Nunca devemos tanto a tão poucos

07.06.19

Às 6:30 da manhã de 6 de junho de 1944, a primeira leva de tropas americanas, britânicas e canadenses pousou nas praias da Normandia, na França, naquela que seria a maior invasão marítima da história. Ao amanhecer daquele dia, 18 mil paraquedistas britânicos e americanos já estavam em solo francês. Um adicional de 13 mil aeronaves foi mobilizado para fornecer cobertura aérea e apoio para a invasão — e, ao fim do dia, 155 mil soldados das forças aliadas estavam nas praias normandas para lutar contra as tropas de Hitler.

Passados 75 anos do Dia D, tudo parece claro e óbvio. Bastava invadir a Europa pelas praias da Normandia com um suporte aéreo maciço, pegar as tropas alemãs desprevenidas e começar a retomar a França e depois o resto do continente. A maior invasão por mar da história deu certo, o mundo começou a ser libertado do monstro nazista no dia mais famoso da Segunda Guerra, mas de claro e óbvio não havia nada, apenas o heroísmo que anda tão em falta nos dias de hoje.

Além de lembrarmos o histórico Dia D, nesta semana também lembramos os quinze anos da morte de Ronald Reagan, o 40º presidente americano que lutou incansavelmente contra regimes totalitários no mundo nos anos 80 e que faleceu em 5 de junho de 2004. Em 1984, na celebração de 40 anos do desembarque das tropas americanas nas praias da Normandia, Reagan fez um discurso na presença de alguns dos “Rangers” americanos que sobreviveram àquela batalha: “Vocês eram jovens naquele dia em que tomaram esses penhascos; alguns de vocês eram apenas garotos com os maiores prazeres da vida diante de vocês e mesmo assim arriscaram tudo aqui. Por quê? Por que vocês fizeram isso? (…) Nós olhamos para vocês e de algum jeito sabemos a resposta. Fé e crença. Lealdade e amor”.

Ainda há veteranos da Segunda Guerra Mundial entre nós e, se você tiver o privilégio de conhecer algum, não deixe de dizer a ele o quanto somos gratos e eternamente devedores do que fizeram. Como muito bem disse Churchill, “nunca tantos deveram tanto a tão poucos”. A democracia liberal que herdamos não caiu do céu, ela foi construída com “sangue, suor e lágrimas”, somos apenas beneficiários de um presente que nada fizemos para merecer, mas que temos, a cada dia, a oportunidade de reverenciar, homenagear e agradecer. Reagan, que se firmou como líder mundial no combate ao comunismo, foi categórico quando afirmou: “A liberdade nunca está a mais de uma geração da extinção.”

O fim da Segunda Guerra não encerrou os problemas do mundo. A ela se seguiu a Guerra Fria e o risco real de uma hecatombe nuclear, como na Crise dos Mísseis de 1962, naqueles fatídicos “13 dias que abalaram o mundo” (não perca o filme homônimo com Kevin Costner), mas o risco de perdermos a Europa e depois o mundo livre para o nazifascismo foi incomparável com o que houve antes ou depois na história. Sem o desembarque na Normandia em 6 de junho de 1944, é difícil imaginar que a vitória viesse meses depois ou algum dia.

Em 1940, ainda no começo da guerra e sem a presença das tropas americanas, depois que belgas, britânicos e franceses foram cercados por tropas alemãs durante a longa batalha de seis semanas no norte da França, 198 mil soldados britânicos e 140 mil soldados franceses e belgas foram salvos na operação conhecida como Milagre de Dunquerque”. A evacuação maciça das tropas aliadas das praias e do porto de Dunquerque, que envolveu centenas de embarcações navais e civis e serviu como um ponto de virada para o esforço de guerra dos Aliados, é maravilhosamente retratada no excelente filme Dunkirk, de 2017, dirigido e produzido pelo britânico Christopher Nolan.

Sou fã confessa de Christopher Nolan e é de Dunkirk que lembro neste momento tão crítico no Brasil. O trecho que resume a ideia central do filme é quando um piloto de avião abatido, resgatado boiando no mar e traumatizado, grita com o homem comum que segue com seu pequeno barco para tentar resgatar soldados a pedido de Churchill na França ocupada: “Você tem que voltar! Seu lugar é em casa!”, grita o piloto abatido.

Para o piloto, vivido pelo sempre enigmático e brilhante ator irlandês Cillian Murphy, o cidadão comum deve deixar a guerra para os profissionais, que o mais prudente é ausentar-se, omitir-se, proteger-se em sua própria casa, enquanto o destino da nação está sendo decidido entre as forças do bem e do mal na Segunda Guerra. A resposta de Mr. Dawson, interpretado com uma dignidade comovente por Mark Rylance, não poderia ser mais definitiva: “Se não ajudarmos, não haverá mais casa, filho.”

A grande geração que salvou o mundo do eixo nazifascista há sete décadas era composta de heróis na essência do termo, em pensamento e ação, em força e capacidade de sacrificar tudo por todos. Lembrando G. K. Chesterton, eram jovens que não foram movidos pelo ódio do que estava na frente mas por amor ao que deixavam para trás.

