Queiroz, Flávio e o documento do Coaf: mais problemas à vista

O mistério do relatório

O reporte do Coaf com as transações do famoso Queiroz volta a assombrar o clã Bolsonaro e ressuscita uma questão: por que o documento atravessou as eleições de 2018 em segredo?
22.05.20

Quase um ano e meio após vir à tona o primeiro documento apontando os indícios da prática de “rachid” dentro do antigo gabinete do senador Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio, o caso Queiroz voltou a assombrar a família presidencial. Em meio a inúmeras tentativas de barrar a investigação na Justiça, dezenas de quebras de sigilos bancário e fiscal e busca e apreensão em endereços ligados ao filho 01 do presidente Jair Bolsonaro reforçaram as suspeitas sobre os crimes de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa por meio da retenção de parte do salário de assessores.

Ainda sem desfecho, a conturbada apuração que teve como origem as movimentações financeiras atípicas de Fabrício Queiroz expostas em um relatório sigiloso do Coaf ganhou um novo capítulo no último fim de semana. Segundo o empresário Paulo Marinho, ex-aliado do clã Bolsonaro, um delegado da Polícia Federal simpatizante do presidente alertou assessores de Flávio, em outubro de 2018, que as transações de Queiroz figuravam no arquivo de inteligência financeira que embasaria uma mega-operação da Lava Jato fluminense contra deputados estaduais acusados de corrupção. Foi por sugestão do informante, relatou Marinho, que Queiroz e a filha foram exonerados do gabinete de Flávio e do próprio Bolsonaro logo após o suposto vazamento. A operação mencionada pelo delegado ocorreu três semanas depois, mas não envolveu nem Flávio nem o homem de confiança da família até então. Na verdade, a investigação que mirava a dupla corria a poucos quilômetros da sede fluminense da PF, no prédio do Ministério Público do Rio.

Enquanto a própria PF e o Ministério Público Federal investigam o suposto vazamento do inquérito para Flávio Bolsonaro, contado por Marinho em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, Crusoé refaz o caminho do famigerado relatório do Coaf que ainda atormenta o presidente e seus filhos. O RIF, como é chamado o relatório de inteligência financeira, foi elaborado no dia 3 de janeiro de 2018 pela equipe do Conselho de Controle de Atividades Financeiras, o Coaf, e enviado para quatro órgãos de investigação: MPF, PF, Receita Federal e MP estadual, como comunicação espontânea, ou seja, quando o próprio órgão detecta movimentações suspeitas a partir dados enviados pelos bancos e encaminha aos investigadores.

O relatório era extenso. Trazia em 422 páginas o histórico de um ano de transações atípicas envolvendo 545 pessoas, a grande maioria servidores e ex-servidores da Assembleia do Rio que possuíam contas bancárias na agência do Itaú dentro da própria Alerj. O que mais chamou a atenção das autoridades foi o padrão parecido das movimentações: transferências de dinheiro feitas entre os próprios funcionários de gabinete, incompatíveis com a renda, saques vultosos e muitos depósitos em espécie. O nome de Fabrício de Queiroz no relatório aparecia como “titular da movimentação suspeita” do 20º núcleo político de assessores que caíram na malha-fina. Logo ao lado, havia menção ao gabinete de Flávio Bolsonaro como seu local de lotação na Alerj e o valor total das transações suspeitas: 1,2 milhão de reais, entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017.

Ian Cheibub/FolhapressIan Cheibub/FolhapressEntrevista coletiva da Furna da Onça: alerta teria ocorrido em outubro de 2018
É impossível precisar quantas pessoas tiveram acesso ao primeiro relatório do Coaf que cita Queiroz entre o mês de janeiro de 2018, quando o documento foi elaborado e distribuído, e outubro do mesmo ano, quando seu conteúdo teria sido vazado por um delegado. Na PF, onde o vazamento teria ocorrido, segundo Paulo Marinho, o relatório só foi formalmente anexado aos autos no dia 20 de junho de 2018, pela delegada Xênia Ribeiro Soares, que havia aberto um mês antes um inquérito para prosseguir as investigações sobre o esquema desmantelado em dezembro de 2017 por outra operação, a Cadeia Velha, que apurou o pagamento de propina de empresas de transporte público a deputados estaduais. Xênia havia substituído Alexandre Ramagem, delegado titular da Cadeia Velha que, desde o início de 2018, estava trabalhando em Brasília. No mês seguinte, julho de 2018, a PF, assim como o MPF e a MP estadual, recebeu um segundo relatório do Coaf, com mais transações suspeitas de funcionários da Alerj. Mais uma vez Queiroz aparecia com novas movimentações atípicas em um período mais amplo de análise e, agora, com Flávio Bolsonaro também citado. Mas tanto na PF quanto no MPF esse novo relatório não foi utilizado porque as investigações miravam o esquema de mensalinho pago a deputados estaduais pelo esquema do ex-governador Sergio Cabral.

