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BC reduz taxa básica de juros para 4,25% ao ano, menor patamar da história

O Banco Central reduziu, nesta quarta-feira, 5, a taxa básica de juros, Selic, de 4,50% para 4,25% ao ano — o menor patamar da história. Trata-se do quinto corte consecutivo. A decisão foi tomada na primeira reunião do Comitê de Política Monetária da autarquia em 2020.  “O Comitê entende que essa decisão reflete seu cenário...

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Redação Crusoé
2 minutos de leitura 05.02.2020 19:37 comentários 7
BC reduz taxa básica de juros para 4,25% ao ano, menor patamar da história
Banco Central
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O Banco Central reduziu, nesta quarta-feira, 5, a taxa básica de juros, Selic, de 4,50% para 4,25% ao ano — o menor patamar da história. Trata-se do quinto corte consecutivo. A decisão foi tomada na primeira reunião do Comitê de Política Monetária da autarquia em 2020. 

“O Comitê entende que essa decisão reflete seu cenário básico e o balanço de riscos para a inflação prospectiva e é compatível com a convergência da inflação para a meta no horizonte relevante para a condução da política monetária, que inclui o ano-calendário de 2020 e, com peso crescente, o de 2021”, diz comunicado divulgado após o encontro.

A autoridade monetária, entretanto, avaliou que o atual estágio do ciclo econômico "recomenda cautela" e observou como adequada a interrupção do ciclo de cortes iniciado em julho de 2019. “O Comitê enfatiza que seus próximos passos continuarão dependendo da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos e das projeções e expectativas de inflação, com peso crescente para o ano-calendário de 2021”, destaca o texto.

A Selic é um instrumento de controle usado pelo BC. Funciona da seguinte forma: se a inflação está alta ou há indicação de que ficará acima da meta, o Copom eleva a Selic. Assim, sobem os juros cobrados pelos bancos, com o encarecimento do crédito e o freio no consumo. Há redução do dinheiro em circulação e, logo, a inflação tende a cair. 

Contudo, quando as estimativas para a inflação estão alinhadas à meta, a exemplo do que ocorre no cenário atual, é possível reduzir os juros, estimulando a produção e o consumo. O BC projeta chegar fim de 2020 com a inflação em 4,00% ao ano, com tolerância de 1,5 ponto para cima ou para baixo.

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Redação Crusoé

Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

Comentários (7)

Ana

2020-02-06 17:05:31

Sensacional,esse é o desespero da turminha congrecista contra o progresso do país


Davi

2020-02-06 09:42:20

"A Selic aumenta e sobem os juros cobrados pelos bancos, a Selic baixa e baixam os juros". Maior mentira já contada pelos bancos. Reduziu a Selic e os juros continuam altos. Conclusão: a Selic não serve de nada, é apenas uma decisão sobre quanto os Bancos vão meter a mão no bolso do contribuinte indiretamente.


Waldemar

2020-02-05 21:53:01

É preciso saber economia para comentar. Para um desemprego de 11Mi, juros baixos são vetores de ativação da economia, porém não só. É preciso ser paciente e persistente para que o vetor juros possam fazer efeito. Todos sabem que parar tudo, como fizera Dilma, não é uma ação acertada. Tenhamos paciência, perseverança e vontade de empreender e não especular com o dinheiro. Vou estudar sobre o assunto.


Jose

2020-02-05 21:07:32

Não resolve nada. Nunca tivemos juros tão baixos na história, mas a recuperação econômica é um horror! Mais ainda, o dólar continua subindo como nunca, indicando que o investimento estrangeiro está fugindo do Brasil desde q


Cap. Kirk

2020-02-05 20:15:44

Esse é o rumo certo. As adequações vão se fazer em seguida. É o mercado, implacável e certeiro. Até banqueiros tem que se adequar, pois o vil metal voa para onde for mais favorável e eles não querem perder clientes. Em um ano de Governo, a maioria dos aplicadores da B3 são brasileiros. É a confiança renascendo na economia.


Nilson

2020-02-05 20:00:29

De que adianta isto se os bancos cobram juros escorchantes e as operadoras de cartões assaltam descaradamente o usuário com juros que nem agiotas cobram, mais de 300% ao ano.


Euds

2020-02-05 19:48:32

Estou muito otimista com as metas do governo; prezo que abaixam também os juros para compra financiada de veículos que é EXORBITANTE, a da casa própria já está excelente pela CEF, espero que o mercado automotivo não perca essa oportunidade de ganhos estratosféricos.


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Comentários (7)

Ana

2020-02-06 17:05:31

Sensacional,esse é o desespero da turminha congrecista contra o progresso do país


Davi

2020-02-06 09:42:20

"A Selic aumenta e sobem os juros cobrados pelos bancos, a Selic baixa e baixam os juros". Maior mentira já contada pelos bancos. Reduziu a Selic e os juros continuam altos. Conclusão: a Selic não serve de nada, é apenas uma decisão sobre quanto os Bancos vão meter a mão no bolso do contribuinte indiretamente.


Waldemar

2020-02-05 21:53:01

É preciso saber economia para comentar. Para um desemprego de 11Mi, juros baixos são vetores de ativação da economia, porém não só. É preciso ser paciente e persistente para que o vetor juros possam fazer efeito. Todos sabem que parar tudo, como fizera Dilma, não é uma ação acertada. Tenhamos paciência, perseverança e vontade de empreender e não especular com o dinheiro. Vou estudar sobre o assunto.


Jose

2020-02-05 21:07:32

Não resolve nada. Nunca tivemos juros tão baixos na história, mas a recuperação econômica é um horror! Mais ainda, o dólar continua subindo como nunca, indicando que o investimento estrangeiro está fugindo do Brasil desde q


Cap. Kirk

2020-02-05 20:15:44

Esse é o rumo certo. As adequações vão se fazer em seguida. É o mercado, implacável e certeiro. Até banqueiros tem que se adequar, pois o vil metal voa para onde for mais favorável e eles não querem perder clientes. Em um ano de Governo, a maioria dos aplicadores da B3 são brasileiros. É a confiança renascendo na economia.


Nilson

2020-02-05 20:00:29

De que adianta isto se os bancos cobram juros escorchantes e as operadoras de cartões assaltam descaradamente o usuário com juros que nem agiotas cobram, mais de 300% ao ano.


Euds

2020-02-05 19:48:32

Estou muito otimista com as metas do governo; prezo que abaixam também os juros para compra financiada de veículos que é EXORBITANTE, a da casa própria já está excelente pela CEF, espero que o mercado automotivo não perca essa oportunidade de ganhos estratosféricos.



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