Há seis meses sob novo comando, o Brasil, país das forças aliadas na Segunda Guerra, ainda sofre com as consequências de uma dura batalha travada contra o assalto petista sem precedentes às instituições brasileiras. Não apenas pelo volume de dinheiro envolvido e pela desfaçatez, mas também pela clara e evidente intenção de usar a força e o braço do estado para subjugar o país ao projeto de poder do partido. Não é difícil reavivar a memória de quem não se lembra o que foi o PT no poder entre 2003 e 2016, o que fizeram e que país entregaram. A pilhagem bilionária dos cofres públicos, verdadeiras fortunas “emprestadas” a ditaduras companheiras, o aparelhamento do estado por militantes cleptomaníacos, a total incapacidade de viabilizar no país um ambiente favorável ao investimento e à geração de empregos e riqueza de forma sustentável e não com feitiçarias econômicas, como empréstimos sem lastro que acabaram gerando crise, recessão e milhões de desempregados e inadimplentes. Além de um verdadeiro cenário de guerra, com 60 mil assassinatos por ano.

Enquanto a bolha de celebridades hedonistas se preocupa com a proteção de seus próprios vícios e perversões em festivais patéticos a favor de um corrupto, enquanto usam a educação para arrastar estudantes às ruas em marchas que defendem um presidiário que bombardeou o país — e é nessas horas que se vê a quem serve a destruição da educação brasileira e a ideologização dos currículos –, um batalhão de primeira linha com ministros como Sergio Moro e Tarcísio Freitas tenta colocar o país nas frentes vitoriosas das batalhas. Sem contar a tropa de Paulo Guedes, com Mansueto Almeida, Rogério Marinho, Campos Neto, Salim Mattar, entre outros integrantes de uma das melhores equipes que o Brasil  já viu. A cada dia fica mais óbvio que a mais devastadora ameaça vem de quem atinge esses soldados espalhando crises imaginárias como minas terrestres.

Nossas batalhas são incrivelmente menores e incomparáveis àquelas vividas por homens de extrema bravura há 75 anos. No entanto, é deles que podemos tirar o exemplo de patriotismo — palavra tão demonizada pela atual geração mimada, afetada e egocêntrica — que pode e deve servir como combustível durante tempos de sacrifício, resiliência e compromisso com o futuro. Já há enormes ganhos em campos importantes como a MP da Liberdade Econômica, a Lei Anticrime, a MP 871 que combate fraudes no INSS e que pode economizar 10 bilhões de reais por ano. Testemunhamos atualmente o começo de uma importante e independente conscientização política de um povo acostumado com o estado onipotente e paternal e que hoje pede austeridade fiscal e um governo mais enxuto. Temos a chance de avançar ainda mais com a reforma administrativa, tributária e principalmente com a reforma da Previdência que pode nos dar um fôlego significativo e não nos deixar morrer na praia.

O Brasil não pode vacilar, não podemos mais nos condicionarmos ao fracasso e cultivar crises, é o futuro das próximas gerações que está no fronte. Se você não encarar essa guerra e apenas voltar para casa, pode não haver mais casa esperando você.

Ana Paula Henkel é analista de política e esportes. Jogadora de vôlei profissional, disputou quatro Olimpíadas pelo Brasil. Estuda Ciência Política na Universidade da Califórnia.
Já é assinante?

Continue sua leitura!

E aproveite o melhor do jornalismo investigativo.

Só R$ 1,90* no primeiro mês

Edição nova toda Sexta-Feira. Leia com Exclusividade!

Assine a Crusoé

*depois, 11 x R$ 14,90

Deixar para mais tarde

Os comentários não representam a opinião do site. A responsabilidade é do autor da mensagem. Em respeito a todos os leitores, não são publicados comentários que contenham palavras ou conteúdos ofensivos.

500
  1. Emocionante! Não resisti, foi muito impactante, resolvi opinar. Ana que lucidez.E a analogia feita, me fez lembrar um conto de Martin Niemoller, "Um dia vieram e levaram meu vizinho que era judeu. E como não sou judeu, não me incomodei. No dia seguinte, vieram e levaram meu outro vizinho que era comunista. E como não sou comunista, não me incomodei. No terceiro dia vieram e levaram meu vizinho católico. Como não sou católico, não me incomodei. No quarto dia, vieram e me levaram; já não havia ..

  2. Sem paixões ou partidarismos, o Brasil passa por uma retomada, como num pós guerra. Vi uma certa vez um vídeo sobre “fudge factor” ou fator de tolerância. Infelizmente, em minha opinião, os brasileiros são muito indulgentes consigo mesmos ou com quem gosta ou se relaciona é extremamente crítico com seus antagonistas. O texto é brilhante, o bem maior, o bem social, vai muito acima de paixões partidárias o de pseudo-heróis, a guerra é grande e levará tempo para começarmos a evoluir como nação

  3. ótimo paralelo entre a história de guerras mundiais com o que está ocorrendo no Brasil. Existe uma grande quantidade de pessoas a lutar pela libertação desse regime que assolou o país depois da volta da "redemocratização". Não precisamos de apenas heróis nacionais e sim vários combatentes querendo esta mudança. E existe sim, além de líderes que podemos nos guiar para lutar por estas mudanças, como o Moro.

  4. Perfeita essamaessa materia, notadamente no final, quando conclama o cidadão de bem a salvar o Brasil, sob pena de não existir mais Brasil!😢😢😢

  5. Difícil entender que uma jogadora tão excecional e tão bonita escreva tão bem! Não que as comparações sejam excludentes, mas é que o Bom Deus ou está de sacanagem com os outros ou exagerou na dose com você! Quanto a situação do Brasil pós PT também vou me reportar à 2a guerra e citar Churchil: "...não nos renderemos nunca"

  6. Excelente matéria, muito bem escrita, muito bem contextualizada, o paralelo feito entre as duas épocas foi impressionante, muito inteligente. Demais!

