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Aqui não, MST

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, MST, invadiu na manhã desta segunda, 15, a Fazenda Santa Mariana, em Campinas, interior de São Paulo. A Fazenda, que tem plantação de eucalipto e criação de gado, está aguardando um processo em tramitação na Prefeitura para a construção de 5 mil moradias populares nos moldes do programa...

Redação Crusoé
3 minutos de leitura 16.04.2024 15:39 comentários 5
MST ocupar para o Brasil alimentar
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O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, MST, invadiu na manhã desta segunda, 15, a Fazenda Santa Mariana, em Campinas, interior de São Paulo.

A Fazenda, que tem plantação de eucalipto e criação de gado, está aguardando um processo em tramitação na Prefeitura para a construção de 5 mil moradias populares nos moldes do programa Minha Casa Minha Vida.

Trata-se de uma área de expansão urbana, que fica vizinha a um condomínio com casas avaliadas em mais de 700 mil reais.

Logo após a invasão, a Guarda Municipal da cidade foi acionada. A medida foi tomada com base em um decreto municipal de 2010, que permite o uso dessa força para conter invasões, após esgotadas as possibilidades de acordo.

Quem comandou as negociações por parte da prefeitura foi a Cooperativa de Habitação Popular de Campinas, Cohab. Do lado do MST, estavam uma deputada do PT (Ana Perugini) e vereadores do PT (Guida Calixto, Paolla Miguel) e do Psol (Paulo Bufalo).

Como as conversas não progrediram, foi solicitado que as pessoas desocupassem a área em dez minutos. Eles não acataram a ordem e o grupo de choque avançou.

Quando isso ocorreu, os integrantes do MST começaram a atear fogo ao mato. "Essa ação foi gravada e aparece nos vídeos divulgados pelos vereadores, que incentivaram a ação do MST. Nessas imagens, os próprios invasores aparecem colocando fogo no mato. A tentativa deles era impedir que a nossa célula de choque avançasse", diz Christiano Biggi, secretário de Segurança Pública de Campinas.

O terreno da fazenda foi recuperado no mesmo dia.

Ao ser entrevistado por jornalistas, o advogado do MST, Nilcio Costa, disse que estava em um processo de negociação com o Incra, o Instituto Nacional de Reforma Agrária, uma instituição ligada ao governo federal. Ele também disse que a fazenda era "aparentemente improdutiva". Com a invasão frustrada, Costa afirmou que os integrantes do MST voltariam para as suas residências. Ou seja: todos ali tinham onde morar e ninguém sabia dizer se a fazenda era produtiva ou não.

Durante a invasão, o MST colocou uma faixa com a frase "Ocupar para o Brasil alimentar" em uma cerca foto. A frase é o lema da Jornada Nacional de Lutas, ou "Abril Vermelho", que ocorre em todo o país.

A expulsão dos cerca de 200 invasores, contudo, não terá nenhum impacto na fome dos brasileiros, uma vez que o país é um dos maiores produtores de alimentos do mundo.

"A Prefeitura vai sempre cumprir a lei. Além disso, existe muita pressão da população, que é majoritariamente contra essas invasões", diz o prefeito de Campinas Dário Saad, do Republicanos.

O projeto habitacional popular na Fazenda Santa Mariana está desde 2019 aguardando a aprovação da Lei de Expansão Urbana pela Câmara Municipal de Vereadores.

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Comentários (5)

marta regina salom�o prates

2024-04-17 23:03:33

MST me decepcionando dia após dia, triste.


Pedro Apenas Pedro

2024-04-17 12:29:39

Os congressista não se movem para Legislar sobre "Invasões" de terra e propriedades como não se movem para legislar sobre as Máfias Brasileiras chamadas pela mídia de "Milícias" como se milícias fossem.


Amaury G Feitosa

2024-04-17 09:34:29

Os assentamentos coletivos foram um desastre e não funcionam os ativos são controlados por verdadeiros ditadores, basta verificar e verão ... terra e muito dinheiro jogado no lixo e muitos abandonam os assentamentos para invadir terras alheias de novo, o governo sabe e nada faz pois esta gente é massa de manobra do bando no poder.


Odete6

2024-04-17 04:31:44

Ñ tem nada q fazer ""reforma agrária"" nesse modelo cretino q adotaram!!! Tem é q verificar c/ HONESTIDADE E SERIEDADE as terras disponíveis, da UNIÃO ou ñ, implantar Cooperativas, c/ assentamentos a elas oficialmente vinculados, condicionando a 1a fase p/ a conquista da propriedade da terra a 5 anos de efetiva produção pelo assentado arrendatário, + 5 anos produtivos como condição p/ posse definitiva, mantendo após esse prazo 1 desvinculação condicionada caso o assentado queira vender sua terra


Aurea Marchetti Moraes

2024-04-16 16:17:27

Esses vereadores deveriam de ser exonerados, por apoiar isso. Parabéns, pelo feito em Campinas👍🏼


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Comentários (5)

marta regina salom�o prates

2024-04-17 23:03:33

MST me decepcionando dia após dia, triste.


Pedro Apenas Pedro

2024-04-17 12:29:39

Os congressista não se movem para Legislar sobre "Invasões" de terra e propriedades como não se movem para legislar sobre as Máfias Brasileiras chamadas pela mídia de "Milícias" como se milícias fossem.


Amaury G Feitosa

2024-04-17 09:34:29

Os assentamentos coletivos foram um desastre e não funcionam os ativos são controlados por verdadeiros ditadores, basta verificar e verão ... terra e muito dinheiro jogado no lixo e muitos abandonam os assentamentos para invadir terras alheias de novo, o governo sabe e nada faz pois esta gente é massa de manobra do bando no poder.


Odete6

2024-04-17 04:31:44

Ñ tem nada q fazer ""reforma agrária"" nesse modelo cretino q adotaram!!! Tem é q verificar c/ HONESTIDADE E SERIEDADE as terras disponíveis, da UNIÃO ou ñ, implantar Cooperativas, c/ assentamentos a elas oficialmente vinculados, condicionando a 1a fase p/ a conquista da propriedade da terra a 5 anos de efetiva produção pelo assentado arrendatário, + 5 anos produtivos como condição p/ posse definitiva, mantendo após esse prazo 1 desvinculação condicionada caso o assentado queira vender sua terra


Aurea Marchetti Moraes

2024-04-16 16:17:27

Esses vereadores deveriam de ser exonerados, por apoiar isso. Parabéns, pelo feito em Campinas👍🏼



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