Daniel Zukko/InframericaCarregamento de equipamentos desembarca no Brasil: a pandemia tem movimentado o submundo dos "experts" em licitações

Os atravessadores

Lobistas e empresários espertos aproveitam a pandemia (e os seus contatos políticos) para ganhar dinheiro intermediando negócios entre o poder público e fornecedores chineses
05.06.20

Hospedados em hotéis nos arredores do aeroporto internacional de Guarulhos, na Grande São Paulo, homens bem trajados e bons de lábia aplicam a máxima de que toda crise é uma oportunidade. De olho nas compras emergenciais milionárias feitas por governantes de todo o país para enfrentar a pandemia, eles assediam até no terminal de cargas os importadores dos equipamentos de saúde que mais faltam no Brasil, com um único objetivo: lucrar com a Covid-19. O método já é manjado. Dizem possuir contatos políticos dentro de governos estaduais e prefeituras que garantem vultosos contratos — alguns chegam a exibir termos já assinados com o poder público — e se oferecem como “intermediários” do negócio em troca de uma valiosa comissão. Se o carregamento já tinha um destino final definido, eles oferecem mais, tentam interceptar a mercadoria. Essa é apenas uma face de um esquema que além de drenar dinheiro público põe em risco a vida de pacientes que agonizam em um sistema à beira do colapso.

O modelo de abordagem dos atravessadores foi relatado a Crusoé por dois operadores do mercado de importação de equipamentos de saúde, como máscaras, aventais e respiradores, os mais necessários na pandemia. A ação ilustra uma das estratégias utilizadas por quem quer tirar proveito da conjunção perfeita para negócios obscuros trazida pela situação de calamidade: contratos sem licitação de um lado e produtos com preços inflacionados de outro. Compras emergenciais para combater o novo coronavírus são investigadas em mais da metade dos estados brasileiros por suspeita de fraude, superfaturamento e corrupção. Na maioria dos casos, os negócios contam com a participação de intermediários sem nenhum histórico de atuação no setor e que utilizam empresas de fachada ou em nome de laranjas para assinar os contratos e emitir notas. O resultado é que muitos produtos comprados pelos governos nem sequer foram entregues, outros já chegaram danificados aos hospitais e outros ainda foram entregues em desacordo com a encomenda. Há até casos de prefeituras que compraram respiradores e receberam outros equipamentos – o famoso gato por lebre.

No início da semana, a polícia da Bahia prendeu três pessoas acusadas de vender, e não entregar, 300 respiradores por 48,7 milhões de reais ao Consórcio Nordeste, formado pelos nove estados da região. No Ceará, a Polícia Federal investiga um prejuízo de 25,4 milhões de reais provocado pela compra de 150 aparelhos pela prefeitura de Fortaleza. No Mato Grosso, os 22 ventiladores pulmonares adquiridos pela prefeitura de Rondonópolis eram falsos — eram, na verdade, monitores. Em Pernambuco e no Amazonas, contratos emergenciais, muitos deles negociados por lobistas e empresários que se põem como intermediários entre fornecedores chineses e os órgãos públicos brasileiros, também viraram caso de polícia. Esses atravessadores, em muitos dos casos, mantêm estreitos laços políticos. A seguir, apresentamos alguns casos emblemáticos de gente que tem faturado com a pandemia.

Do mensalão para a pandemia

O empresário brasiliense Basile Pantazis, ex-tesoureiro do PTB, já apareceu como personagem de alguns negócios suspeitos com o poder público. No escândalo do mensalão, uma de suas empresas foi pilhada compartilhando com o partido de Roberto Jefferson um quinhão do que faturava nos Correios. Conhecido como “Grego”, Basile tem amizade com políticos de diferentes naipes, como o ex-senador Gim Argello, que chegou a ser preso pela Lava Jato. Para além da parceria com o PTB nos anos Lula, sua atuação em contratos públicos é repleta de atritos com os órgãos de fiscalização e controle. Ainda no governo petista, a mesma empresa dele que havia aparecido nas investigações do mensalão ganhou um contrato de 720 milhões de reais na Valec, a estatal federal que cuida das ferrovias, embora tivesse sido banida pelo Tribunal de Contas da União. O contrato previa o fornecimento de trilhos importados da China. Enquanto faturava com os contratos polpudos com o governo, o “Grego” levava uma vida de luxo no Lago Sul, bairro nobre de Brasília. Dono de uma mansão, circulava pela cidade a bordo de uma Ferrari.