  7. Que texto maravilhoso. Já sigo Ana Paula há algum tempo, no twitter. Mas os textos dela para a Crusoé superam qualquer expectativa.

  8. Ana Paula Henkel, obrigada por texto tão profundo.Uma vez na vida eu cumprimentei um veterano da segunda guerra, na década de 80. Pena que naquela época eu era jovem. Lembro-me que o elogiei muito. A minha falta de sensibilidade me privou de dar um abraço fraterno naquele herói.Sinceramente eu até achei que ele estava inventando a história e deixei de dar um abraço de gratidão nele. Por isto hoje eu faço vibrar bandeiras por Moro e Bolsonaro porque hoje sei o que significa a paz.

  9. O preço da paz é a eterna vigilância. Cada um tem que fazer sua parte e sua parte é muito importante no todo. Coisas ruins acontecem quando as pessoas de bem se calam.

  10. Seu comentário acima foi um dos melhores que li e ouvi. Não vejo outra alternativa para o Brasil retornar à linha democrática sem a intervenção da força em defesa do bem. Nosso presidente não está tendo coragem ou está sendo envolvido pelas chantagens do Congresso e do Judiciário, perfeitamente alinhados com a ideologia do poder e das benesses conseguidas com os legislos em causa própria. Ou o nosso Presidente se utilize do art.142 da CB ou continuaremos dessaa casta de ladrões.

    1. O mais lúcido e responsável texto patriótico que já lí. É uma honra ter assinado CRUSOÉ. O melhor time de redatores que o país dispôe. Parabéns

  11. A cada novo texto mais eu me surpreendo com a profundidade, lucidez e sensibilidade de Ana Paula. Já tinha acesso a seus escritos em outros veículos de comunicação, mas agora em Crusoé ela tem se superado. Parabéns!

  12. Ana Paula,que bom ler seus comentários,perdemos a atleta,mas ganhamos a mais lúcida ciêntista política desse Brasil varonil.Leitura que nos prende e nos chama pra uma reflexão,mais profunda trazendo um passado tão presente

  13. Ana Paula: sua análise só faz reforçar ainda mais a a admiração pela pessoa que sempre demonstrou uma 'garra" impressionante desde as quadras. Meus sinceros cumprimentos; contimue desta forma, dependemos de pessoas de sua estirpe.

  14. Sensacional esse texto de Ana Paula Henkel! Se nós brasileiros quisermos sair do buraco em que estamos, depois de 14 anos de petismo com suas roubalheiras, temos que estar dispostos ao sacrifício, a apoiar aqueles que estão na linha de frente da luta contra toda essa corrupção...toda essa bandalheira que há décadas assola a nação!

  15. Cumprimentos pelo excelente texto. Infelizmente, anos de esquerdismo no comando do país, tornaram nossa sociedade leniente com o mau caratismo e muda, deixando aos "profissionais" a reação tão esperada. Pessoas como você, nas trincheiras de defesa do país e da verdadeira democracia, fazem enorme diferença. Nossa "guerra" ainda não acabou...

  16. Esse artigo precisa ser enviado a cada um que está puxando a corda do lado errado. No mínimo deveria ser lida e discutida nas duas casas legislativa e em todo judiciário. Parabéns Ana Paula.

  17. Churchill não disse "Nunca tantos deveram tanto a tão poucos" aos soldados que lutaram na normandia. São, e foram, certamente, dignos de honras e elogios, mas essa frase não foi para eles.

  18. Parabéns Ana Paula Henkel, pelo excelente trabalho, não poderia ser melhor. Tomara que todos os artigos da Crusoé, tenha a qualidade do seu. obrigado. Inácio Costa

  19. ADOREI A SUA COLUNA E VOCÊ CONSEGUIU TRANSMITIR EM PALAVRAS O MEU SENTIMENTO EM RELAÇÃO AOS ÚLTIMOS ACONTECIMENTOS. PARABÉNS!

  20. Brilhante. Deixando de lado esquerda e direita e focando no que é de fato importante, que é o futuro de nosso país. Temos que começar a aprender a não repetir o erro de acreditar em "xamãs" ou em outro "Filho da Pátria". Só conseguiremos algo se todos nós nos engajarmos para um futuro melhor e não delegarmos que outros o façam.

  21. Brilhante o artigo de Ana Paula. Reviu o Dia-D com a habilidade de uma historiadora e ao comparar as batalhas travadas nas prais da Normandia com as travados no nosso Congresso e nas nossas ruas soube ver com clareza a importância de ganharmos a nossa batalha atual. Finalizo, com uma triste observação. A cada ano nossos heróis brasileiros, que lutaram em terras e céus italianos bem como os que navegaram no Atlântico, foram tristemente esquecidos.

  22. Reeditando o meu comentário, que, não sei por que cargas d’água, não foi publicado: Ana Paula nos brinda com artigos de extrema qualidade e inteligência, aliadas a uma gramática escorreita, além de, quase, nos transportar aos eventos citados, tal o poder de sua narrativa. Por essa e outras está valendo a pena assinar a Crusoé. Que bom!

  23. Complementando meu texto anterior: está valendo a pena assinar a Crusoé. Por esta e outras. Parabéns, Ana Paula! Seu fã, desde tempos de antanho.

  24. Excelente texto da excelente Ana Paula Henkel, ela sim a verdadeira mulher "empoderada". Empoderada pelo estudo, pelo saber, por cultura e inteligência. E, só pra "cravar", é belíssima também. Parabéns. Continue nesse caminho e lute, mais um pouco, pelo Brasil.

