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    Irã executou 31 mulheres em 2024, diz ONG

    Regime iraniano promoveu recorde de assassinato de mulheres no último ano

    Redação Crusoé
    2 minutos de leitura 06.01.2025 19:31 comentários 1
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    O regime iraniano executou pelo menos 31 mulheres em 2024, segundo a ONG Iran Human Rights (IHRNGO).

    Este foi o maior número de mortes de pessoas do gênero feminino pelo regime desde o ano de 2008.

    De acordo com a ONG, estima-se que 241 mulheres tenham sido executadas entre 2010 e 2024.

    "A execução de mulheres no Irã não só revela a natureza brutal e desumana da pena de morte, mas também expõe a discriminação e a desigualdade de género arraigadas no sistema judicial", diz trecho do documento publicado pela IHRNGO.

    Masha Amini

    Desde a morte da ativista Masha Amini, de 22 anos, o regime de Teerã enfrenta uma forte onda de protestos.

    A jovem foi assassinada após ser detida pela polícia moral por "uso inadequado do hijab".

    Mídias governamentais alegaram que ela sofria de problemas mentais, embora nenhuma evidência tenha sido apresentada para sustentar essa afirmação.

    As autoridades têm respondido com repressão severa, resultando em centenas de mortes e milhares de detenções.

    O silêncio do Brasil

    Em novembro, a delegação brasileira enviada à Organização das Nações Unidas (ONU) pelo governo Lula (PT)  absteve-se de condenar o Irã pelos recorrentes episódios de repressão contra mulheres e por penas de morte na capital Teerã.

    Todos os integrantes do grupo dos Brics acompanharam o Brasil na decisão de não condenar as ações do regime iraniano.

    Foi a segunda vez em que a delegação brasileira omitiu-se.

    Um pouco antes, o Brasil já tinha optado por se abster na votação de uma resolução que ampliavam as investigações do regime iraniano sob a alegação da necessidade de se ter um "diálogo construtivo".

    A justificativa do chefe da Delegação Permanente do Brasil no Escritório da ONU, Tovar da Silva Nunes, era de que  governo iraniano estava cooperando com investigações iniciadas em 2022 para apurar a morte da jovem Mahsa Amini.

    Leia mais: "Brasil se abstém de condenar Irã na ONU por repressão a mulheres"

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    Comentários (1)

    Raimundo

    2025-01-06 19:54:01

    O senhor presidente Lula se diz defensor da democracia e dos direitos humanos, mas a decisão acima descrita prova exatamente o contrário.


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    Comentários (1)

    Raimundo

    2025-01-06 19:54:01

    O senhor presidente Lula se diz defensor da democracia e dos direitos humanos, mas a decisão acima descrita prova exatamente o contrário.



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