Alguns anos se passaram e Basile deixou os trilhos da Valec para faturar com respiradores na pandemia. É, novamente (e literalmente), um negócio da China. Ele é eminência parda da Hichens Harrison & Co, uma corretora de valores de brasileiros que moram na Flórida, nos Estados Unidos, contratada sem licitação pelo governo João Doria, do PSDB, para intermediar a compra de 3 mil respiradores chineses para São Paulo. O contrato, de 550 milhões de reais, foi revelado em abril por Crusoé e está sendo investigado pelo Tribunal de Contas e pelo Ministério Público paulista por suspeita de sobrepreço. Embora o nome de Basile não apareça em nenhum documento, é ele quem manda para as autoridades paulistas o e-mail com a proposta oficial da Hichens, com o pedido de pagamento antecipado de 30% e os dados de uma conta bancária em Atlanta. No início de maio, quando a empresa disse ter embarcado o primeiro lote com 500 aparelhos, o governo Doria já havia transferido 242 milhões de reais. A entrega, porém, atrasou. Em uma mensagem, a Hichens chegou a informar que não sabia sequer se a carga já havia saído da alfândega na China ou desembarcado em Nova York. Diante da confusão, Doria suspendeu o restante dos pagamentos e reduziu a compra para 1.280 respiradores. Até agora, apenas 183 aparelhos foram entregues.

Basile é peça-chave da investigação do MP paulista sobre o maior contrato emergencial do governo Doria e já foi intimado a depor. As suspeitas em torno do empresário voltaram a ser rotina. Um mês antes do negócio milionário fechado com o governo tucano, a Polícia Federal vasculhou os endereços dele em razão de uma outra empreitada com o dinheiro público. Desta vez, no Detran do Paraná — segundo a investigação, uma empresa da qual Basile é sócio fraudou uma licitação a partir da qual faturou, ao cabo de um ano, 77 milhões de reais. O contrato era para fazer o cadastro de veículos. A história do negócio joga ainda mais névoa sobre o contrato firmado para fornecer respiradores. Assim como no acerto com o governo paulista, Basile não aparecia à frente do negócio, mas estava sempre presente nas decisões. Em mensagens apreendidas, ele é tratado como “Big Apple”, por manter negócios em Nova York. “Avisa o Basile”, disse um dos investigados, ao discutir o contrato que agora está sendo escarafunchado pelo MP do Paraná.

A Crusoé, Basile Pantazis disse ser “consultor de comércio exterior” da Hichens. Ele relata que prestou esclarecimentos por escrito ao Ministério Público, que teria se dado por satisfeito com as explicações e cancelado sua intimação para depor – o promotor José Carlos Blat, que conduz o caso, nega e diz que o depoimento está mantido. Basile conta ainda que “conversou sobre os detalhes” do negócio fechado com o governo de São Paulo com Wilson Melo, presidente da Investe SP, espécie de agência de fomento a negócios do Estado. Melo nega. Diz que as tratativas da Hichens foram feitas com a Secretaria de Saúde. A Hichens afirma que a repactuação do contrato com o governo está “em negociação”.