  25. Belíssimo texto. Pena que os jovens de hoje , nada sabem desse passado recente. Acreditam que a liberdade, tal como o oxigênio, é abundante e gratuita como na natureza.

  26. extraordinário o artigo desenvolvido pela ANA PAULA.Parabens,ela demonstra fora das quadras toda sua capacidade intelectual.

  27. De fato estamos em guerra e o único resultado aceitável é a aniquilação das vanguardas do atraso, as esquerdas jurássicas que só querem destruir para governar.

  28. Ainda estou procurando as palavras adequadas para enaltecer o brilhantismo desse artigo e sinto que fracassarei. Assim, digo apenas que o li sem tempo para um segundo fôlego. Parabéns, APH, pela inspiração, clareza e objetividade.

    1. Faço minhas as suas considerações Rogerio. Perfeita e inteligente a autora, que me faz pensar mais ainda sobre nossa época, principalmente levando em conta que nasci em 41!!!

  29. BRAVO.....PARABÉNS pela conexão histórica.... Vamos lutar hj no Brasil como no 6 de junho de 75 anos atrás a futuras gerações merecem....

  30. que mente a sua !!! maravilhosa analogia !! é exatamente assim que me sinto, chamada para compor uma imensidão de combatentes que que o Brasil limpo, com um governo enxuto e competente, liberdade e efetivamente direitos e deveres iguais !!!

  31. Certíssima! Brasil, a pátria dos direitos ilimitados e dos deveres mínimos! Basta uma lida na CF 88 para ter a exata noção disso. Como chegamos a isso?

  32. Texto impecável. Parabéns! É gratificante ver alguém, da “nova geração” com esse nível de informação e seriedade de propósitos. Ainda pode dar certo... Basta um pouco menos de manha enlatada e acreditarmos mais no trabalho e empenho pessoal. Se cada um fizer a sua parte, sem estardalhaço, apenas cuidando do que lhe compete, iremos muito bem. Com esse artigo, definitivamente, ganhei o dia. Obrigado.

  33. Este é o perfeito comentário para o momento! Superou teus colegas. Terá um futuro brilhante! Espero que na literatura. Parabéns pelo texto.

  34. Adoro você Ana Paula. Tudo que você escreve! Sugiro que saia da CRUSOÉ, e faça um BLOG. JÁ já terá mais de 500.000 seguidores, como o Alexandre Garcia.

  35. Parabéns ANA PAULA pela construção. O BRASIL não pode vacilar! Mas para isso será fundamental, a Equipe de MINISTROS TÉCNICOS incríveis que BOLSONARO nos privilegiou; permanecer por muitos mais mandatos, além dos de BOLSONARO. Oxalá essa EQUIPE DE MINISTROS TÉCNICOS ainda seja aperfeiçoada com o nível técnico de MARCEL vom HATTEM na CASA CIVIL, para que consigam também com esse reforço, chegar a cura da Epidemia Corrupção, que assolou o BRASIL.

  36. Parabéns Ana, Sua analogia com a segunda guerra foi fantástica, bem assim mesmo , não podemos deixar o destino de nosso país nas mãos dos profissionais, temos todos de lutar, pois corremos o risco de não termos casa pra voltar.

  37. Perfeita reverência aos heróis de outrora e necessária expectativa sobre os atuais combatentes, que serão os nossos heróis em um próximo futuro, assim espero!

  38. O texto está muito bom. Mas há um erro histórico de citação. Quando CHIRCHILL disse "nunca tantos deveram tanto a tão poucos" ele não se referiu aos soldados que lutaram na normandia (ou sequer na Europa continental). Ele se referiu aos pilotos de Caça ingleses, que impediram a invasão alemã. Em número esmagadoramente menor (de pilotos e aeronaves), eles lutaram bravamente e, muitos, chegaram a ser abatidos mais de uma vez e regressar ao combate. É uma bela e vibrante história a ser conhecida.

  39. Ótimo texto! Temos alguns excelentes ministros e também quadros técnicos. Mas não há a menor hipótese de relacionar Churchill a Bolsonaro.

  40. Brilhante!!! Uma emocionante chamada de consciência para a necessidade do enfrentamento dos nossos problemas! Nossos lares dependem de nós unidos e determinados!!!

  41. Excelente, perfeito. Uma análise histórico-política imprescindível para a compreensão da atual conjuntura sócio-politico-econômica do nosso país. Desejo-te sucesso na batalha jornalística de externar a verdade, que é tão combatida pela grande mídia. Juntos venceremos essa guerra horrenda e voltaremos para nossos lares.

  42. Ana Paula devo desculpas a você, talvez uma das coisas mais difíceis a fazer seja admitir seus próprios erros e pior que eu sou preconceituoso. Eu fui preconceituoso com você!!! Ao ver um artigo escrito por você nunca me passou na cabeça que não seria sobre esporte. Sobre o que mais uma atleta poderia escrever?? E pior uma atleta bonita!! A cada artigo seu eu me surpreendia, e este me convenceu que não é sorte é competência. Parabéns e desculpa meu preconceito idiota :(.

  43. Brilhante!!!! Pena que haja tão poucos que a acompanham. A maioria de nossa imprensa é medíocre e anda mais perdida do que cego em tiroteio.