Os registros mostram que, no dia 9 de agosto de 2018, Xênia e outros dois delegados anexaram o primeiro relatório do Coaf ao pedido de quebra de sigilos bancário, fiscal e telefônico de uma série de investigados no inquérito dos deputados. Essa solicitação resultaria, tempos depois, na Operação Furna da Onça. O processo, assim como todos os outros relacionados ao esquema de Cabral, estavam sob a relatoria do desembargador Abel Gomes, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região. Segundo Paulo Marinho, o delegado que teria vazado a investigação para Flávio disse em um encontro com assessores do senador na frente da sede da PF no Rio, uma semana após o primeiro turno das eleições presidenciais, que a Furna da Onça seria adiada para depois do segundo turno para não impactar no pleito. Em nota, o desembargador disse que a operação, realizada no dia 8 de novembro de 2018, foi deflagrada no momento mais “oportuno” conforme entendimento conjunto entre a Justiça, a PF e o MPF.

Com as quebras de sigilo, a PF descobriu, em setembro de 2018, que, além do esquema de mensalinho, havia a prática disseminada de “rachid” na Alerj, com nomeação de funcionários fantasmas e devolução de parte dos salários para assessores de alguns gabinetes. Tanto a PF como o MPF alegaram não terem seguido com a apuração sobre o esquema de rachid, que incluiria o gabinete de Flávio Bolsonaro, porque o crime de peculato, nesse caso, seria de competência da Justiça estadual e, portanto, não tinha como ser investigado. O caso, então, ficou exclusivamente sob investigação da Promotoria local.

No MP estadual, após chegar em janeiro de 2018, o relatório do Coaf ficou transitando até maio do mesmo ano entre o Grupo de Atribuição Originária em matéria Criminal, o Gaocrim, e o Laboratório de Lavagem de Dinheiro da instituição, mas sem produção de nenhuma nova informação. Somente em 30 de julho de 2018, quando o Coaf envia o segundo RIF citando Flávio e Queiroz, é que foi aberta uma investigação formal sobre o suposto “rachid” no antigo gabinete do filho do presidente. Era no Gaocrim que estava a investigação sobre as movimentações financeiras detectadas no relatório do Coaf à época do suposto vazamento e da demissão de Queiroz, em 15 de outubro de 2018. Entre julho e novembro do mesmo ano, os promotores praticamente não mexeram no inquérito. Foi apenas apenas no dia 22 de novembro de 2018, semanas após a deflagração da Furna da Onça, que Queiroz foi notificado para depor no dia 4 de dezembro, mas pediu para remarcar a oitava para o dia 6, exatamente quando o relatório do Coaf veio a público. Queiroz nunca compareceu ao Ministério Público e se manifestou aos promotores apenas uma vez por carta, na qual admite ter arrecadado dinheiro dos demais funcionários do gabinete de Flávio para contratar assessores externos e ampliar a atuação política do então deputado. Segundo Queiroz, tudo foi feito sem o conhecimento de Flávio e os pagamentos aos supostos assessores eram feitos em dinheiro vivo, sem nenhum recibo.

