Propaganda pró-Lula também no Carnaval de SP
Deputados do PT e do PSOL distribuíram abanadores com alusão à reeleição do petista nos blocos de rua da capital paulista
O Carnaval do Rio de Janeiro não foi o único no qual foi realizada propaganda para o presidente Lula (PT). Em São Paulo, deputados do PT e do PSOL distribuíram abanadores com alusão à reeleição do petista (foto).
Nos abanadores distribuídos pela equipe da deputada federal Juliana Cardoso (PT-SP), há frases como "Hoje eu tô mais 13 do que nunca" e "Lula 2002 e sempre".
No Instagram, além de publicar imagens da distribuição dos abanadores no Carnaval de rua paulistano, ela escreveu:
"Quero ver vocês pulando Carnaval e se refrescando com nossos leques!
Encontrou nossos materiais pelos bloquinhos de SP? Tira uma foto e me marca!
Vou amar ver tudo e repostar!"

O deputado estadual Guilherme Cortez (PSOL-SP) também entregou material relacionado à taxação dos super-ricos e ao fim da escala de trabalho 6x1 aos foliões.

Ao Metrópoles, Guilherme Cortez negou que tenha feito propaganda eleitoral antecipada.
"Reeleger o presidente Lula é um objetivo político para toda a esquerda – como é dito diariamente por parlamentares, governadores e ministros em entrevistas, discursos etc. Por que isso seria diferente no Carnaval? A campanha eleitoral será feita dentro do calendário da Justiça."
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Homenagem a Lula na Sapucaí
A Acadêmicos de Niterói abriu os desfiles do Grupo Especial do Carnaval do Rio de Janeiro com uma homenagem direta a Lula.
Estreante na elite do samba carioca após vencer a Série Ouro, a escola levou à avenida o enredo “Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”, que reconstrói a trajetória do petista desde a infância em Garanhuns (PE) até o retorno ao Palácio do Planalto.
A escola apostou em símbolos associados ao universo político do presidente. Uma das alas mais comentadas trouxe fantasias predominantemente vermelhas com estrelas brancas ao centro, referência direta ao Partido dos Trabalhadores (PT).
O desfile também incluiu alegorias de forte carga satírica. Em um dos carros, um boneco gigante do palhaço Bozo apareceu caracterizado como presidiário, atrás de grades e usando tornozeleira eletrônica.
A representação foi interpretada como ataque ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
Na ala “Neoconservadores em conserva”, a escola representou a família em latas de conserva.
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