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Eleições em Portugal tornam Chega o fiel da balança

Os primeiros resultados das eleições parlamentares de Portugal, registradas neste domingo, 10, mostram que nenhum partido ou coalizão conseguiu maioria para governar sozinho. Desta maneira, o protagonismo será do Chega, partido de direita com viés anti-imigração e de discurso populista, que cresce novamente e terá a terceira maior bancada do país. Com 80% das urnas...

Redação Crusoé
3 minutos de leitura 10.03.2024 18:28 comentários 1
André Ventura (centro), o líder do Chega, durante ato na cidade de Setúbal
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Os primeiros resultados das eleições parlamentares de Portugal, registradas neste domingo, 10, mostram que nenhum partido ou coalizão conseguiu maioria para governar sozinho. Desta maneira, o protagonismo será do Chega, partido de direita com viés anti-imigração e de discurso populista, que cresce novamente e terá a terceira maior bancada do país.

Com 80% das urnas apuradas, às 21h de Lisboa (18h em Brasília), a Aliança Democrática (comandada pelo PSD, de direita), tem 32,2% dos votos. O Partido Socialista, de esquerda — e cujo escândalo de corrupção, em novembro, desencadeou a nova eleição — tem 28,7%. O Chega, partido comandado por André Ventura, tem 19,2% dos votos. Chama a atenção a abstenção, próxima de 50%.

Tendo estes resultados, até o momento, a AD tem 20 cadeiras, o Partido Socialista 19, e o Chega nove cadeiras. O partido de esquerda também não conseguiria formar um bloco de maioria, apelidado pelos portugueses de "Geringonça", já que o Bloco de Esquerda, a Coligação Democrática Unitária (CDU) e o Livre tem menos de 4% dos votos.

O líder dos Socialistas, Manuel Alegre, não descartou nenhum cenário — mas disse que a legenda deve "preparar-se para ser oposição e para liderar a oposição e para criar uma alternativa para as próximas eleições."

Mas André Ventura (foto), o líder do Chega, já canta vitória. Ao chegar à sede da sua campanha, em Lisboa, ele afirmou à imprensa portuguesa que “A AD pediu uma maioria, os portugueses disseram-lhe que essa maioria é da AD e do Chega". Para ele, não haver uma união entre a maior bancada e seu partido seria uma "irresponsabilidade".

Ventura —que é bastante próximo da família Bolsonaro e declarou que, se eleito primeiro-ministro, prenderia Lula se ele entrasse no país— afirmou que ainda não teve esta conversa com os vencedores. “Hoje ainda é cedo. Amanhã era bom que se começasse a falar do Orçamento.”

Sinais nas últimas semanas mostraram que a aliança com o Chega parece ainda um pouco difícil para a AD. À TV portuguesa, o presidente do PSD, Luís Montenegro, negou que terá o partido de direita populista em sua base de governo. "Isso é coisa da cabeça do senhor André Ventura", disse Montenegro. O resultado das eleições poderá mudar sua cabeça.

Leia mais em Crusoé: Portugal chega às eleições com cenário embolado para seu parlamento

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Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

Comentários (1)

Amaury G Feitosa

2024-03-11 08:22:34

Enfim Portugal também uma nação dividida se livra pelo menos por enquanto dos esquerdopatas que o governa há anos e certamente terá política mais liberal mas que controlará a imigração hoje grave problema europeu ... os cucarachas brasilianos vão ter de lavar banheiro no Paraguai ou Uruguai pois na santa terrinha a festa acaba rápido.


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Comentários (1)

Amaury G Feitosa

2024-03-11 08:22:34

Enfim Portugal também uma nação dividida se livra pelo menos por enquanto dos esquerdopatas que o governa há anos e certamente terá política mais liberal mas que controlará a imigração hoje grave problema europeu ... os cucarachas brasilianos vão ter de lavar banheiro no Paraguai ou Uruguai pois na santa terrinha a festa acaba rápido.



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