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    Deputado do Novo propõe fim da meia-entrada: 'não existe almoço grátis'

    O deputado federal Vinicius Poit, do Novo, apresentou projeto de lei para acabar com a meia-entrada. A proposta revoga a Lei nº 12.933, de 23 de dezembro de 2013, que estabeleceu o benefício para estudantes, idosos, pessoas com deficiência e jovens de 15 a 29 anos comprovadamente carentes em espetáculos artístico-culturais e esportivos. Na proposição,...

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    Redação Crusoé
    1 minuto de leitura 06.02.2020 14:16 comentários 10
    Vinicius Poit
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    O deputado federal Vinicius Poit, do Novo, apresentou projeto de lei para acabar com a meia-entrada. A proposta revoga a Lei nº 12.933, de 23 de dezembro de 2013, que estabeleceu o benefício para estudantes, idosos, pessoas com deficiência e jovens de 15 a 29 anos comprovadamente carentes em espetáculos artístico-culturais e esportivos.

    Na proposição, protocolada na última quarta-feira, 5, o parlamentar de São Paulo argumenta que “não existe almoço grátis”. “Enquanto se cobra meio valor de uns, cobra-se o dobro dos demais para compensar o prejuízo do empreendedor. Registra-se que, além de sobrecarregar os consumidores que não estão elencados na lei, o preço base estipulado aumenta, prejudicando a todos”, defende.

    O movimento pelo fim do benefício tem crescido nas últimas semanas. Em 29 de janeiro, o presidente Jair Bolsonaro recebeu cantores sertanejos no Palácio do Planalto e ouviu pedidos pela revogação da meia-entrada. O chefe do Executivo, no entanto, não deu uma resposta sobre a demanda.

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    Redação Crusoé

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    Comentários (10)

    Rafael

    2020-02-06 19:29:47

    Quanta bobagem nos comentários! Meia entrada é um absurdo! Não só porque é uma distorção de preços, mas porque alimenta a mentalidade de que existe almoço de graça, de que uns têm que ser obrigados a pagar para os outros, não interessa pagar o quê para quem...


    Massaaki

    2020-02-06 19:08:37

    Apoiado. Justo e razoável. Todos pagam igual, todos pagarão menos. E o faturamento sobe. É a lógica!!


    Max

    2020-02-06 18:20:01

    O fundamento da proposta do Novo é ideológico: menos interferência do Estado nas questões da livre iniciativa. Até aí, tudo bem, pra quem acredita na narrativa liberal como eu. O problema é que, no BR, o ESTADO FAVORECE NO ATACADO as grandes Livre Iniciativas com “privilégios legais” que já foram descritos abaixo. A revogação dessa lei atua no varejo, revogando conquistas populares que não interferem no orçamento do Estado, mas no bolso de estudantes e idosos. O NOVO trai os jovens e seus avós.


    C.A.R.

    2020-02-06 17:55:43

    Para facilitar contratos e a vida de empresas (ônibus, cinemas, shows etc) todos deveriam pagar igual. Se o governo quiser facilitar, que dê o passe ou o bilhete.


    Fernando

    2020-02-06 17:42:20

    Viajo por vários países da Europa e Estados Unidos e nao vejo está oferta de meia entrada ! Concordo com o projeto ! Acaba aumentando a entrada para quem paga inteira !!! Em geral idoso que vai a teatro e cinema pode pagar até mais que os outros .


    Scarlet

    2020-02-06 16:43:31

    Vai haver mais desprestígio ainda da cultura e menos público para os espetáculos, simples assim. O deputado ganha bem e não é estudante carente e nem aposentado , continua na velha a política de quem olha apenas pra o próprio umbigo. Aliás não só ele!


    Max

    2020-02-06 16:40:42

    Atenção! Meia entrada não é grátis. É metade do valor da entrada. É também um atrativo para aumentar a escala de consumidores. Com ingresso único, a demanda vai diminuir e os custos fixos continuarão os mesmos. Portanto, não se trata apenas de cortar privilégio antigo, mas é também uma estratégia de venda. E mais: no cinema, por exemplo, a pipoca mais o refrigerante não tem meia entrada, custa muito mais do que o preço normal de mercado e ajuda a viabilizar o negócio. E cuidado com NETFLIX.


