Como mais um passo à frente na medicina, uma invenção brasileira foi formulada para agir diante da pressão intracraniana (PIC).
Além disso, aquilo que se refere ao monitor cerebral também age para sinalizar problemas com antecedência.
A Brain4care revolucionou o campo da saúde, sendo determinada como a pioneira com essa tecnologia neste ano de 2025, aparecendo em uma lista do Fórum Econômico Mundial.
O reconhecimento no exterior
Como destaque, o item está em disponibilidade tanto no Brasil como nos EUA. Além disso, é possível que haja expansão para outras partes do mundo. Por meio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o monitor cerebral pode ser visto pelos meios de saúde, cujo valor mensal é de R$ 7,5 mil.
Segundo informações da Brain4care, a tecnologia tem semelhança em termos de assinatura, como é o caso de plataformas de streaming. Indo além, também não existe limite quanto ao uso. Ficando pela região da cabeça, as informações são repassadas via Bluetooth, contando com as medidas intracranianas, com o profissional analisando tudo por dispositivos, sejam eles celular ou tablet.
Não contendo restrições, qualquer indivíduo pode usar, fazendo com que a tecnologia se distancie de outros modelos do mercado, mostrando diferencial. Detecta não só Acidente Vascular Cerebral (AVC), mas também hidrocefalia, parada cardiorrespiratória e até tumor cerebral.
Para o G1, o CEO da empresa, Plínio Targa, falou: “Fomos selecionados para o Fórum Econômico Mundial pela relevância da nossa pesquisa e pela dimensão de um problema: as pessoas não cuidam da saúde cerebral. Quando sentem dor de cabeça, por exemplo, a reação automática é tomar um remédio.”
Ainda falando sobre o alcance mundial, o líder da Brain4care disse que a tecnologia já foi ressaltada em mais de 110 meios científicos, ou seja, em publicações. Em solo brasileiro, o monitor cerebral está sendo utilizado em Porto Alegre, especialmente no hospital Cristo Redentor.