  44. Concordo totalmente com seu ponto de vista, Ana Paula. Está na hora de darmos total apoio ao presidente legitimamente eleito e sua equipe. Não tivemos nos últimos 30 anos NINGUÉM tão empenhado em RESOLVER nossos problemas. Mas o STABILISHMENT não quer deixar. Agentes corruptos do Legislativo, Judiciário, Universidades e da MÍDIA e resistem em manter suas regalias, mesmo que com isso DESTRUAM o país. Haja estupidez e egocentrismo!

  45. Excelente texto. Parabéns. O Brasil está num dolorido processo de reconstrução e resgate do patriotismo e identidade. Estamos vendo o quão mal o envenenamento do PT e seus asseclas fizeram ao País. Lula, Gleisi e demais são dignos de prisão perpétua, pois não desejam o bem da nação.

  46. Pena que nem todos seus colegas da redação, não só desse veículo, tenham a clareza do que é necessário para sair desse pântano e chegar em terra firme. Continuam do alto do penhasco atirando a ermo nos que tentam soerguer o País com suas metralhadoras carregadas de mimimi. Parabéns.

  47. Simplesmente, brilhante!! Se há alguém com sensatez na Cruzoé, deveria avaliar com carinho a liberação da revista para não assinantes após um período, por exemplo após 2 semanas da data da publicação.

  48. Ana concordo com quase tudo o que você escreveu, apenas discordo de que foram tão poucos assim. Os grandes heróis daquela guerra não ajudaram a democracia e sim o comunismo. Pois foram os soldados soviéticos que heroicamente defenderam St Petesburg, expulsaram os alemães de volta para casa e os encurralaram, hasteando a bandeira comunista em Berlim, no Reichstag, o símbolo do poder alemão e ficaram a esperar os demais aliados chegarem. Só de soviéticos morreram 23 milhões. Não é tão pouco.

    1. Os soviéticos defenderam a sua pátria e o seu regime. Os aliados, liderados pelos Estados Unidos, defenderam a liberdade e a democracia!

  49. A comparação é extraordinariamente inspiradora. Belíssimo texto. Como o homem que não queria voltar para casa, acho que o brasileiro de bem tomou os remos de seu destino e deixou de ser passivo para wse tornar um lutador pelo bem do nosso país.

  50. Ana Paula, Vc. se superou com este artigo, parabens, o Brasil merece pessoas patriotas como Vc. e como todos que se manifestam nas Ruas e na redes sociais, a favor das liberdades e do liberalismo na economia.

  51. Meu Deus! Que prazer tive em ler este seu artigo Ana Paula, formidável! Está sendo travada uma guerra em nosso país, de um lado os ladrões que se aproveitam e querem continuar se aproveitando, a media que perdendo o dinheiro fácil, mantém narrativas sem importância, nesta incluo a maioria dos artistas que também perderam a boca, e do outro lado o presidente e os ministros, já que seu partido não existe. Precisamos continuar apoiando fortemente, porque caso contrário não teremos casa. PARABÉNS!

  52. No Brasil é diferente, Ana. quem foi Churchill um dia, jamais será Bolsonaro, o inepto. A equipe é boa, realmente, mas trabalha por si porque o chefe não quer nada, tanto que a nova prioridade dele seria a fantasmagórica moeda única com a Argentina. Churchill dizia coisa com coisa e Bolsonaro diz nada com nada. O Brasil sempre foi bem quando o governo não atrapalhou. Se você sempre diz que a economia americana cresceu com Trump, pode-se dizer que a economia brasileira tombou com o Bolsonaro?

    1. Cirval, e o Trump mudou os EUA em 5 meses ? Volta aqui depois que a reforma da previdência for aprovada e o país começar a sair do buraco. Ate’ la’ vai pensando quem foi o grande líder republicano do Brasil - melhor que o atual PR.

  53. Parabéns pela lucidez da análise feita pela nossa eterna jogadora... agora sacando a política com um olhar magnífico! Bem-vinda a nova geração de analistas políticos

  54. A clareza com que expõe o assalto aos cofres públicos na maldita era petista mostra sua competência como cronista da Crusoé.

  55. Magnífica, linda e exemplar coluna, mostrando as recentes conquistas dos últimos meses no país e, também, a canalhice das crises construídas pelos saudosos dos tempos negros que se encerraram em 31 de dezembro de 2018.

  56. Uma análise primorosa do que se passou nos últimos anos, sobre como fomos subjugados ao poder da maior Organização Criminosa de todos os tempos, chefiada pelo PT e pelo 9 dedos.

    1. Antônio Cedraz Como leitor de revistas e jornais, estou encantado com as crônicas da Ana Paula. Dá gosto ler o enredo, a inteligência e o histórico bem embasado, uma verdadeira aula. Parabéns Ana, lhe achava excelente jogadora de vôlei e estou feliz acompanhado as suas crônicas.

  57. Brilhante articulista, brilhante atleta, mulher lindíssima. Concordo com ela, a corja a que se refere compõe esse congresso espúrio lotado de indigentes intelectuais, analfabetos funcionais, desonestos de todas as matizes. A escumalha que infelicitou o país por catorze anos quer terminar o serviço arrasando de vez o país. Não deixaremos!

  58. Parabéns por mais esse excelente texto, Ana Paula! Vc dá um verdadeiro banho em algumas jornalistas/comentaristas da mídia brasileira.👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻

  59. Um texto abrangente da história mundial recente e atualíssimo quanto a situação social e política do Brasil. Continue a escrever. Se receber críticas, não desanime, só é criticado quem é relevante.