O ‘homem da Casa Civil’

Em Santa Catarina, promotores e policiais tentam avançar na suspeita de que o intermediário da compra de 200 respiradores por 33 milhões de reais pelo governo do estado foi escolhido a dedo pelo ex-chefe da Casa Civil, Douglas Borba, que já foi alvo de um pedido de prisão por causa dos contratos emergenciais — a medida foi negada pela Justiça local. Médico e empresário, Fábio Guasti já tinha 40 milhões de reais em contratos com a prefeitura de Guarulhos, onde mora, e é mais um que viu na pandemia uma grande oportunidade de ampliar seus negócios. Filiado ao PSC, ele já havia conseguido um contrato de 21 milhões de reais sem licitação com o governo Helder Barbalho, no Pará, para fornecer os cartões de alimentação a estudantes durante a crise quando surgiu a facilidade de faturar também com ventiladores pulmonares no sul do país.

Assim como Basile Pantazis, Guasti atuou em nome de uma empresa com a qual não tem nenhum vínculo societário. A dona da firma usada na contratação é motorista de ônibus. Apesar de prometer a compra de respiradores da China, a empresa representada pelo atravessador nunca mandou nem sequer 50 mil dólares para fora do país. Os bancos estranharam os pagamentos milionários do governo de Santa Catarina à pequena firma, o que desencadeou uma operação policial em meados de maio que derrubou o então secretário Douglas Borba e instaurou uma crise no governo de Carlos Moisés, do PSL. A Justiça bloqueou todo o valor repassado para a empresa representada por Guasti. Apenas 50 dos 200 aparelhos necessários para atender as vítimas do novo coronavírus chegaram aos hospitais catarinenses. O empresário, ao que tudo indica, vendeu o que não tinha. Os investigadores agora querem avançar nas suas conexões políticas.

Fábio Guasti alega que foi “apenas o intermediário” do contrato com o governo de Santa Catarina. Ele diz ter sido “questionado informalmente”, por ser médico, sobre eventuais fornecedores ao estado, mas não informa quem o procurou. Ele nega “amizade” com secretários de Santa Catarina.

O amigo dos Maias

No Pará, uma cria de Rodrigo e Cesar Maia na política de Brasília foi parar na cadeia pela venda de respiradores danificados ao governo de Helder Barbalho, do MDB. André Felipe de Oliveira, que é filiado ao DEM, chegou a ser secretário de Esportes do ex-governador José Roberto Arruda, preso em 2010, quando comandava o Distrito Federal, por implantar seu próprio mensalão. Suplente de senador, Oliveira foi detido em maio em Brasília depois de o Ministério Público Federal descobrir que a empresa que ele representava recebeu 25 milhões de reais da gestão Helder Barbalho para fornecer 200 ventiladores importados da China, mas os equipamentos entregues eram diferentes do modelo contratado e apresentavam defeitos. Técnicos se deram conta de que os aparelhos não tinham sequer baterias internas para o caso de queda de energia nos hospitais. Além disso, não podiam ser esterilizados. Em depoimento revelado por O Antagonista, Oliveira disse ter oferecido os produtos diretamente ao governador, por mensagem de WhatsApp. O governador nega ter participação nas irregularidades.

Laranjas e fantasmas no Rio

No Rio de Janeiro, onde as investigações já resultaram na prisão do ex-subsecretário de Saúde Gabriell Neves e agora miram uma possível participação do governador Wilson Witzel, do PSC, o esquema envolveu uma rede de empresas em nome de laranjas, sem lastro financeiro e sem capacidade de prestar o serviço, para forjar pesquisas de preços e direcionar contratações emergenciais com pagamentos adiantados. Os contratos para a compra de 1 mil respiradores para as unidades de saúde fluminense somam 183 milhões de reais e foram firmados com empresas pequenas de outros setores, como alimentação e informática. Uma delas chama-se MHS e tem como sócio formal um homem que já foi registrado formalmente como “motorista de carro de passeio” de uma outra empresa – olha só que coincidência – cujo nome aparece entre as firmas que apresentaram propostas ao governo em uma cotação de preços que, tudo indica, não passou de uma simulação mal-ajambrada.