Helio Melo/FramePhoto/FolhapressHelio Melo/FramePhoto/FolhapressPaulo Marinho: o relato do empresário está sendo investigado
Desde a revelação do caso, em dezembro de 2018 (sim, o relatório passou quase um ano em segredo e assim atravessou toda a campanha eleitoral), Flávio Bolsonaro tem insistido com uma série de recursos para barrar a investigação. Em duas ocasiões, conseguiu liminares do Supremo Tribunal Federal que suspenderam o inquérito. Em uma delas, o presidente do STF, Dias Toffoli, paralisou em julho do ano passado todas as investigações do país que começaram a partir do compartilhamento de relatórios do Coaf sem prévia autorização judicial, o que nunca havia sido exigido. À época, o MP do Rio já tinha conseguido na primeira instância da Justiça Estadual a quebra dos sigilos de todos os assessores e ex-funcionários do gabinete de Flávio que apresentaram movimentações suspeitas, incluindo Queiroz, Flávio e familiares. O caso, contudo, só voltou a andar em novembro, quando o plenário do STF derrubou a liminar de Toffoli. Dias depois, em 5 de dezembro de 2019, com as informações da quebra de sigilo, os promotores pediram busca e apreensão em endereços de vários investigados, entre eles, a loja de chocolate em um shopping na Barra da Tijuca, no Rio, da qual Flávio Bolsonaro é sócio.

Em dezembro passado, Crusoé revelou, a partir da quebra de sigilo, detalhes das transações financeiras feitas pelo grupo. Pela primeira vez era possível ver com mais clareza por qual motivo Flávio tentava, desde a demissão de Queiroz, se descolar do até então assessor e motorista e suspender a investigação. As quebras revelavam por exemplo, que Queiroz recebera 2 milhões de reais em 483 depósitos de funcionários do gabinete a partir de 2007. Desse total, 200 mil reais foram repassados pela ex-mulher e pela mãe de Adriano da Nóbrega, miliciano morto por policiais em uma operação na Bahia. O MP afirma ainda que o Queiroz e Nóbrega tentaram embaraçar as investigações ao agir para que a ex-mulher do miliciano não fosse depor. Para os promotores, não resta dúvida de que o filho do presidente é o líder do esquema de “rachid” e teria lavado o dinheiro arrecadado por Queiroz em duas frentes — parte em dois imóveis e parte na loja de chocolate. Os promotores ainda afirmam que um PM investigado pagou uma parcela de um imóvel do senador e detalham diversos indícios de irregularidades em transações envolvendo o senador.

Entre os que acompanham o caso, o novo capítulo com a acusação de Paulo Marinho sobre o suposto vazamento pela PF mostra como a investigação ainda atormenta a família Bolsonaro. Embora acreditem que seja difícil provar quem vazou, pessoas envolvidas no caso têm três certezas: 1. De alguma forma existiu o vazamento e, por isso, Flávio correu para demitir Queiroz; 2. Novas tentativas de parar a investigação virão; e 3. Mesmo que Marinho não comprove o que disse, novas dores de cabeça virão em breve para o clã presidencial com a denúncia que os promotores estão preparando. É uma história que, de uma forma ou de outra, ainda vai render muito.

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  1. Ótimo poder voltar na reportagem e relembrar todos os dados, agora que o Queiroz foi preso. Que a história renda bastante!

  2. Vamos falar de "Rachid", é a maior prova material que temos para exigir uma reforma política neste país, 35 partidos políticos por que? existem tantas ideologias assim? a verdade é que estes partidos também se alimentam dos nossos impostos. Uma forma de arrecadarem mais é dividindo o salário dos CCs de seus parlamentares, que aceitam esta canalhice pois é dinheiro fácil para quem nada produz, na verdade o único lesado nesta história somos nós contribuintes. Isto acontece de norte a sul do Brasil

  3. Sabem a razão ? Uma eu sei e a imprensa investigativa jamais se preocupou em apresentar, embora tenha conhecimento do crime. Apostaria que essa tal de rachid é, ou foi praticada, em algum momento, por mais de 50% dos políticos. Junto com Flavio (1,2 mi), foram dezenas de outros deputados, capitaneados por ANDRE CECILIANO (PT), atual PRESIDENTE da Alerj, com um detalhe, a movimentação de Ceciliano foi de 49,3 Milhões, mais de 40 vezes a de Flávio e, parece que como punição recebeu a presidência.

  4. Quanta bobagem os canhotos postam, pois são extremamente parciais nas suas observações. A lista que foi apresentada pelo Coaf era enorme, o Queiroz/Flavio era um dos nanicos da relação. Acho que se expusesse conjuntamente todos, ficaria evidente que o assunto não é político e sim uma questão de justiça geral aos envolvidos.