  60. 👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏

    1. Ops? Desculpe Ana Paula, pois me faltou espaço para aplaudir mais.

  61. Nossa! Que artigo! Fala de história, de política e de economia com lirismo e elegância literária. Vem pra cá, Ana Paula, precisamos, desesperadamente, de gente como você aqui, na tv, nos jornais, no Youtube. Por falar nisso, por que não um canal lá? Seria um enorme sucesso. Parabéns, e.......volte logo.

  62. Excelente texto Ana Paula. E o que mais torna esse texto admirável e ter sido escrito por uma mulher sobre um tema muita das vezes considerado é escrito por homens

  63. Excelente texto...! Meus avôs que fizeram parte da Resistência Francesa, nunca desistiram da França livre. Nem meu pai, que serviu durante a guerra na Base Aeronaval de Dakar no Senegal. Guardo ainda hoje comigo as medalhas da Legião de Honra e da Croix de Guerre que irei passar para meus filhos e eles, aos meus netos. Graças a estes Patriotas e Heróis, hoje com 60 anos e nascido no Brasil, tenho casa.Meus filhos e netos também...

  64. Parabéns!!!! Texto realmente inspirador, patriótico, emocionante. O mau prevalece pela omissão dos bons e você nos mostra que a luz no final do túnel, finalmente, não está, assim, tão longe. Abraço forte a você!!!!!

    1. Brilhante seu texto, fazendo paralelo da invasão da Normandia aos fatos do Brasil de hoje.

  65. Quem libertou a Europa do nazismo foram os russos. A invasão da Normandia foi só para ocupar a Europa ocidental no pós guerra. Só para ter uma noção: por dia durante toda a guerra morriam 9000 soldados soviéticos. metade em combate, metade em campos de prisioneiros.

    1. Renato, eu concordo com você quanto à opressão soviética nos países libertados. Porém, que foram os russos que libertaram a Europa, isslo não há como negar. Os aliados jamais o teriam feito sozinhos.

    2. E esses mesmos russos oprimiram os países por eles invadidos. Hoje em dia na Ucrania, Eslovaquia, Hungria, mesmo Polonia, eles estao removendo aos poucos os monumentos idolatrando o comunismo e Stalinismo. A URSS não lutou pra libertar ninguém, mas sim pra conquistar território e recursos.

  66. "Salvei" este texto. Em poucas palavras a articulista fez um paralelo genial dos dois períodos históricos: O primeiro, que salvou a humanidade há 75 anos dos fantasma da loucura e do arbítrio protagonizado pelo socialismo nazista; O segundo, evidencia o caos econômico-ideológico causado por uma organização criminosa de esquerda travestida em partido político. Sugiro ao MEC imprimir o texto e enviá-lo às escolas e faculdades (notadamente as públicas) como incentivo à pesquisa histórica.

    1. Brilhante Ana Paula,continue com esta linha de raciocínio! Parabéns!

    1. já te amava como jogadora ,aí depois dessa te pesso em casamento,mas já. estou com sessenta anos ,kkk lindo amei e é isso mesmo!

  67. Maravilhoso, Ana Paula. Incrível. Só um pequeno aparte, fico surpreso ao ver meus ídolos da MPB de antanho, cujas músicas eu tocava em meu violão junto de amigos, hoje insistirem em defender políticos que nos desonraram, desapontaram, etc. Parabéns, moça!

  68. Gostei da analogia. Além da lembrança dos fatos históricos, tbm o quão frágil é a estabilidade dos tempos de paz, a salvo apenas no tempo de uma geração!

    1. Muito inspirador e de grande sabedoria histórica esse seu texto. Continue nos brindando com textos assim fazendo analogia ao que acontece.no Brasil de hoje.

  69. Parabéns Ana Paula!! Pelo sua brilhante análise e o pertinente chamamento e alerta para que precisamos estar acordados e acordar os adormecidos. Como bem colocado precisamos como sociedade ser atuantes, protagonistas de uma luta constante para resgatar o nosso país da teia desses anti patriotas travestidos de socialistas que abusaram da paciência e passividade do brasileiro para se locupetrar e se apossar da liberdade e do futuro próspero da nossa nação...

  70. Ana Paula parabéns pelo seu belo relato. Penso que nós precisamos juntar as forças do BEM nesse nosso país maravilhoso e realizarmos o nosso dia “ D”. Esse será o dia que impedirmos nossos deputados, senadores, juízes de todos os níveis de advogarem em causa própria.

  71. E o mais incrivel e triste é constatar a enorme quantidade de Europeus que "odeia" americanos.....apesar dos dezenas de milhares de jovens americanos que estaõ enterrados na Europa....

  72. Oh! Ana Paula, que bela comparação! Primeiro nos causa arroubos de atos tão heróicos no passado, e depois nos leva a ponderar sobre o presente.

  73. Muito tarda o "Senso de Comunidade" para os brasileiros. Há muito estamos imersos na iniqüidade e no "aparthaid" social. "Ou fazemos reformas ou teremos que uma crise profunda" (Marcos Mendes). Ou vai pelo amor ou pela dor.

  74. Sensacional reflexão! Ana Paula mostra que não foi apenas uma excelente jogadora de vôlei e mulher de excepcional beleza, mas que antes desses atributos tem o dom da consciência patriótica e enxerga os meios de superarmos nossa crise imposta pelo Lulopetismo. Parabéns!

  75. Em todas as guerras há os heróis que ficam , que encaram e até vão para o "front" de batalha e os que fogem , migram, voam para bem longe , para falar e escrever sobre ela no conforto da distância!