Todos os contratos foram autorizados pelo ex-subsecretário preso. Na teia de intermediários das importações de produtos chineses para o governo do Rio também aparece uma empresa fundada em 2012 com capital de 2 mil reais. Ela tem sede no apartamento de sua única sócia, uma gerente administrativa registrada com salário de 1,5 mil reais, e assinou contrato de 67,9 milhões de reais com o governo Witzel. Padrão semelhante apresenta a empresa de informática A2A Comércio, que chegou a receber um adiantamento de 9,9 milhões de reais e não entregou os equipamentos no prazo acordado.

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  1. A bandidagem campeia nas altas cúpulas, enquanto isso a justiça cala-se. Quando um figurão, finalmente, é julgado e condenado, em sua grande maioria, raramente cumpre a pena a que foi condenado. Haja vista a condenação recente do Dep. Paulinho da Força, Lula, Zé Dirceu e muitos mais.

  2. Quanto amadorismo. Não acredito que a china sendo o principal parceiro do Brasil não tenha uma comunicação direta entre seus dirigentes, qual o motivo do atravessador quando um representante de um país solicita a outro uma carga de produtos hospitalar em tempos de pandemia para salvar vidas. A verdade é que tanto lá como cá ninguém liga para o ser humano e sim para o $$$$$$$$$$$ e as autoridades sabendo disso deveriam confiscar esse material.

  3. Não é possível, é muita corrupção! Os responsáveis sejam quem forem, governadores ministros, etc. devem ser julgados e presos. Se alegarem ignorância, devem ser punidos da mesma forma. Numa pandemia como essa, milhares d pessoas morrendo, é intolerável saber d ocorrências absurdas como essa! De onde veio o dinheiro?, Quem liberou? Prendam todos! Até o presidente se foi omisso ou tolerante! Ou, pior ainda, burro e incompetente! Não estou vendo autoridades dando murros na mesa e mandando prender!

  4. Na prática, decretar estado de calamidade pública permitiu ao governo gastar mais do que o previsto com medidas para conter os efeitos da Covid-19, e de forma mais rápida e ainda mais ineficiente do que já era, permitindo a participação de vários atravessadores de má índole na pilhagem do nosso Estado. Precisou inclusive do PR Bolsonaro editar uma MP que livra agente público de punição no combate à Covid-19. Incompetência ou má fé? E qual a verdadeira necessidade de decretar calamidade pública?

  5. País onde a suprema corte fica discutindo "filigranas" na ordem de alegações entre delatores e delatados, não pode realmente, querer nada diferente... Esse é o resultado...

  6. Muito intrigante: Pra não pagar precatórios os “governos” em geral “matam e morrem” em leis, decretos, regras e dificuldades. Já pra comprar sem licitação adiantando enormes valores, são umas antas..!! Que eu saiba, o Covid ataca os pulmões, não o cérebro!!

  7. Pelo que se percebe, a politicalha brasileira sempre consegue se superar. Depois do mensalão, de triste memória, ninguém aprendeu nada e fomos brindados com o petrolão, ainda mais corrosivo, moral e financeiramente. Agora, pelo visto, vamos descer ao mais fundo dos poços, com essa corja de bandidos se aproveitando do sofrimento de milhares de famílias para lucrar, à medida que as mortes se acumulam. Esse Brasil não tem conserto.

    1. Está inaugurado o "covidão". Canalhas fazem e acontecem oq podem contar com a 'efissiencia' do nosso judiciário. Aliás, onde estão os inquéritos do Renan Calheiros, stf?

  8. Aliás, os comentários dos demais leitores me fizeram lembrar que foram os togados, os urubus que decidiram "descentralizar a doença", tirando do governo federal e passando aos governadores e prefeitos a responsabilidade pela Covid (leia-se: compras de remédios e construção de hospitais SEM LICITAÇÃO). Que tal uma entrevista com os urubus?

  9. Crusoé fazendo jornalismo sério, acho bom, porque até poucos dias atrás só falavam do PR sem máscara ou andando a cavalo..voltando às origens.. acho bom, porque penso que o motivo é que as assinaturas estavam fazendo água.