    1. O problema dos vermelhinhos é a vergonha ou a sem-veegonha

    1. Concordo plenamente. Creio que a matéria não possa focar apenas em um dos envolvidos. Respeito a Crusoé e Antagonista, mas não podem cair na arapuca da mídia convencional nesse tema. O assunto não pode sua dimensão reduzida a um integrante. Disso se eira nascer uma investigação em nível nacional, estimando perdas para o país e propondo uma enorme mudança no sistema avaliando a economia que poderia daí decorrer sem prejuízo à nação. Reflitam para não caírem no lugar comum da imprensa.

  5. E a gente achando que não tinha nada pior do que aguentar as tramoias do Lulinha pra se dar bem nos governos petistas. Falta de escrúpulos é mais comum do que se possa imaginar.

    1. É, falta de escrúpulos e vocação criminosa! E ainda não vieram a público todos os sórdidos detalhes!

  6. Vai doer, mas, é melhor aceitar. fez feio, meteu a mão, se acham acima do bem e do mal. acabou com o governo por causa do filho. uma pena, tinha tudo para dar certo. é difícil, é filho, mas, cagou no pau.

  7. Será que o Bolsonaro quer as tais informações para chantagear o Witzel? Assim ao adquiri-las poderia uma carta na manga para tentar blindar o filho Flávio de investigações? (confesso que ao ler a matéria lembrei-me do Bolsonaro dizendo a palavra chantangem. Aquele ditado - a boca fala do que o coração está cheio)

    1. Por isso o PR quer armar todo mundo! Aumentar o número de milicianos

    2. Isso, trocamos de quadrilhas, para pior. De petralhas para metralhas. Essa tentativa de dificultar o rastreamento de armas e munições não é por acaso.

  8. A reportagem começou como uma indagação: Porque o documento atravessou as eleições de 2018 em segredo? Teria sido bom se tivesse vindo à tona antes, pois assim eu e meus familiares não teríamos jogado nosso voto fora votando nesse Sr que até o momento não demostrou prá que está no Senado Federal. Bolsonaro e seu clã são uma verdadeira decepção.

  9. E a verdade vos libertará.... JB e seu clã são um escárnio aos 56 milhões de eleitores, que acreditaram ser possível progredir com aquilo que fora iniciado pela Lava Jato em 2014... Quanta ilusão... JB não é nada mais nada menos, do que aquilo que já existia!!!! A verdade já começa a aparecer....

    1. Toda a razão pra você, Marco! O clã Bolsonaro não passa de uma extensão das milícias que infernizam a vida dos cariocas!

  10. Isto tem que ser revelado e elucidado! Votei no Bolsonaro porque iria acabar com a corrupção, mas está se afastando cada vez mais deste sonho por causa do 01.

    1. E dos 0,1, 0,2, 0,3, 0,4, a parentalha e os ""amigos""!

  11. Em tese, nem precisaria investigar, em tese seria só olhar as repugnantes caras cínicas e nojentas de ambos, onde os crimes nitidamente se estampam, para algemá-los!!! Mas, como não pertencemos à barbárie como eles, é preciso apresentar detalhadamente e às claras à população, todos os seus crimes, antes de enjaulá-los definitivamente!!! E, embora a vergonha e a revolta, será um grande prazer assistir a esse processo de sanitização do país, como o foi assistir o mesmo com a marginalha petralha!!!

  12. Prosseguir nessa investigação, e punir os culpados. Prosseguir nas investigações sobre Lula é Renan Calheiros, e punir os culpados.

  13. E então meu sábio amigo Sherlock, você acha que o Senador conhecia mesmo este tal Fabrício Queiroz?... (Infelizmente não poderei publicar a resposta. Tentei varias vezes mas a turma da Redação censurou, né?)

  14. RACHID, palavra mais antiga na política que minha avó. Se é para apurar, vamos apurar de todos os políticos pois todos têm assessores que devem fazer o mesmo. Eu te dou um emprego e vc me devolve PF uma parte. Dinheiro quente sendo transformado em frio, PF, Receita, tem trabalho aí para 10 anos pelo menos.