    Paulo

    2020-02-06 16:35:47

    Perfeito, tem o meio apoio. O que o Estado tem que se intrometer em atividades típicas da iniciativa privada? O Estado deve se preocupar em aumentar a renda dos brasileiros para que possam consumir cultura e o que bem quiserem sem paternalismos.


    Alexandre

    2020-02-06 16:27:08

    Não precisar de migalhas!


    Alexandre

    2020-02-06 16:26:46

    Devemos pensar fora da caixa, mas infelizmente não o fazemos. Toda vez que imputarmos a iniciativa privada ônus por qualquer motivo eles terão uma saída para compensar o que eu acho justo. Vamos lá: se criarem uma lei que idoso, estudante, etc, tem que obter uma parcela do rendimento de cada um de nós para frequentar teatros, shows, etc, vocês aceitariam? Cobrar dos outros é justo, de nós jamais! Empresário não tem que dar gratuidade, o aposentado é que precisa ter uma aposentadoria digna para


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    Comentários (10)

    Rafael

    2020-02-06 19:29:47

    Quanta bobagem nos comentários! Meia entrada é um absurdo! Não só porque é uma distorção de preços, mas porque alimenta a mentalidade de que existe almoço de graça, de que uns têm que ser obrigados a pagar para os outros, não interessa pagar o quê para quem...


    Massaaki

    2020-02-06 19:08:37

    Apoiado. Justo e razoável. Todos pagam igual, todos pagarão menos. E o faturamento sobe. É a lógica!!


    Max

    2020-02-06 18:20:01

    O fundamento da proposta do Novo é ideológico: menos interferência do Estado nas questões da livre iniciativa. Até aí, tudo bem, pra quem acredita na narrativa liberal como eu. O problema é que, no BR, o ESTADO FAVORECE NO ATACADO as grandes Livre Iniciativas com “privilégios legais” que já foram descritos abaixo. A revogação dessa lei atua no varejo, revogando conquistas populares que não interferem no orçamento do Estado, mas no bolso de estudantes e idosos. O NOVO trai os jovens e seus avós.


    C.A.R.

    2020-02-06 17:55:43

    Para facilitar contratos e a vida de empresas (ônibus, cinemas, shows etc) todos deveriam pagar igual. Se o governo quiser facilitar, que dê o passe ou o bilhete.


    Fernando

    2020-02-06 17:42:20

    Viajo por vários países da Europa e Estados Unidos e nao vejo está oferta de meia entrada ! Concordo com o projeto ! Acaba aumentando a entrada para quem paga inteira !!! Em geral idoso que vai a teatro e cinema pode pagar até mais que os outros .


    Scarlet

    2020-02-06 16:43:31

    Vai haver mais desprestígio ainda da cultura e menos público para os espetáculos, simples assim. O deputado ganha bem e não é estudante carente e nem aposentado , continua na velha a política de quem olha apenas pra o próprio umbigo. Aliás não só ele!


    Max

    2020-02-06 16:40:42

    Atenção! Meia entrada não é grátis. É metade do valor da entrada. É também um atrativo para aumentar a escala de consumidores. Com ingresso único, a demanda vai diminuir e os custos fixos continuarão os mesmos. Portanto, não se trata apenas de cortar privilégio antigo, mas é também uma estratégia de venda. E mais: no cinema, por exemplo, a pipoca mais o refrigerante não tem meia entrada, custa muito mais do que o preço normal de mercado e ajuda a viabilizar o negócio. E cuidado com NETFLIX.


    Paulo

    2020-02-06 16:35:47

    Perfeito, tem o meio apoio. O que o Estado tem que se intrometer em atividades típicas da iniciativa privada? O Estado deve se preocupar em aumentar a renda dos brasileiros para que possam consumir cultura e o que bem quiserem sem paternalismos.


    Alexandre

    2020-02-06 16:27:08

    Não precisar de migalhas!


    Alexandre

    2020-02-06 16:26:46

    Devemos pensar fora da caixa, mas infelizmente não o fazemos. Toda vez que imputarmos a iniciativa privada ônus por qualquer motivo eles terão uma saída para compensar o que eu acho justo. Vamos lá: se criarem uma lei que idoso, estudante, etc, tem que obter uma parcela do rendimento de cada um de nós para frequentar teatros, shows, etc, vocês aceitariam? Cobrar dos outros é justo, de nós jamais! Empresário não tem que dar gratuidade, o aposentado é que precisa ter uma aposentadoria digna para



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