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    Diários

    "A morte lenta da leitura e o impacto das redes sociais"

    Mia Levitin publica análise sobre como as redes sociais alteraram nossos cérebros e afastaram os livros das mãos dos leitores

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    Alexandre Borges
    3 minutos de leitura 03.01.2025 13:08 comentários 1
    Imagem: IA por Alexandre Borges
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    Mia Levitin, crítica literária e autora de O Futuro da Sedução, publicou no jornal britânico Financial Times um artigo intitulado “Redes sociais, degradação mental e a lenta morte da leitura”. Nele, a autora aborda a decadência do hábito de ler e o impacto das redes sociais na atenção e no bem-estar intelectual.

    No texto, Levitin observa que o trabalho de crítica literária, antes visto como fascinante, agora desperta constrangimento. “Hoje, é mais provável que meu trabalho provoque confissões envergonhadas sobre o quanto as pessoas leem pouco.”

    A pesquisa mais recente da organização Reading Agency reflete essa mudança: apenas metade dos adultos britânicos lê regularmente por prazer, enquanto 35% abandonaram o hábito.

    Redes sociais

    A autora identifica nas redes sociais uma das razões para o declínio. “Elas foram projetadas para sequestrar nossa atenção”, escreve.

    A neurocientista Maryanne Wolf, citada no texto, alerta que a leitura é uma habilidade aprendida que pode ser perdida: “Use ou perca, e estamos cada vez mais escolhendo perder”.

    Em 2024, o termo “degradação mental” tornou-se comum para descrever os danos causados pelo consumo excessivo de conteúdo superficial, especialmente em plataformas como o TikTok.

    Benefícios da leitura

    Apesar disso, Levitin reforça que os benefícios da leitura são inegáveis: ela melhora o foco, a empatia e até reduz o estresse. Contudo, os leitores precisam de estímulos para recuperar o hábito. A biblioterapeuta Ella Berthoud sugere estratégias práticas, como ouvir audiolivros ou começar com contos e novelas curtas.

    Levitin também discute as dificuldades enfrentadas pelo mercado editorial. Embora gêneros de ficção, como romances e fantasia, prosperem em comunidades digitais, as vendas de livros de não-ficção despencam. Segundo a autora, “os livros não são apenas uma fonte de informação, mas um convite para uma conversa profunda”.

    Ao final, Levitin faz um apelo direto: “Por que não trocar o celular ao lado da cama por um livro?” A leitura, segundo ela, pode ser o caminho para recuperar não só a atenção, mas também o prazer de mergulhar em histórias e ideias.

    Quem é Mia Levitin

    Mia Levitin é crítica literária americana e autora de O Futuro da Sedução. Seus textos, publicados em veículos como Financial Times e The Guardian, exploram o impacto das mudanças tecnológicas na cultura e na literatura. Reconhecida por sua análise crítica e sensível, ela discute questões que vão do consumo de mídia digital à preservação do hábito da leitura.

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    Alexandre Borges

    Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

    Comentários (1)

    Carlos Renato Cardoso Da Costa

    2025-01-05 05:51:13

    Livro é minha companhia toda noite antes de deitar. É a melhor altura do dia para embrenhar-me em ficção já que estou relaxado e ainda me ajuda na qualidade do sono.


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    Comentários (1)

    Carlos Renato Cardoso Da Costa

    2025-01-05 05:51:13

    Livro é minha companhia toda noite antes de deitar. É a melhor altura do dia para embrenhar-me em ficção já que estou relaxado e ainda me ajuda na qualidade do sono.



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