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    Trump quer acabar com os balanços trimestrais das empresas

    A proposta de Trump afetaria a eficiência administrativa, exigência de transparência, prontidão e proteção dos investidores

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    José Inácio Pilar
    3 minutos de leitura 15.09.2025 15:17 comentários 1
    Imagem: Casa Branca
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    Donald Trump criou uma polêmica ao questionar a frequência de divulgação de resultados financeiros das empresas listadas nos Estados Unidos, propondo que passem a reportar apenas semestralmente, em vez de trimestralmente.

    A mudança, divulgada em uma publicação na sua rede social Truth Social, sustenta que as exigências atuais geram custos que poderiam ser mitigados, permitindo que executivos dediquem mais atenção a estratégias de longo prazo, não apenas a metas trimestrais.

    Atualmente, exigências regulatórias da SEC, a Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos, obrigam empresas públicas a apresentar relatórios trimestrais e anuais.

    Trump argumenta que essa periodicidade gera pressão de curto prazo, contrastando com uma visão "de 50 a 100 anos", como ele atribuiu à China, e que seria mais alinhada ao que advoga para o desenvolvimento corporativo nos EUA.

    Por outro lado, críticos destacam que relatórios trimestrais são mecanismos essenciais de transparência.

    Eles fornecem pistas regulares sobre desempenho financeiro dessas companhias, ajudam os investidores a reagir rapidamente a eventos imprevistos, como litígios, mudanças regulatórias, choques de mercado etc., e reduzem assimetrias de informação.

    "É inútil", diz o economista-chefe da LEV Asset, Jason Vieira. "Não há uma demanda das empresas para que os balanços sejam semestrais. Já há todo um sistema para a apresentação desses resultados, trazendo mais segurança para os investidores". 

    Também há implicações práticas e econômicas: mudanças nessas obrigações de divulgação poderiam afetar pequenos investidores, cujas decisões dependem de relatórios recentes, poderiam alterar incentivos de analistas.

    Outro ponto seria o impacto no custo de capital das empresas, ao aumentar incertezas e as ações poderiam sofrer maior volatilidade.

    Quanto à viabilidade dessa iniciativa se concretizar, embora a SEC tenha autoridade para alterar exigências regulatórias sem necessidade de criar uma lei nova, qualquer proposta precisa passar por consulta pública, avaliação de custo-benefício e deve considerar os efeitos colaterais.

    A proposta de Trump, que não parece fruto de muita reflexão, se levada adiante, afetaria o equilíbrio entre fatores como eficiência administrativa, foco estratégico no longo prazo, exigência de transparência, prontidão e proteção dos investidores.

    Haveria ainda possíveis repercussões significativas para práticas contábeis, regulação do mercado e percepção de risco pelas empresas.

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    José Inácio Pilar

    Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

    Comentários (1)

    Marcio de LIma Coimbra

    2025-09-16 19:09:25

    Tecnicamente falando, ele está certo. Nos EUA há o que chamam de 'ditadura dos quarters' que causa exatamente isso: o imediatismo. Fui diretor financeiro por muitos anos, mas de empresas de capital fechado. Embora os resultados fossem mensais, todas as análises eram no mínimo anuais, baseado na tendência dos últimos doze meses, por exemplo.


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    Comentários (1)

    Marcio de LIma Coimbra

    2025-09-16 19:09:25

    Tecnicamente falando, ele está certo. Nos EUA há o que chamam de 'ditadura dos quarters' que causa exatamente isso: o imediatismo. Fui diretor financeiro por muitos anos, mas de empresas de capital fechado. Embora os resultados fossem mensais, todas as análises eram no mínimo anuais, baseado na tendência dos últimos doze meses, por exemplo.



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