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Um ponto percentual faz toda diferença nos Estados Unidos

Uma mudança mínima no percentual nos estados-pêndulo pode dar uma vitória para Kamala no Colégio Eleitoral com 292 votos ou para Trump, com 312

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Duda Teixeira
4 minutos de leitura 30.10.2024 17:11 comentários 0
Um ponto percentual faz toda diferença nos Estados Unidos
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A seis dias da eleição americana, os modelos estatísticos da revista britânica The Economist e do site FiveThirtyEight dão os candidatos Kamala Harris e Donald Trump com as mesmas chances de chegar à Casa Branca.

O modelo da Economist prevê que cada um deles deve conseguir 269 delegados no Colégio Eleitoral, que tem 538 representantes de todos os estados americanos e define o vencedor do pleito.

Para ser escolhido o novo presidente americano, o candidato precisa ter, no mínimo, 270 votos. Esse é o "número mágico".

A empresa atualizou seus dados após a publicação de 65 pesquisas nesta terça, 29.

O FiveThirtyEight afirma que Trump tem uma chance de 51 em 100 de ser o novo presidente. Kamala teria 49 em 100.

O site RealClearPolitics também faz sua previsão no Colégio Eleitoral, dando 287 votos no Colégio Eleitoral para Trump e 251 para Kamala Harris.

Estados-pêndulo

O que mais atrapalha a previsão do resultado é que os dois candidatos estão muito emparelhados nos sete estados-pêndulo, aqueles que podem oscilar para um partido ou para o outro, de uma eleição para outra.

Como em quase todos os estados, o candidato com mais votos leva todos os delegados, isso faz toda diferença.

O FiveThirtyEight coloca Trump à frente em quatro desses estados.

O modelo do New York Times dá empate em três estados-pêndulo. Kamala vence no Michigan com menos de um ponto. Trump lidera na Pensilvânia com menos d eum ponto.

Ou seja, uma mudança de apenas um ponto percentual nesses estados pode dar uma vitória para Kamala no Colégio Eleitoral com 292 votos de delegados ou para Trump, com 312 votos.

Como funciona o Colégio Eleitoral

Criado pela Constituição de 1787, ainda em vigor, o Colégio Eleitoral só se reúne uma vez a cada quatro anos com a única de escolher o novo presidente. Neste século, em dois momentos o Colégio Eleitoral inclinou-se para o candidato menos votado na eleição nacional. Em 2000, com George W. Bush, e em 2016, com Donald Trump, ambos republicanos.

O Colégio Eleitoral é composto por delegações de vários estados. Com exceção de dois deles — Maine e Nebraska —, os estados enviam para o encontro que escolhe o presidente apenas delegados de um mesmo partido, seja o Democrata ou o Republicano. É a fórmula do “vencedor leva tudo”, em que os votos para o partido que ficou em segundo lugar na disputa estadual são ignorados.

A história explica por que o Colégio Eleitoral existe e e funciona dessa maneira. Em 1787, o ano da Constituição, as treze colônias americanas tinham acabado de vencer a Guerra de Independência contra a Inglaterra. Com isso, representantes dessas colônias, que passaram a se denominar “estados independentes”, foram enviados para a Filadélfia.

As discussões sobre o que fazer giravam em torno de alguns problemas centrais. O primeiro deles era garantir que o presidente fosse independente do Congresso. Temia-se que, com a possibilidade de reeleição, o mandatário passaria a se preocupar apenas com os legisladores, para manter-se no poder. O conceito moderno de parlamentarismo, em que o rei é uma figura decorativa e o primeiro-ministro age com independência, não existia. No Reino Unido, ainda era o monarca que escolhia o chefe de governo.

Outra questão era em relação à adoção da democracia direta, que foi sugerida por alguns fazendeiros e intelectuais à margem do processo. Os pais fundadores dos Estados Unidos, porém, rejeitavam esse modelo.

Para eles, a democracia fomentava a paixão das massas e as facções, o que poderia levar à desintegração do país que ainda estava para ser construído. “Nunca houve uma democracia que não tenha cometido suicídio”, disse John Adams (1735-1826), segundo presidente dos Estados Unidos. “Democracia pura é como rum puro: produz intoxicação e com ela milhares de travessuras e besteiras”, afirmou John Jay (1745-1829), primeiro presidente da Suprema Corte.

O temor de uma democracia com um presidente eleito diretamente pelo voto popular amedrontava os delegados que representavam os estados com população menor.

A solução foi desenhada no último momento, em uma decisão a portas fechadas. Acordou-se que cada estado ficaria encarregado de enviar os seus delegados, cujo número seria o resultado de uma conta baseada em sua população mais dois representantes, em referência aos dois senadores.

Em toda a Constituição americana, não há a palavra “democracia”. Ela foi sendo construída na prática, à medida que os estados foram adotando a votação aberta e ampliaram o direito ao voto.

A Constituição também não fala em partidos políticos, os quais só foram fundados mais tarde.

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