto cego da CPI do Crime Organizado

    O ponto cego da CPI do Crime Organizado

    Visualizar notícia

    Tags relacionadas

    Adriano da Nóbrega

    IML

    magistrado

    Milícia

    miliciano

    perícia

    Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

    < Notícia Anterior

    Moro critica Ibaneis por pedido de transferência de Marcola

    14.02.2020 00:00 | 4 minutos de leitura
    Visualizar
    Próxima notícia >

    Justiça determina intervenção do MEC na Universidade Brasil

    14.02.2020 00:00 | 4 minutos de leitura
    Visualizar

    Redação Crusoé

    Suas redes

    Twitter Instagram Facebook

    Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

    Comentários (1)

    Rafael

    2020-02-14 19:25:04

    A família queria cremar o corpo, agora quer perícia. Não está fazendo sentido.


    Torne-se um assinante para comentar

    Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

    Comentários (1)

    Rafael

    2020-02-14 19:25:04

    A família queria cremar o corpo, agora quer perícia. Não está fazendo sentido.



    Notícias relacionadas

    Advogado compara caso de Filipe Martins ao de Vorcaro

    Advogado compara caso de Filipe Martins ao de Vorcaro

    Redação Crusoé
    29.11.2025 09:53 3 minutos de leitura
    Visualizar notícia
    A granada sem pino de Jorge Messias

    A granada sem pino de Jorge Messias

    Duda Teixeira
    28.11.2025 16:07 3 minutos de leitura
    Visualizar notícia
    Zelensky prega união após renúncia de principal assessor

    Zelensky prega união após renúncia de principal assessor

    João Pedro Farah
    28.11.2025 14:50 3 minutos de leitura
    Visualizar notícia
    O voto de Eduardo Bolsonaro não valeu

    O voto de Eduardo Bolsonaro não valeu

    Redação Crusoé
    28.11.2025 11:40 3 minutos de leitura
    Visualizar notícia
    Crusoé
    o antagonista
    Facebook Twitter Instagram

    Acervo Edição diária Edição Semanal

    Redação SP

    Av Paulista, 777 4º andar cj 41
    Bela Vista, São Paulo-SP
    CEP: 01311-914

    Acervo Edição diária

    Edição Semanal

    Facebook Twitter Instagram

    Assine nossa newsletter

    Inscreva-se e receba o conteúdo de Crusoé em primeira mão

    Crusoé, 2025,
    Todos os direitos reservados
    Com inteligência e tecnologia:
    Object1ve - Marketing Solution
    Princípios Editoriais Assine Política de privacidade Termos de uso