    1. Falando em valores, Flávio B. parece estar mais no final da fila. Acho que a investigação jornalística deveria apurar tb os outros casos.

    2. Concordo. PROCESSEM TODOS, em todas as esferas, todo mundo sabe.Porque só o filho do presidente? O que se dirá dos INÚMEROS ASSESSORES do seres superiores do judiciário. Sou portador de neoplasia maligna e tenho dinheiro a receber, suas EXCELÊNCIAS DO SUPREMO ficam discutindo o sexo dos anjos, enquanto fico recebendo PROPOSTAS INDECOROSAS do banco.

  15. Sem querer aliviar nada e nem ninguém mas, quais são os outros políticos e seus assessores na ALERJ que estão nesse “saco de gatos”. Da forma como foi redigido essa matéria, parece que MP, PF e outros agiram somente em relação ao atual senador Flávio Bolsonaro. Mas onde está a notícia sobre a assessora de um ex-presidente (?) da ALERJ, com 49 milhões (?) de reais de movimentação num período de um ano (2016 e 2017) ? O que é o “bom jornalismo”? Fica a dica acadêmica.

  16. Crusoe, ”uma ilha no jornalismo”. A ilha poderia ser Alcatraz ou Ilha do Diabo, afinal estou preso nessa revista por mais um ano, por um esquecimento de cinco dias (renovou automático). Já o jornalismo é um show de parcialidade, perseguição e outras mazelas que a esquerda instalou no Brasil. Mas, tudo tem fim.

  17. A família Bolsonaro é composta por bandidos , por trambiqueiros. É só olhar as pessoas com as quais os Bolsos andam: cicários, milianos matadores de inocentes ex policiais tranqueira. Até a família da 1a dama é criminosa. Os semelhantes se atraem.

    1. Maria, tua fala é verdadeira. Quem fala merda é o Marco!

  18. Estou aguardando ansioso a continuidade da reportagem com o filho de Lula que roubou 232 milhões e vocês só falam do filho do Bolsonaro que fez rachadinha de 1 milhão? Será que vocês apoiam o Lula?

    1. Nossa! este Filho do Canivete deve ter perdido ate as calças pro governo eleito por 60 milhões de voto, vejo que isto esta acontecendo direto aqui nesta revista, vou sair dela urgente. FUI.

    2. Concordo que todos devem ser investigado, mas acontece que só investigam o Flavio!!!!!!!! e os outros ninguém investiga, por que? Será que o STF, COAF, Crusoé, estão sendo dirigidos por amiguinhos dos milionários, que tem rabo preso com a justiça. Sera???????

    3. Todos devem ser investigados. Crime não tem tamanho. Ladrão é ladrão, não importa o tamanho do roubo. cuidemos para não cair em outra trapaça dos petralhas, que começam a se levantar.

    4. Perfeito, Rodolfo. Corretíssimo. Não existe mais ou menos honesto, assim como não existe mais ou menos grávida. Excetuado pela Lei o extremo estado de necessidade por fome ou risco de vida, roubou 1 centavo ou milhão, é bandido do mesmo jeito.

    5. Um centavo ou um bilhão, é crime do mesmo jeito. Quantos ladrões de mixarias estão na cadeia?

    6. Respeite a Maria, seu idiota de merda! Cara, você é um dos piores Carluxo-boy de aluguel que bostam, digo, postam aqui. É tão babaca que foi orientado a usar vários nomes e entendeu que era para usar todos de uma só vez. O que vê quando olha no espelho? Coisa feia, um tipo horrível de sujeitinho panaca.

    7. Dona Maria, desculpe se a ofendi, pra defender vagabundos e ladroes deve ter perdido alguma coisa que deve estar faltando agora, já que a classe, nota-se a Senhora já perdeu a muito tempo. Continue a apoiar gente de seu nível e tente engolir o Bolsonaro até 2026.

    8. A reportagem é sobre o caso Bolsonaro,gado. Argumente sobre isto e para de ser idiota. Quem tem fidelidade com político é besta, já que eles não são leais a ninguém.

