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115 mil novos postos de trabalho em abril

O Brasil criou 115.898 empregos com carteira assinada em abril. É o melhor resultado para o mês nos últimos cinco anos. Os dados, obtidos por Crusoé, constam do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e serão divulgados pelo Ministério do Trabalho. No mês, houve 1.305.225 admissões e 1.189.327 desligamentos. No acumulado de 2018, houve crescimento de...

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Redação Crusoé
2 minutos de leitura 18.05.2018 06:01 comentários 5
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O Brasil criou 115.898 empregos com carteira assinada em abril. É o melhor resultado para o mês nos últimos cinco anos. Os dados, obtidos por Crusoé, constam do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e serão divulgados pelo Ministério do Trabalho. No mês, houve 1.305.225 admissões e 1.189.327 desligamentos.
No acumulado de 2018, houve crescimento de 336.855 empregos formais. Em 2017, o número ficou no vermelho: foram fechadas 20.832 ocupações, sem ajustes. Já nos últimos 12 meses, o acréscimo foi de 283.118 postos de trabalho. O setor que puxou a alta foi o de serviços, com saldo de 64.237 contratações. Em seguida, aparece a indústria de transformação, com adição de 24.108 carteiras assinadas. O terceiro na lista foi o setor da construção civil, que acrescentou 14.394 cargos.
O Sudeste liderou os números positivos: 78.074 colocações, seguido de Centro-Oeste (15.769), Sul (13.298), Nordeste (4.447) e Norte (4.310). Considerando-se as unidades da federação, a ponta ficou com São Paulo (44.426), Minas Gerais (23.563) e Paraná (9.228). Os piores resultados deram-se  em Alagoas, Rio Grande do Sul e Pernambuco. Nesses casos, os desligamentos superaram as admissões.
Apesar do melhor resultado para o mês de abril em cinco anos, a existência de números no vermelho são sinal de que a economia brasileira ainda patina.
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Comentários (5)

Erico

2018-05-19 10:29:42

E continuará patinando se não entrar gente boa no próximo governo.


Heriberto

2018-05-18 18:47:10

Quando o governo fizer a parte dele e deixar que a iniciativa privada fazer a parte dela, sem ingerências , sem entraves, sem burocracia e sem propina, então teremos desenvolvimento, teremos emprego e quem sabe paz social. Do jeito que está, com essa estrutura de governo, não só destes mas dos que passaram e dos que virão nada acontecerá de forma segura, regular e contínua. Sempre será aos solavancos e sobressaltos.


Carlos

2018-05-18 14:21:55

Provavelmente são aqueles empregos de contrato intermitente em que o sujeito fica ganhando R$4,33... Noooossa! Que legal!!!!! Seus problemas acabaram!!!!!


Sandra

2018-05-18 11:25:29

Que difícil sairmos desta recessão criada pelo governo Dilma!!!


ANTONIO HENRIQUES

2018-05-18 07:14:18

O emprego é o último setor a reverter. Como ainda não fizemos as reformas necessárias, não destravamos a burocracia e carga tributária, só vejo emprego voltando a níveis pré-destruição petista ali por volta de 2022. Paciência!


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Comentários (5)

Erico

2018-05-19 10:29:42

E continuará patinando se não entrar gente boa no próximo governo.


Heriberto

2018-05-18 18:47:10

Quando o governo fizer a parte dele e deixar que a iniciativa privada fazer a parte dela, sem ingerências , sem entraves, sem burocracia e sem propina, então teremos desenvolvimento, teremos emprego e quem sabe paz social. Do jeito que está, com essa estrutura de governo, não só destes mas dos que passaram e dos que virão nada acontecerá de forma segura, regular e contínua. Sempre será aos solavancos e sobressaltos.


Carlos

2018-05-18 14:21:55

Provavelmente são aqueles empregos de contrato intermitente em que o sujeito fica ganhando R$4,33... Noooossa! Que legal!!!!! Seus problemas acabaram!!!!!


Sandra

2018-05-18 11:25:29

Que difícil sairmos desta recessão criada pelo governo Dilma!!!


ANTONIO HENRIQUES

2018-05-18 07:14:18

O emprego é o último setor a reverter. Como ainda não fizemos as reformas necessárias, não destravamos a burocracia e carga tributária, só vejo emprego voltando a níveis pré-destruição petista ali por volta de 2022. Paciência!



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