    1. é hora de esquecer o furico e fazer JOR-NA-LIS-MO. Não opiniões. Fatos, informações. Até a última vez que li Antagonista e Crusoé parecia a página 2 dos jornais: editorial do dono, artigo + artigo + artigo (opinião), Matérias cujos títulos anunciam um FA-TO, mas cujo corpo é só opinião. E a cada dia mais mal escritos. Em uma página o número de mortos era X; 2 matérias depois, o mesmo tema, mas o número de mortos era X+50. Não dá pra levar a sério uma equipe que não se fala, não discute pauta.

  10. Perguntas que não podem calar: se eles são criminosos de longa data, se cometem sempre os mesmos crimes e se são invariavelmente ligados a certos partidos políticos, por que não são presos e condenados?

    1. concordo.. paredão nesses bandidos.. ô justiça furada!

    2. Pergunta lá no posto Ipiranga,ops, para o pessoal da quadrilha que começa com "S", e termina com "F".

  11. Cade o STF ???? Roubar pode!!! Agora se falar que estão roubando dai o Careca manda a PF cedo buscar !!? Não mexa com meus parça.

  12. É Crusoé, eu estava quase desistindo de vcs mas está semana o jornalismo voltou provando que a corrupção continua e é um mar de lama sem fim. É alguns se preocupando com Bozzo andando a cavalo. Pra cima deles Brasil.

  13. É, a PF, a RF e o MP, passam o rodo na bandidagem, fazem um trabalho espetacularmente competente e aí vem a ""dra. propina"" e solta quase todo mundo, passando por cima de grandes e brilhantes srs. Juízes da Primeira Instância. É revoltante!!!!

  14. Se a polícia e Ministério Público fizerem o inquérito bem feito, com provas e etc ... , não tem problema. A justiça solta.

  15. é uma cultura , que dificilmente muda e conta com as bençãos de um judiciário lento , caro e ineficiente e em muitos casos contam com servidores coniventes , e claro um povo que se obriga também a ir dando os ( jeitinhos ) para sobreviver no meio desse esgoto que virou nossa cultura , onde todo mundo quer é entrar no estado e se perpetuar no único emprego que te dá tudo sem contrapartida e vitalício .

  16. Bando de corruptos. Se esse fosse um pais sério todos não só estavam na cadeia como seus mentores, os Maias da vida, Helder Barbalho, dentre outros!!! como não é vai ficar na mesma, sem o STF, escondendo investigação dos que tem Foro privilegiado, possivelmente para chantageá-los no futuro!! Principalmente para aumento de salários dentre outras benezes!!!

  17. O projeto anti corrupção foi deturpado pelo centrão e esquerda. Moro foi abandonado pelo governo. Os corruptos estão a solta e roubando muito. A população continua sofrendo com o sistema.

  18. Seus idiotas o sistema favorece os negócios obscuros independe de quem governa, infelizmente os sanguessugas do empresário aos políticos enxergam uma oportunidade com a desgraça da pandemia. E necessário zerar tudo até a famosa constituição cidadã, é um nicho de princípios de impunidade, basta recorrer ao STF com dinheiro na mão, fica tudo na mesma, até quando o brasileiro de bem aguentará esses desmandos.

  19. O petrolão vai ficar pequeno com tanta maracutaia pra combater essa histeria coletiva provocada justamente pelo vírus chinês. País que nos vende todos os insumos para combatê-lo. É cômico. Mesmo com a fraude oficial das declarações de óbito, onde morre de outra causa mas coloca-se covid, o vírus chinês matará menos do que Infarto, derrame, acidentes de trânsito, assassinatos e principalmente câncer ( que matou 230 mil em 2018). Fonte: SIM (sistema de informacao de mortalidade) do MS

    1. Em cinco linhas, a síntese do pensamento obtuso bozomerda

    2. André é desinformação e ignorância. André é 100% bozomerda

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