    1. Excelente Soniah! Sintetizou muito bem sobre a analogia. Concordo com você!

    2. Sem problemas Alexandre, em momento algum fiquei incomodada com seu comentário , mesmo equivocado, fez a ressalva que achou pertinente de forma educada, sem agressões, o que mostra que é uma pessoa madura e bem resolvida. Coloque a Venezuela como palco dessa guerra e pense em Guaidó escolhendo o caminho do aeroporto! Acho que vai ficar mais fácil entender meu ponto de vista! Abrçs!

    3. Perdoe-me Soniah. Interpretei seu comentário erroneamente. Depois de um texto tão belo, sai em defesa da autora sem meditar bem no seu comentário. Ana Paula não precisa de defensores abruptos.

    4. Aliás, por falar em PSEUDÔNIMO, o seu é bastante sugestivo :'kemderis" você tivesse a capacidade para entender nas entrelinhas de um texto e perceber que meu comentário não pretendeu invalidar o bem escrito texto da autora , apenas convidar a uma reflexão sobre o êxodo cada vez maior de quem procura "o caminho do aeroporto", é uma opção, até pra sobreviver, mas se todos forem, quem ficará para "lutar pelos que virão"? Há os que vão e ainda atrapalham de lá os que ficam! Devo desenhar?

    5. Não projete na minha boca aquilo que está dentro do seu cérebro! Se não entendeu a o que leu , disfarça e sai assobiando que a vergonha é menor! Mas também como se vai pretender que uma pessoa que não sabe nem escrever corretamente a própria língua vá saber interpretar o que lê!

    6. Assim com nome ou psedônimo trocado, só pode falra m.....

    7. Eu não vi nenhum desrespeito com a autora para dar origem a tanta polêmica. Vi mais agressão na reação ao comentário do que no comentário em si. Tudo se resolve melhor quando cada um se limita ao seu quadrado e respeita o quadrado do outro, todos aqui são igualmente assinantes e tem garantido o igual direito à opinião.

    8. Já te dei a razão. Pois se você não criticou a autora (e dessa forma seu comentário inicial é sem propósito e inútil) a minha provocação se torna imotivada. Estamos ambos perdendo tempo. Fui...

    9. Devemos comentar e criticar ideias, não as pessoas que escrevem.

    10. Estou certa a partir do momento que respeitei os comentários dos outros e exerci a minha liberdade de me expressar abrindo meu próprio comentário, não fui criticar nem agredir no comentário de ninguém, esperava igual respeito à minha opinião e ao meu comentário. Isso atende pelo nome de democracia!

    11. Agressão gratuita à autora, porque assim você interpretou. Em que momento eu disse que estava me referindo a ela?

    12. Não fui eu quem saiu em agressão gratuita à autora...

    13. Saiu em nome da Sophia porque somos duas a acessar a revista pelo mesmo e-mai.

    14. E ao contrário de muitos que comentam nesta revista,eu tenho opinião própria, faço os comentários que acho pertinentes, concordantes ou não com os autores dos textos , os quais considero na sua maioria brilhantes, mas nem por isso cem por cento alinhados o tempo todo com minha forma de pensar. Posso? Você me permite, Carmo? Quem sabe não seja você quem tenha que me falar de seus recalques!

    15. Nenhum recalque Carmo, apenas expus sem julgamento as duas realidades de um país em guerra, realidade confirmada pela historia de todas elas e porque o próprio texto trata de heróis que se sacrificaram e conclama a encarar a guerra pelos que virão , se há alguma incoerência certamente , ela não é minha e se alguem vestiu a carapuça que não lhe foi destinada, esse ônus também não me cabe, mesmo porque tenho família morando fora, o que não me impede de analisar a realidade dos fatos!

    16. Não é o seu caso, Ana Paula. Sabemos que você é uma embaixadora não remunerada que atua para o bem do Brasil. Parabéns!

  76. TEXTO EEEEESPETACULAR!!!! Obrigada, Ana Paula, por nos presentear com ele e por chamar nosso povo às falas!!! Ouví, brasileiros!!! Dito, Bem dito e Bendito!!!

  77. Após a leitura de artigos como este, tenho vontade de copiar, colar e distribuir nas redes sociais, para que seu conteúdo seja disseminado a tantos quantos possam, como eu, ler e refletir sobre suas palavras. A analogia entre a libertação do mundo ocidental das garras nazistas com o momento brasileiro atual é de uma inteligência e criatividade que merecem a nossa reverência. Parabéns à autora!

    1. Com sua licença, Heloísa, faço minhas suas palavras. Total lucidez da autora. Parabéns, Ana Paula Henkel! 👏🏻👏🏻👏🏻

  78. Texto surpreendente e brilhante! A comparação de estoico patriotismo dos guerreiros de Dunkirk com a atitude do time de ministros é primorosa. "Não combatem por ódio ao que está diante de si, mas por amor ao que deixaram para trás". "Se não ajudarmos, não haverá casa para voltarmos, filho". Desejo que estas frases reverberem na consciência de todos quantos estão lendo esta inspirada matéria.

    1. O Trump fez coisa muito pior do que isso. Soube que ele colou chiclete no assento da carteira do coleguinha quando estava no primário. Um verdadeiro absurdo. Comentário totalmente pertinente ao texto, né?

