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    Ministro reconhece que cloroquina não tem eficácia comprovada, mas mantém protocolo

    Para evitar confrontos com o presidente Jair Bolsonaro, grande entusiasta da cloroquina, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, mantém no site da pasta o protocolo de prescrição do medicamento, lançado em maio do ano passado, na gestão de Eduardo Pazuello. Queiroga, entretanto, reconheceu em depoimento à CPI que a substância “não tem eficácia comprovada” no...

    Redação Crusoé
    1 minuto de leitura 08.06.2021 12:20 comentários 3
    CPI da Covid
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    Para evitar confrontos com o presidente Jair Bolsonaro, grande entusiasta da cloroquina, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, mantém no site da pasta o protocolo de prescrição do medicamento, lançado em maio do ano passado, na gestão de Eduardo Pazuello. Queiroga, entretanto, reconheceu em depoimento à CPI que a substância “não tem eficácia comprovada” no combate ao coronavírus.

    Em sua primeira oitiva, o cardiologista não havia feito essa declaração de forma assertiva e afirmou que aguarda o posicionamento da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias do SUS.

    Senadores de oposição e independentes pressionaram Queiroga sobre a decisão de manter válido o protocolo com diretrizes para a prescrição do medicamento. O documento sugere combinações da cloroquina com outros medicamentos, como a azitromicina, e detalha recomendações de doses.

    “É uma nota informativa acerca das doses. Esses medicamentos eram usados por operadores de plano de saúde, pelos municípios, e médicos prescreviam a dosagem que queriam. Então se fez uma padronização de dosagem”, disse Queiroga. “Mas a nota informativa perdeu o objeto, ela não tem valor legal”, argumentou.

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    Comentários (3)

    Maria

    2021-06-08 15:46:52

    Tanto pode ser como não ser. Haja.


    José

    2021-06-08 15:21:06

    Tem que manter o protocolo porque o patrão dele quer!


    PAULO

    2021-06-08 14:37:57

    Para que serve um velho cretino? Não tenho dúvidas das boas intenções do Queiroga. Mas de boa intenção o inferno está cheio. Toda vez que assisto a fala do senador Heinze, fico enojado. Agora ele coloca a questão da seguinte forma: 14 000 médicos que prescrevem medicamentos ineficazes, salvaram 14 milhões de doentes. Já os quase 500 mil que morreram, não tomaram esses medicamentos. Que tipo de cretino se presta a isso? Agora ele agradece o Butantan pelas vacinas. A hipocrisia nunca é virtude.


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    Comentários (3)

    Maria

    2021-06-08 15:46:52

    Tanto pode ser como não ser. Haja.


    José

    2021-06-08 15:21:06

    Tem que manter o protocolo porque o patrão dele quer!


    PAULO

    2021-06-08 14:37:57

    Para que serve um velho cretino? Não tenho dúvidas das boas intenções do Queiroga. Mas de boa intenção o inferno está cheio. Toda vez que assisto a fala do senador Heinze, fico enojado. Agora ele coloca a questão da seguinte forma: 14 000 médicos que prescrevem medicamentos ineficazes, salvaram 14 milhões de doentes. Já os quase 500 mil que morreram, não tomaram esses medicamentos. Que tipo de cretino se presta a isso? Agora ele agradece o Butantan pelas vacinas. A hipocrisia nunca é virtude.



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