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Vítimas desapareciam e a polícia jamais suspeitou do “bom vizinho”

Apesar das ações solidárias, John Wayne Gacy cometeu muitos crimes.

Crusoe
Redação Crusoé
2 minutos de leitura 06.08.2025 19:30 comentários 0
Vítimas desapareciam e a polícia jamais suspeitou do “bom vizinho”
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Um homem chamado John Wayne Gacy foi um assassino que cometeu muitos crimes, incluindo estupros. Mais conhecido como Palhaço Assassino, ele torturava suas vítimas.

Com cerca de 33 adolescentes, ele as matou no período de 1972 a 1978. Tudo acontecia em Chicago, especificamente no estado de Illinois.

Ele chegou a ser condenado a 21 perpétuas, além de 12 penas de morte pelos assassinatos brutais. Os crimes aconteceram na casa dele.

O terror por trás

O "bom vizinho" morava no bairro de Norwood Park. Ele levava suas vítimas à base da força ou por meio de enganações. Uma delas foi esfaqueada, as demais foram assassinadas por estrangulamento ou asfixia. Parte dos corpos era enterrada sob o piso da casa dele.

Três vítimas tiveram seus corpos colocados em outros lugares, sendo as últimas quatro jogadas no rio Des Plaines. Ele foi condenando por 33 crimes, com a sentença sendo proferida em 13 de março de 1980, referente a 12 deles. Sua passagem pela prisão durou cerca de 14 anos, enquanto aguardava no corredor da morte.

Ele foi morto por injeção letal, no Centro Correcional de Stateville. Isso aconteceu em 10 de maio de 1994. O "bom vizinho" era conhecido como "Palhaço Assassino", onde realizava ações e trabalhos de caridade. Além disso, ele ainda recebia recursos e organizava festas para crianças.

Cometeu um estupro em 1967, cuja a vítima foi um garoto de apenas 15 anos, chamado Donald Voorhees. Ele era filho de Jaycee, uma amiga do agressor. Levando o menino para sua casa, fez com que ingerisse bebida alcoólica. Logo depois, cometeu o crime.

Crimes brutais como esses devem ser melhor conduzidos, especialmente pelas autoridades. Se a polícia tivesse chegado com antecedência até o assassino, muitos desses assassinatos provavelmente não teriam acontecido. Além disso, políticas públicas devem proteger com mais eficácia crianças e adolescentes.

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