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Diários

Brasil se cala na ONU sobre sequestro de crianças ucranianas

Delegação brasileira protagoniza mais um episódio vergonhoso de abstenção na ONU

Crusoe
Redação Crusoé
2 minutos de leitura 17.12.2024 22:15 comentários 3
Brasil se cala na ONU sobre sequestro de crianças ucranianas
Claudio Kbene/PR
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A delegação brasileira se absteve de votar em resolução da ONU que exige o retorno de crianças ucranianas deportadas ilegalmente para a Rússia.

Apesar do silêncio do Brasil, o texto foi aprovado com 81 votos favoráveis.

A captura ilegal de crianças foi um dos fatores que levaram o ditador Vladmir Putin a ser condenado pelo Tribunal Penal Internacional (TPI).

O TPI atribuiu a Putin e à comissária de direitos da criança, Maria Lvova-Belova, a responsabilidade pelos crimes de guerra cometido a contra menores.

Nos primeiros meses da guerra, 314 crianças ucranianas foram levadas para a Rússia, segundo um relatório da Escola de Saúde Pública de Yale apoiada pelo Departamento de Estado dos EUA.

O documento apontou que o Kremlin usou aviões presidenciais para sequestrar os menores de territórios ucranianos e colocá-las em famílias russas.

Sob argumento de que estava "protegendo as crianças", Lvova-Belova disse que sua comissão estava tirando os menores de uma área onde havia confrontos militares.

Não é de hoje

O discurso do governo Lula (PT), em defesa dos direitos das mulheres, não se fez presente em recente votação na ONU.

Em novembro, a delegação também se absteve de condenar o Irã pelos episódios de repressão contra mulheres e penas de morte na capital Teerã.

Apoiada por 77 países, a resolução não contou com apoio do grupo dos Brics.

O Itamaraty não emitiu nenhum comunicado para justificar o voto.

Em abril, o chefe da Delegação Permanente do Brasil no Escritório da ONU, Tovar da Silva Nunes, reconheceu as consecutivas violações de direitos humanos do governo do Irã.

No entanto, o Brasil já tinha optado por se abster na votação de uma resolução que ampliavam as investigações do regime iraniano sob a alegação da necessidade de se ter um “diálogo construtivo“.

Tovar justificou a decisão dizendo que o governo iraniano estava cooperando com investigações iniciadas em 2022 para apurar a morte da jovem Mahsa Amini, de 22 anos.

 

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Comentários (3)

ALDO FERREIRA DE MORAES ARAUJO

2024-12-18 19:03:57

É apenas o PT sendo o PT, não fizeram quase que imediatamente o reconhecimento da farsa eleitoral na Venezuela? A calhordice fica em falarem de democracia em seus discursos, é como uma cafetina falar da virtude do sexo só após o casamento e manutenção da castidade até lá.


Emerson H de Vasconcelos

2024-12-18 11:51:51

Atitude canalha. Me pergunto se, realmente, pessoas eleitas tem o direito de tomar atitudes que afrontam o senso comum ou mais, o entendimento dos seus eleitores. Se a Lei os ampara, e podem fazer, então tem algo estranho com esta Lei.


Andre Luis Dos Santos

2024-12-17 23:23:32

Esse governo e Itamaraty do PT são uma VERGONHA. Bando de VASSALOS de ditadores da pior espécie. A defesa que fazem da "democracia" é a mais absoluta CANALHICE. Bando de FILHOS DAS PUTAS!


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Comentários (3)

ALDO FERREIRA DE MORAES ARAUJO

2024-12-18 19:03:57

É apenas o PT sendo o PT, não fizeram quase que imediatamente o reconhecimento da farsa eleitoral na Venezuela? A calhordice fica em falarem de democracia em seus discursos, é como uma cafetina falar da virtude do sexo só após o casamento e manutenção da castidade até lá.


Emerson H de Vasconcelos

2024-12-18 11:51:51

Atitude canalha. Me pergunto se, realmente, pessoas eleitas tem o direito de tomar atitudes que afrontam o senso comum ou mais, o entendimento dos seus eleitores. Se a Lei os ampara, e podem fazer, então tem algo estranho com esta Lei.


Andre Luis Dos Santos

2024-12-17 23:23:32

Esse governo e Itamaraty do PT são uma VERGONHA. Bando de VASSALOS de ditadores da pior espécie. A defesa que fazem da "democracia" é a mais absoluta CANALHICE. Bando de FILHOS DAS PUTAS!



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