  19. Reportagem totalmente direcionada, pois não vi em nenhum trecho, refêrencias a estes srs: ACecilianoR$49,0M, PRamos R$30,3M, MPacheco R$25,3, Luiz Martins R$18,5M, Dr Deodato R$16,3, CMinc R$16,0M, Cel Jairo R$10,2M e demais deputados (9) que tem entre R$7,8M e R$1,7M esó depois aparece Flávio Bolsonaro com R$1,3. Todos devem ser investigados e com a mesma intensidade e rigor. E a ultima pergunta: se PMarinho sabia disso desde o início pq só falou agora??? Sera que ñ recebeu o que esperava?

    1. Essa investigação tendenciosa se faz presente pela cesta de maldades da esquerda, dos PeTralhas era direita que não está auferindo roubalheiras e mutretas, nessa oportunidade onde todas demais falharam, óleo nas praias, Marielle, Moro, gravação de ministros, agora, essa. Vão pesquisar a riqueza de FHC, progresso e fortuna de Lulinha e de Mariza, os investimentos dos ex-diretores da Petrobras, as investigações paradas pelos TRFs e pelo STF. Que revistinha mais tendenciosa contra nós eleitores !

    2. Exatamente isso.Se vão investigar, se concentrem em todos,sem exceção.

  20. Para refletir: é interessante como, na época em que ministro Dias Toffoli concedeu as liminares para barras as investigações, ninguém contestou o Judiciário, ninguém quis invadir o STF, nenhum dos defensores deste governo acampou na esplanada para pedir transparência nas investigações. É curioso.

  21. Quando esta desgraça crusoé, vai publicar algo, informando, como os filhos do cachaceiro 9 dedos, se tornaram milionários. QUANDO? POR QUE SÓ INTERESSA OS FILHOS DO BOLSONARO? POR QUÊ?

  22. Cadê as reportagens dos filhos de Lula? Crusoe, acorda, só um dos filhos de Lula roubou mais do que vocês ganharam pra vender esta Revista pros Comunistas.

  23. Ninguém presta, ninguém é santo. Farinha pouca, meu pirão primeiro. Engessa o Coaf, cala a boca da PL, eu te ajudo aqui, vc me ajuda ali, e a vida segue. Lembro que o Min. Raul Julgman, assim falou sobre a morte da Marielle: - é uma questão de honra esclarecer esse crime O RJ estava sobre intervenção federal. Quando saiu, junto com os interventores, disse: - não esclareci o crime pq tem gente poderosa interferindo. Pois é, a matéria serve para vender jornal, etc pq tudo será como antes.

  24. Essa investigação está nas mãos do Ministério público do RJ, onde se sabe que são anti Bolsonaro. Então se tivessem provas do que a reportagem alega, certamente o MP-RJ já teria feito a denúncia. Essa estória vem sendo requentada pela imprensa podre há meses. Crusoé fofocas é PSDB.

  25. Os depósitos do miliciano gerente dos negócios da quadrilha derrubarão o jumento. É o dinheiro público que paga essa gentalha

  26. Não vejo a hora de assistir essa canalhada toda indo pra Bangu 8!!!É só uma questão de tempo!!!O vovô do ano vai para a cadeia junto com seus filhos todos bandidos milicianos e a netinha vai ficar com esse peso nas costas"a neta do clã de bandidos"

  27. Ora, Ora, Ora, estas práticas delituosas surrupiadoras de dinheiro público são comuns à classe política brasileira. Não vi nada na imprensa exigindo o fim desta bandalheira. Agora mesmo o noticiário tem denunciado diversos casos, inclusive políticos solicitando reembolso de enormes despesas com combustíveis e viagens, estando em isolamento em suas mansões.

  28. novamente noticia requentada, se vocês já haviam publicado tudo o que tem de novidade? nem o fato de as "rachadinhas" do Flavio ser uma das menores da câmara do Rio de Janeiro, isso vocês não escrevem. Flavio na cadeia, mas os outros também, ou agora só existe crime se for criminoso ser partidário do presidente, se for oposição é santo ou não vale a pena comentar?

    1. fico triste em ver pessoas se ofendendo para defender esses caras que nem "estão aí" para o povão, se acostumem , não irão pra cadeia nunca,e se forem a STF solta..."o crime compensa" temos prova viva disso.

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