  79. Ana texto histórico! Legado para as gerações atual e vindouras! Registro corajoso, típico de quem não se cala nem se acovarda, mesmo diante de um cenário sombrio, como os heróis do D-Day, orgulho imenso de saber que nossos Pracinhas também contribuíram para o mundo livre que desfrutamos . Eterna vigilância é o preço a ser pago para que o sacrifício daqueles homens não tenha sido em vão. A COBRA FUMOU! Parabéns! 👏🇧🇷

  80. Análise hollywoodiana do Dia D. As focas amestradas vão aplaudir porque se acham soldados ao escreverem besteiras em caixas de comentários de sites. A batalha por um país melhor podia começar expulsando a família que precisa fazer concessões a notórios corruptos para salvar a pele dos rebentos.

  81. Parabéns Ana Paula, seu artigo me emocionou. Por que será que, um político, que tem o poder de mudar o Pais, só pensa em si próprio? Será que não pensa que os seus netos, ou filhos, não poderão, no futuro, não terem casa para voltar?! Políticos, vejam o que vcs estão fazendo com o Brasil e, consequentemente às suas gerações.

  82. Parabéns pela reportagem. Muito oportuna. Apenas ao falar do nazifacista, penso que o correto seria marxinazifacista. Os comunistas russos e chineses mataram pessoas inocentes desproporcionalmente maior que a 2a.e 1a. Guerras Mundiais juntas.

  83. Excelente artigo, Ana Paula, e muito feliz a comparação dos combatentes do momento atual brasileiro com aqueles que lutaram contra o fantasma do nazismo de há mais de 70 anos, guardadas as devidas proporções.

  84. Ana Paula.Muitoi obrigado pelo seu artigo. Ele nos dá uma esperança que esse Povo desperte e esqueça esse partido NEFASTO QUE É O PT.

  85. Comentários de uma lucidez sobre a realidade Brasileira impressionante, assim como a comparação histórica que aconteceu na segunda grande guerra. Parabéns Ana Paula

  86. Ana Paula Henkel, o único motivo q faz valer a pena assinar a Crusoé. Os outros já fazem fila a legião de jornalixos que plantam o apocalipse num governo q nem começou, de um presente q começou o mandato com uma bolsa de colostomia, se afastou por quase um mês por causa de uma cirurgia, e luta contra um congresso que faz tudo para sabotar as reformas. Venham tranquilos q apesar dos pesares as coisas estão se ajustando...

  87. EXCELENTE! Ana Paula, você fez uma excelente análise, QUE ARTIGO! Lembrar do Filme Dunkirk e fazer essa analogia foi espetacular pra mim, que assisti ao filme. Nessa edição, sem sombra de dúvidas, a melhor leitura, foi desta coluna. Parabéns!

  88. Excelente artigo. É como penso também. O que aconteceu no Brasil nesses últimos anos buscou destruir os pilares básicos de, diria até, sobrevivência da sociedade. infelizmente a guerra vai ser longa, porque tal como uma doença entranhada, será preciso vencer várias batalhas, até que o orgulho de ser brasileiro volte ao peito de todos.

  89. mas como eu, pai de família, que trabalho das 0700 às 1800, posso ajudar? Eu apoio todas as medidas do governo,sou fã do Guedes, mas não posso largar a família, o emprego e sair gritando nas ruas em apoio a Guedes e Moro. como cidadãos comuns como eu podem brigar de maneira efetiva? Se envolvendo politicamente talvez? Filiar-me a um partido e candidatar-me a vereador? Temos então que ser todos políticos? Qual o caminho?

  90. Ana, como sempre, clara e direta. Adoro seus comentários no Twitter. Você chegou na hora que eu estava quase desistindo da Crusoé... Não costumo tietar ninguém, mas para você eu abro exceção.😜

    1. Estalini Ana sua menssagem é digna de ser publicada por todos os meios de comunicacao....é de uma reflexao para todos que ainda acreditam num BRASIL com Liberdades e igualdades a todos. ..Voce deve sim chegar mais perto desse momento histotico que vivemos.....PARABENS.

  91. Ana Paula, sempre foi prazeroso pra mim ver você jogando ; é extremamente prazeroso pra mim ler seus artigos. Você é craque nas duas funções!

  92. uffa a Crusoé realmente superou. Ana , vc é a ilha dentro da ilha . imagine apenas por um momento se metade da população ou apenas ou a metade do congresso tivesse amor a este lindo país que os americanos tem ao deles.!!!! Quando assinei a Crusoé foi por conta do Diogo e quase sai por ele TB. Hoje sinto que uma nova revista se apresenta. Ave Ana Paula Henkel!!! até semana que vem e daqui a pouco no Twitter. uma linda semana! ps amo Diogo e adoro o Felipe!!!

  93. Análise perfeita da atual situação brasileira! Texto virtuoso e motivador, que deveria ser visto por todos. Cumprimentos à autora que, mais do que uma admirável desportista, se revela uma lúcida e corajosa patriota.

  94. A transcrição da veracidade é algo lindo e verdadeiro nos dá a dimensão exata do que acontece quando não cuidamos da nossa cidadania assim como nós não cuidamos da nossa saúde.

  95. Que artigo Ana. Que artigo. Que força. Que afeto. Que verdades. Que respeito com o passado e com anônimos. São poucas palavras diante de tanto chorume nas páginas de jornais e revistas mas me pareceram as palavras suficientes para garantir a nossa volta ao lar. Parabéns. Abraço

    1. Excelente texto! Uma análise refinada de fatos. Parabéns Ana, jogando muito ainda.

    2. Que artigo fantástico Paula... Gostaria de divulgar para que muito mais brasileiros pudessem ter acesso e refletir sobre o que você magistralmente coloca! Parabéns!!!

    3. Texto maravilhoso. Emocionante. Ana Paula para presidente!

Mais notícias
Assine
TOPO