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    A China está infiltrando espiões em universidades americanas?

    Investigação de universitários revela operação de inteligência que usa bolsas, pressão familiar e redes sociais para extrair dados sensíveis

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    Alexandre Borges
    3 minutos de leitura 14.05.2025 12:45 comentários 0
    Foto: IA por Alexandre Borges
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    O governo chinês tem conduzido uma operação sistemática de espionagem acadêmica em universidades americanas, com foco especial em Stanford.

    A denúncia foi feita por dois estudantes do segundo ano da universidade californiana, Garret Molloy e Elsa Johnson, após investigação publicada no jornal estudantil The Stanford Review e republicada pelo portal The Free Press

    A principal descoberta do levantamento, que durou um ano, aponta o uso de métodos de “coleta não tradicional” pelo Ministério da Segurança do Estado da China (MSS).

    Captação de dados

    Trata-se da mobilização de civis, em especial estudantes, para captar dados sensíveis de laboratórios e centros de pesquisa. As áreas de maior interesse são inteligência artificial, robótica, software e engenharia militar.

    Um dos casos descritos é de um agente chinês que se passava por aluno de Stanford para se aproximar de pesquisadoras envolvidas em temas ligados à China.

    Ele oferecia viagens e benefícios financeiros, além de tentar transferir a comunicação para o WeChat, aplicativo monitorado pelo Partido Comunista Chinês.

    Lei de Inteligência Nacional da China

    A legalidade dessa prática se ancora na Lei de Inteligência Nacional da China, de 2017, que obriga qualquer cidadão chinês a colaborar com os serviços secretos, mesmo fora do país.

    Segundo fontes ouvidas sob anonimato, muitos alunos agem sob coação, motivados pela manutenção de bolsas ou pelo temor de represálias a familiares.

    Estima-se que entre 7% e 18% dos estudantes chineses nos Estados Unidos sejam financiados pelo Conselho de Bolsas da China (CSC).

    O órgão impõe obrigações como a entrega periódica de relatórios com detalhes de pesquisas.

    Punição financeira

    Há registros de acordos que exigem lealdade explícita ao regime e previsão de punições financeiras a familiares em caso de descumprimento.

    Em nota enviada aos autores da reportagem, a direção de Stanford declarou “levar a sério os riscos à segurança nacional” e afirmou ter protocolos internos para reportar ameaças. Desde 2010, a universidade recebeu mais de 64 milhões de reais de doadores chineses anônimos.

    A denúncia ocorre num contexto de crescente vigilância dos EUA sobre influência estrangeira em centros de excelência acadêmica.

    Pressão diplomática

    Em 2020, a pesquisadora Chen Song foi indiciada por mentir sobre vínculos com o Exército chinês. As acusações foram retiradas após pressão diplomática de Pequim.

    Ex-diretor do FBI, Christopher Wray chamou o roubo de pesquisas americanas por agentes chineses de “uma das maiores transferências de riqueza da história”.

    O ex-assessor de segurança nacional Matthew Turpin afirmou que “o Estado chinês usa seus próprios cidadãos como arma para obter tecnologias vetadas por controle de exportações”.

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